sexta-feira, 4 de março de 2011

Sem Ney Franco, o Santos pode apelar para técnico argentinoO renomado Bielsa é um sonho antigo do presidente santistaSantos, SP, 2 (AfI) - Ney Franco continua sendo o técnico preferido da direção santista para substituir o demitido Adilson Batista, mas a tentativa de contratação ficou para depois do Carnaval. É que ao contrário da informação inicial, o presidente da CBF, Ricardo Teixeira, só vai retornar da Europa no meio da próxima semana e sem o aval dele as negociações não podem ser abertas.


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Se a CBF não liberar Ney Franco ou o técnico não se interessar pelo projeto santista, os dirigentes vão tentar a contratação do argentino Marcelo Bielsa. A revelação foi feita pelo presidente Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro nesta quarta-feira.

"Cogitamos a sua contratação já no ano passado, quando da saída de Dorival Júnior. É um dos nomes sim. Ele tem uma característica diferenciada de temperamento, mas nada que não se possa conversar, acertar e ser climatizado no Santos", afirmou o dirigente.

Luis Alvaro também esclareceu que o Santos não pretende ter Ney Franco apenas até julho, mas sim por um contrato mais longo. Outra possibilidade admitida pelo presidente é a permanência do interino Marcelo Martelotte no cargo até o fim de maio, quando Abel Braga deverá se desligar do Al Jazira, dos Emirados Árabes Unidos, e ficar livre para negociar com o Santos.

Protesto contra ingressos
Um grupo de aproximadamente 50 torcedores, não ligados a uniformizadas, protestou contra o aumento no preço dos ingressos em frente às bilheterias da Vila Belmiro. Foram abertas faixas com os dizeres "Cadê o alçapão? Vila de burguês", "Exploração" e "Laor Tio Patinhas" e jogados impressos de imitação da cédula de R$ 100, ilustrada com a figura do Tio Patinhas.

"É um absurdo a arquibancada custar R$ 100. O certo seria no máximo R$ 50, já que no Paulista o preço da arquibancada é R$ 30", disse um dos organizadores do movimento, Michel Marini. Ele é sócio do Santos e participou da vaquinha que arrecadou os R$ 100 gastos na confecção dos impressos atirados junto ao portão principal do estádio. O grupo só compareceu à Vila Belmiro para protestar e não assistiu ao jogo.

Os preços dos ingressos para os demais setores foram: cadeira lateral, R$ 200; cadeira de fundo e setor vip, R$ 180. Entradas para sócios teve desconto de 50%.

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