quarta-feira, 14 de julho de 2010

Coritiba 0 x 0 Bragantino - Coxa perdeu chance de ser líder sozinhoBragantino se defendeu bem e mereceu arrancar ponto na Arena Joinville
Joinville, SC, 13 (AFI) – O Coritiba perdeu seu lugar dentro do G4, zona de acesso, e a chance de assumir a liderança isolada do Campeonato Brasileiro da Série B ao empatar sem gols com o Bragantino, nesta terça-feira à noite, na Arena Joinville, pela oitava rodada.


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O empate acabou sendo justo, mas ruim para o time paranaense, agora com 15 pontos, em quinto lugar. O Bragantino se manteve em posição apenas regular, com nove pontos, na perigosa 15.ª posição, próximo à zona do rebaixamento.

Domínio enganoso
Apesar da maior disposição do Coritiba em atacar, faltou ao time paranaense criatividade para superar a boa marcação do Bragantino. Tanto que não houve nenhuma chance real para os paranaenses abrirem o placar no primeiro tempo.

Os dois times não mudaram no intervalo, mas o Bragantino voltou mais acesso. Tanto que criou uma grande chance aos oito minutos, quando Rodriguinho cabeceou e Edson Bastos fez grande defesa.

Mas, rapidamente, o Coritiba retomou as rédeas do jogo, criando várias chances para abrir o placar e transformando o goleiro Gilvan no melhor jogador em campo. O empate, porém, não deixou de ser justo pelo esforço do time paulista.

Próximos Jogos
Na sexta-feira, o Coritiba vai atravessar o país e enfrentar o América, em Natal, a partir das 21 horas, na abertura da nona rodada. No sábado à noite, em Bragança Paulista, o Bragantino recebe o Figueirense.

FICHA TÉCNICA

Coritiba 0 x 0 Bragantino

Local: Arena Joinville, em Joinville-SC
Renda e público: não divulgados.
Árbitro: José Acácio da Rocha-SC
Cartões amarelos: Júnior Lopes e Everaldo (Bragantino). Dudu (Coritiba)

Coritiba
Édson Bastos; Ângelo, Cleiton, Pereira e Lucas Mendes; Andrade (Ramon), Marcos Paulo, Enrico (Geraldo) e Dudu; Marcos Aurélio e Betinho (Renatinho).
Técnico: Ney Franco.

Bragantino
Gilvan; Júnior Lopes, André Astorga e Everaldo; Nêgo, Ronaldo, Emerson (Cícero), Éder e Anderson; Rodriguinho (Éverton) e Lúcio (Sílvio).
Técnico: Marcelo Veiga
Figueirense 2 x 0 Vila Nova - Figueira segue em ascensãoFigueirense 2 x 0 Vila Nova - Figueira segue em ascensão
Florianópolis, SC, 13 (AFI) - O Figueirense venceu o Vila Nova-GO, por 2 a 0, na noite desta terça-feira, no estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis, pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro da Série B e conseguiu manter a boa fase na competição mesmo com a paralisação de 38 dias por causa da Copa do Mundo.


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Com o resultado positivo, o Figueirense permanece na briga por uma vaga no G4. O time de Florianópolis chegou ao quarto jogo sem derrota, com um empate e três vitórias, com 16 pontos. Já o Vila Nova não conseguiu respirar na classificação e continua na lanterna com apenas três pontos.

O jogo
Empolgado pelas homenagens feitas ao meia Fernandes por se tornar o maior artilheiro da história do Figueira, com 95 gols, e do goleiro Wilson, que comemorou 200 jogos com a camisa do alvinegro, o time da casa foi para cima do adversário, tomando a iniciativa da partida, o time catarinense tinha mais posse de bola.

O ataque do Figueira apostava nas tabelas entre Willian e Fernandes para surpreender o adversário. Em uma delas, o time catarinense teve a chance de abrir o placar, quando o atacante ficou cara-cara com o goleiro Max, mas o jogador estava impedido.

Apesar de controlar a partida, foi o Figueirense tomou os primeiros sustos na partida. Primeiro aos nove minutos, com o meia David, que ficou cara-cara com o goleiro Wilson, que saiu bem do gol e evitou o gol com os pés.

Depois, aos 13 minutos, o meia Rodrigo Thiesen puxou contra-ataque e enfiou boa bola para Rogério, que entrou em velocidade e chegou chutando, mas a bola acabou indo para fora, assustando Wilson.

Mesmo depois do susto tomado no contra-ataque, o Figueirense seguia a tocar a bola, tentando sempre as jogadas pelo meio, mas o forte bloqueio na frente da área montado por Paulo Comelli impedia que o Figueirense levasse perigo ao gol.

Furou a muralha
Como estava difícil penetrar na área do Vila Nova, Robero Firmino resolveu tentar de longe e conseguiu. Aos 26 minutos, o meia arriscou de fora da área, a bola foi rasteira e cheia de efeito. A trajetória da bola acabou enganando o goleiro Max do Vila Nova , que errou o tempo de bola e acabou levando um frango.

O gol desestabilizou o time do Vila Nova, que passou a assistir o adversário tocar a bola e levar perigo ao gol de Max. Em uma delas o atacante Willian perdeu um gol incrível dentro da área, cara-cara com o goleiro do time adversário.

Como é de praxe no futebol, atacante quando tem uma segunda chance não perdoa. Foi o que aconteceu com Willian. Aos 36 minutos, o atacante recebeu passe dentro da área e de cara com o gol tocou no contrapé do goleiro Max, para o fundo das redes. Antes do apito final do primeiro tempo, Bruno fez boa jogada pela direita, invadiu a área, mas chutou em cima do goleiro Max.

Segundo tempo
Com boa vantagem no placar, o Figueirense a segunda etapa valorizando a posse de bola e tentando achar uma brecha na defesa adversária para definir o marcador. Logo aos cinco minutos, Fernandes teve boa chance de ampliar, mas o goleiro Max não repetiu o erro do primeiro gol e defendeu em dois tempos.

O Vila Nova não conseguia equilibrar a partida e era dominado completamente pelo adversário, levando pouco perigo ao goleiro Wilson. Enquanto o Figueirense cansava de perder oportunidades, como a de Maicon, eu recebeu cara-cara com Wilson, mas pegou embaixo da bola e acabou chutando fora do estádio. Com o placar já definido, o Figueirense continuou tocando a bola para gastar o tempo e esperar o jogo acabar.

Próximos jogos
Na próxima rodada, o Figueirense enfrenta o Bragantino, às 21 horas, do próximo sábado, no estádio Nabi Abi Chedid, em Bragança Paulista. Já o Vila Nova tenta reabilitação contra o Ipatinga, no mesmo dia, porém, mais cedo às 16 horas.

Ficha técnica

Figueirense 2 x 0 Vila Nova-GO

Local: Estádio Orlando Scarpelli, em Florianópolis
Árbitro: Jean Pierre Gonçalves Lima-RS
Cartões amarelos: Mímica, Rogério, Adilson (Vila Nova)
Gols: Roberto Firmino, aos 26’/1T, Willian, aos 34’/1T (Figueirense)

Figueirense
Wilson; Bruno, João Filipi, Roger Carvalho e Juninho; Ygor (Jeovânio), Coutinho, Maicon e Roberto Firmino; Fernandes (Jean Carioca) e Willian (Tássio)
Técnico: Márcio Goiano

Vila Nova-GO
Max; Dedê, Edér Lima, Dedê e Rogério; Juninho (Adilson), Rodrigo Thiesen, Erick e David; Roni (Gil) e Thiago Miracema (Bruno Lopes)
Técnico: Paulo Comelli
Ipatinga 1 x 3 Sport - Leão consegue sua terceira vitória seguidaSport conquista terceira vitória sob o comando do técnico Toninho Cerezo
Ipatinga, MG, 13 (AFI) - O Ipatinga chegou a sua sétima derrota no Campeonato Brasileiro da Série B. Nesta terça-feira, no Estádio Ipatingão, em Ipatinga, pela oitava rodada, o Tigre foi superado pelo Sport, por 3 a 1, que chegou a sua terceira vitória seguida, todas sob o comando do técnico Toninho Cerezo.


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Com dez pontos, o Sport está na 12ª colocação e tenta se aproximar do G4. Já o Ipatinga continua sua briga para deixar a zona do rebaixamento. Com três pontos, está na vice-lanterna.

Leão domina
O Sport começou o jogo melhor e logo aos cinco minutos abriu o marcador. Renato começou uma boa jogada no meio, lançou para Ciro, que de calcanhar ajeitou para Eduardo Ramos tocar rasteiro, na saída do goleiro.

O Leão continuou melhor e ampliou o marcador aos 22 minutos. Ciro, inspirado, fintou dois zagueiros e de fora da área arriscou. A bola entrou no canto esquerdo do goleiro Douglas, que nada pode fazer.

Com o placar ao seu favor, o Sport deu mole e deu espaço para o Ipatinga crescer na partida. Mas, com problema na armação das jogadas, o Tigre não conseguiar criar chances reais de gols e levou pouco perigo ao gol de Magrão.

Nos últimos minutos, o Sport perdeu uma grande chance com Germano. O meia entrou na área livre e bateu a esquerda, a bola tirou tinta da trave.

Leão fatal
Mesmo melhor, o Sport sofreu seu primeiro gol aos dez minutos. Após cobrança de falta, Renato desviou no primeiro pau. A bola sobrou para o zagueiro Leonardo só tocar para o fundo das redes.

O Ipatinga quase empatou aos 15 minutos. Luizinho rolou para Preto, que de primeiro acertou um lindo chute. A bola explodiu no travessão do goleiro Magrão que nada pode fazer.

O Tigre tentava chegar ao gol, mas esbarrava na forte defesa do Sport, que abusava dos contra-ataques e criava suas chances. Aos 41 minutos, Mateus, que entrou na segunda etapa matou o jogo.

Ele recebeu lançamento, ganhou na corrida da zaga e tocou na saída do goleiro Douglas, que nada pode fazer. Com o terceiro gol, o Ipatinga perdeu sua força e mais nada fez no jogo.

Próximos jogos
No próximo sábado, às 16h10, as duas equipes voltam aos gramados. O Sport joga em Recife, contra a Ponte Preta, na Ilha do Retiro. Já o Ipatinga viaja até Goiânia, onde enfrenta o Vila Nova.

Ficha Técnica

Ipatinga 1 x 3 Sport

Local: Estádio Ipatingão, em Ipatinga
Árbitro: Devarly Lira do Rosario-ES
Público: 985 torcedores
Renda: R$ 7.595,00 reais
Cartões Amarelos: Walter Minhoca e Marinho Donizeti (Ipatinga)
Gols: Eduardo Ramos aos 5'/1T, Ciro aos 22'/1T e Mateus aos 41'/2T (Sport); Leonardo aos 10'/2T (Ipatinga)

Ipatinga
Douglas; Luizinho, Marcelinho, Leonardo e Marinho Donizete; Tiago Mathias (Chiquinho), Dirceu, Max Carrasco e Walter Minhoca (Fabiano); Jajá (Ademilson) e Preto.
Técnico: Leonardo Condé.

Sport
Magrão; Renato (Kássio), Marcel, Tobi (Mateus) e Dutra; Germano, César Lucena, Eduardo Ramos e Moisés; Dairo (Eduardo Ratinho) e Ciro.
Técnico: Toninho Cerezo.

Com três gols de Somália, Duque bate a Portuguesa por 3 a 2 no EngenhãoAtacante veterano brilhou e marcou três gols, decidindo a partida ao ascendente Duque
Rio de Janeiro, RJ, 13 (AFI) - Em um jogo sonolento no primeiro tempo e emocionante no segundo, o Duque de Caxias conquistou sua segunda vitória consecutiva no Campeonato Brasileiro da Série B, ao derrotar a Portuguesa por 3 a 2, na noite desta terça-feira, em duelo realizado no Engenhão e válido pela oitava rodada da competição.


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Com o resultado, o Duque de Caxias foi a seis pontos ganhos, enquanto que a Portuguesa se manteve com 13 pontos, ainda fora do G4. A partida marcou a estreia do atacante Somália, e em grande estilo: o veterano marcou três gols e foi o herói do jogo. O duelo também marcou a estreia com vitória do técnico Gilson Kleina no comando do time carioca.

Em campo, e sem Dodô...
A expectativa na Portuguesa era pela estreia do atacante Dodô , mas pelo menos no início da partida, ela não se concretizou, já que o técnico Vadão optou por começar com Malaquias e Kempes no ataque. Dodô continua se recuperando fisicamente. Um luxo! Pior para a Lusa, ainda muito instável, e que sofreu a segunda derrota seguida, porque na sétima rodada tinha perdido para o paraná, por 2 a 1, em Curitiba.

O trabalho do técnico vadão já começa a ser questionado, uma vez que tem contado com total retraguarda da diretoria, inclusive, tendo a chance de realizar uma intertemporada na cidade de Mogi das Cruzes.

Aos seis minutos de jogo, o segundo já mostrou a que veio no duelo, cabeceando firme um cruzamento de Paulo Sérgio e obrigando o goleiro Erivelton a fazer grande defesa.

O mesmo Kempes tentou a sorte de fora da área, seis minutos depois, mas não acertou o gol. O Duque de Caxias, por outro lado, jogava mais retraído, tentando explorar os contra-ataques, chegando pela primeira vez ao gol de Andrey aos 22 minutos, quando Leandro Teixeira soltou um tirombaço de fora da área. O goleiro da Lusa agarrou firme.

O chute foi a última situação criada pelas duas equipes, que fizeram um jogo feio e truncado no meio-de-campo. Para piorar, os dois times erravam muitos passes: até o final da primeira etapa, 50 deles não alcançaram seu destino. A única chance realmente aguda de gol aconteceu aos seis minutos, com Kempes, e a sonolenta primeira etapa ficou no 0 a 0.

Relâmpago!
No segundo tempo, as duas equipes voltaram sem modificações, e a Portuguesa continuou tomando a iniciativa do jogo. Assim como aconteceu na primeira etapa, a Lusa criou uma boa chance de gol, logo aos oito minutos do segundo tempo, quando Malaquias escorou para Héverton, que recebeu bola na entrada da área e chutou firme para o gol. Erivélton, atento, pulou no canto e fez uma boa defesa.

Minutos depois, o duelo ganhou vida. Aos dez, a Portuguesa fez bela trama de ataque e conseguiu chegar ao seu tento. No lance, Athirson recebeu a bola após boa troca de passes e serviu Héverton, que já dentro da pequena área, tirou do goleiro e tocou para as redes, abrindo o placar. Dois minutos depois, porém, o Duque colocaria a igualdade no marcador.
Após cobrança de falta de Mancuso, a bola sobrou para Somália, que bateu forte, colocando a bola no contrapé de Andrey, empatando o jogo.

De novo?
A partida caiu novamente de produção após a anotação dos dois tentos, e ninguém conseguia criar mais nada. O Duque nada fazia no ataque, enquanto que a Portuguesa só voltou a ameaçar aos 30 minutos, em um forte chute de Romano de fora da área. Quase dois minutos depois, Héverton, que estava bem no jogo, abriu espaços na zaga do time carioca, e a Lusa chegou ao seu segundo gol, embora a partida caminhasse para um empate.

No lance, o meia encontrou Athirson entrando na área e executou o passe. Na cara do gol, o veterano só teve o trabalho de dar um tapa por cima do goleiro, marcando o segundo tento de sua equipe. Como "repeteco" do primeiro tempo, a Portuguesa bobeou novamente, cedendo o empate aos 35 minutos, em novo gol relâmpago do time do Rio de Janeiro.

O gol sofrido foi cortesia do goleiro Andrey, que saiu mal do gol em cobrança de falta, deixando que Somália antecipasse a bola e cabeceasse para empatar o jogo.

Três vezes ele!
Pouco tempo após sofrer o empate, a Lusa vacilou novamente na defesa, permitindo que Léo Guerreiro adentrasse a área em condições de fazer o terceiro gol do Duque. Como último recurso, o zagueiro Preto Costa derrubou o jogador, e o árbitro assinalou pênalti. Somália, que já havia marcado dois gols no jogo, mostrando seu faro matador, foi para a bola e bateu com tranquilidade, no ângulo direito da meta de Andrey.

O veterano se consagrava, enquanto que a Portuguesa conhecia uma derrota logo em sua reestreia pela Série B, e foi assim que o jogo terminou, mas não sem antes uma polêmica. No último lance do jogo, a Lusa teve um gol anulado - a bola bateu na rede pelo lado de fora, mas entrou no gol, enganando o bandeira, mas não o juiz. Susto passado, e vitória do Duque - a segunda consecutiva na competição.

Próximos jogos


Os dois times só voltam a campo no próximo final de semana, pela nona rodada. O Duque de Caxias joga sexta, contra o Santo André, às 21 horas, no Estádio Bruno José Daniel, enquanto que a Portuguesa atua às 16h10 do sábado, contra o Icasa, no Canindé.

FICHA TÉCNICA

Duque de Caxias 3 x 2 Portuguesa
Local: Estádio Engenhão, no Rio de Janeiro-RJ
Árbitro: Edivaldo Elias da Silva-PR
Cartões amarelos: Thiaguinho e Mancuso (Duque de Caxias); Ademir Sopa, Paulo Sérgio, Romano e Preto Costa (Portuguesa)
Gols: Somália aos 12'/2T, 35'/2T e 42'/2T (Duque de Caxias); Héverton aos 10'/2T e Athirson aos 31'/2T (Portuguesa)

Duque de Caxias
Erivelton; Amaral, Edson, Fabio Bráz e Marquinho ; Mancuso (Juninho), Leandro Teixeira, Thiaguinho (Chaves) e Leandro Chaves; Geovane Maranhão (Léo Guerreiro) e Somália.
Técnico: Gilson Kleina

Portuguesa
Andrey; Paulo Sérgio, Thiago Gomes, Preto Costa e Romano; Ademir Sopa (Marcos Paulo), Acleisson (Ronaldo), Héverton e Athirson (Celsinho); Malaquias e Kempes.
Técnico: Osvaldo Alvarez (Vadão)
Brasiliense 1 x 1 América-MG - Jandson salva o Coelho da derrota no finalzinho!O jogador marcou o gol de empate aos 45 minutos do segundo tempo
Taguatinga, DF, 13 (AFI) - Após a parada da Copa do Mundo, o Brasiliense que estava há quatro partidas sem vencer no Campeonato Brasileiro da Série B, recebeu na noite desta terça-feira no Serejão, em Taguatinga, pela oitava rodada o América-MG, e continuou sem ganhar. A partida terminou em 1 a 1, com o gol de empate do time mineiro acontecendo só no finalzinho da partida com o atacante Jandson.


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Com esse resultado o Brasiliense chegou aos 11 pontos, ocupando agora a 11ª colocação. Já o América-MG que era o vice-líder, chegou aos 14 pontos, ocupando agora a quinta posição no campeonato.

O gol do Brasiliense na partida foi marcado pelo atacante Aloísio Chulapa de cabeça, aos 36 minutos do primeiro tempo, após cruzamento da direita do lateral-direito Cicinho. O gol do América na partida aconteceu só aos 45 minutos do segundo tempo, após cabeceada do atacante Jandson que aproveitou cobrança de escanteio da direita

Só deu Jacaré
Jogando em casa o Brasiliense partiu para cima do América-MG, logo no início da partida. Quem teve a primeira chance foi o time da casa logo no primeiro minuto. O meia Ruy Cabeção recebeu a bola na esquerda e foi avançado, até que ele bateu, mas a bola acabou saindo para a linha de fundo.

O Ruy Cabeção continuou infernizando a zaga mineira, e aos seis minutos, ele teve outra grande oportunidade. O jogador recebeu a bola na entrada da área e bateu, a bola foi na canto rasteiro, obrigando o goleiro Flávio pular para defender.

A partida depois de um bom início do Jacaré, caiu de rendimento, e só voltou a ter uma boa chance aos 35 minutos com o atacante Fábio Júnior do América-MG. O jogador recebeu em boas condições, mas na hora do chute acabou chutando mascado, ficando fácil para o goleiro Guto fazer a defesa.

No lance seguinte, aos 36 minutos, o Brasiliense abriu o placar da partida com o Aloísio Chulapa. O lateral Cicinho desceu pela direita e cruzou, o atacante cabeceou encobrindo o goleiro Flávio para marcar o gol.

Equilibrado
O segundo tempo foi mais equilibrada, mas com poucas chances de gol de ambos os lados. A primeira oportunidade foi do atacante Fábio Júnior do América-MG. O jogador recebeu bom cruzamento e dominou, mas na hora do chute acabou batendo para a linha de fundo.

Aos 20 minutos, o Brasiliense teve a sua primeira grande chance na segunda etapa. Depois de bola alçada na área, o atacante Aloísio Chulapa cabeceou, a bola acabou raspando a trave esquerda do goleiro Gleguer, que havia acabado de entrar no lugar do goleiro Flávio que saiu machucado.

O meia do Coelho, Rodrigo aos 29 minutos, cobrou uma falta de longe direto para o canto direito do gol, obrigando o goleiro Guto a se esticar todo para espalmar a bola para escanteio.

Não valeu
Depois da cobrança de escanteio, houve uma confusão na área do Brasiliense, e o atacante Jandson do América-MG, cabeceou para o fundo das redes, mas o bandeira assinalou impedimento, anulando o gol dos mineiros.

Empatou
Na última chance da partida aos 45 minutos o time mineiro conseguiu chegar ao empate na partida. Depois do cruzamento de escanteio no primeiro poste, o goleiro Guto não achou nada e o atacante Jandson cabeceou para o fundo das redes. Depois do gol o jogador Thiaguinho do Brasiliense acabou sendo expulso.

Próximos jogos
Pela nona rodada o Brasiliense viaja até Arapiraca, na próxima sexta-feira para enfrentar o ASA, no Estádio Coaracy da Mata Fonseca, às 21 horas. Já o América-MG recebe no Estádio Arena do Jacaré, em Sete Lagoas o Náutico, no próximo sábado, às 16h10.

FICHA TÉCNICA

Brasiliense 1 x 1 América-MG

Local: Estádio Serejão, em Taguatinga-DF
Árbitro: Elmo Alves Resende-GO
Público: 2.702 pagantes
Renda: R$ 7.734,00
Cartões amarelos: Aloísio Chulapa, Deda e Iranildo (Brasiliense); Dudu, Fábio Júnior, Helton Luiz , Leandro Ferreira e Preto (América-MG)
Cartão vermelho: Thiaguinho (Brasiliense)
Gols: Aloísio Chulapa, aos 36’1T (Brasiliense); Jandson, aos 45’2T (América-MG

Brasiliense
Guto; Cicinho, Santiago, Dezinho e William; Deda, Ruy Cabeção, Thiaguinho e Iranildo (Marco Aurélio); Jean e Aloísio Chulapa (Bebeto).
Técnico: Ivo Wortmann

América-MG
Flávio (Gléguer); Micão, Preto e Fabrício (Marcus Vinícius); Marcos Rocha, Dudu, Leandro Ferreira, Helton Luiz (Jandson) e Rodrigo; Tiago Silvy e Fábio Júnior.
Técnico: Mauro Fernandes

domingo, 11 de julho de 2010

Transferências agitam o planeta bola Segunda-feira 5 de julho de 2010

Durante um mês, a Copa do Mundo da FIFA é o centro das atenções do planeta bola. Mas enquanto jogadores de quatro seleções disputam vagas na grande final da África do Sul 2010, outros astros dos gramados já se concentram em definir o seu futuro no futebol de clubes. O FIFA.com repassa as principais transferências das últimas semanas.

Como sempre, o currículo de atletas já consagrados foi abrilhantado ainda mais por suas atuações no Mundial. O Real Madrid, por exemplo, decidiu oferecer ao atacante argentino Gonzalo Higuaín o mesmo apoio de que ele desfruta na seleção, contratando o meia-esquerda do Benfica Ángel di María.

No rival Barcelona, que anunciou a chegada de David Villa antes da abertura da Copa do Mundo da FIFA 2010, o momento é de despedidas. O marfinense Yaya Touré jogará ao lado do irmão Kolo no Manchester City. O clube inglês receberá ainda dois semifinalistas da África do Sul 2010: o espanhol David Silva, que deixou o Valencia, e o alemão Jerome Boateng, que encerrou o seu contrato com o Hamburgo.

O Hamburgo perde um jogador do selecionado germânico mas ganha um da equipe da República Tcheca, o goleiro Jaroslav Drobny, que estava no Hertha Berlim, rebaixado para a segunda divisão. O Wolfsburg também aproveitou a fase ruim do time da capital alemã para reforçar o plantel com o defensor Arne Friedrich, que está na África do Sul. O Schalke 04, vice-campeão da Bundesliga, contratou o zagueiro do Japão e do Kashima Antlers Atsuto Uchida. Mas a contratação que mais agitou o futebol alemão coube ao Bayern Leverkusen, que recuperou o ídolo Michael Ballack, a grande ausência da equipe de Joachim Löw no Mundial. O meio-campista, cujo contrato com o Chelsea chegou ao fim, voltará ao clube com que fez muito sucesso entre 1999 e 2002.

Em Londres, quem assume o lugar de Ballack é Yossi Benayoun. Depois de ter passado por West Ham e Liverpool, o meia-atacante israelense continua na Inglaterra para vestir a camisa dos Blues. Para compensar a perda, o Liverpool trouxe do belga Standard de Liège um jogador que causou sensação no sul da África: o sérvio Milan Jovanovic, autor do gol da vitória sobre a Alemanha na primeira fase. O também sérvio Nikola Zigic troca o Valencia pelo Birmingham. Outra nova ameaça para os zagueiros ingleses é o argentino Mauro Boselli, bicampeão da Copa Libertadores da América em 2007 com o Boca Juniors e em 2009 com o Estudiantes. O atacante viverá no Wigan a sua segunda experiência no futebol europeu, após uma passagem discreta pelo Málaga em 2005/06.

O zagueiro portenho Gabriel Paletta deixa o Boca Juniors para tentar a sorte na Europa também pela segunda vez. Após uma temporada ruim e apenas três jogos disputados pelo Liverpool em 2006/07, Paletta voltará ao Velho Continente para defender as cores do Parma, cujo ataque será liderado pelo búlgaro Valeri Bojinov, que assinou com o clube ao término do seu período de empréstimo. Ainda na Itália, a Juventus decidiu apostar nos talentos locais contratando duas promessas da Azzurra: o meia-atacante Simone Pepe e o zagueiro Leonardo Bonucci. Os dois participaram da África do Sul 2010 e chegam respectivamente da Udinese e do Bari. Outro que esteve no sul do continente africano e agora troca de camisa na Série A é o argelino Abdelkader Ghezzal. Ele deixou o rebaixado Siena rumo ao Bari.

Na França, o Paris Saint-Germain abre a janela de contratações com o versátil Mathieu Bodmer, que passou os últimos meses no departamento médico do Lyon. O heptacampeão francês perde também Sidney Govou, de saída para o Panathinaikos. Para substitui-lo, o time trouxe do Rennes o atacante Jimmy Briand, que estreou na seleção nacional durante as eliminatórias para a África do Sul 2010. Quem tem a responsabilidade de balançar as redes pelo Rennes agora é o colombiano Victor Hugo Montaño, que passou quatro anos no Montpellier. Outra baixa importante na equipe é a do meia argentino Alberto Costa, contratado pelo Valencia.

O malinês Mouhamadou Dabo também está trocando o futebol francês pelo espanhol. Ele deixa o Saint-Étienne para defender o Sevilla na próxima temporada, enquanto Laurent Batlles chega ao clube vindo do Grenoble. Além de disputar a segunda divisão na próxima temporada, o Grenoble ainda perdeu o esloveno Bostjan Cesar, que irá para o Chievo depois do Mundial.

O sul-coreano Cha Du-ri foi eliminado nas oitavas de final da Copa do Mundo da FIFA 2010 e agora se concentra na ida para o Celtic. Ele havia passado oito anos na Alemanha, o último deles no Freiburg. O uruguaio Egidio Arévalo foi um dos responsáveis pela eliminação da Coreia do Sul e segue na briga pelo título mundial. As atuações do volante no Monterrey mexicano e nos estádios sul-africanos convenceram os dirigentes do Peñarol a repatriá-lo.

Enfim, Portugal deixou a competição cedo demais, mas talvez a campanha lusitana tivesse outro destino com a presença de João Moutinho, preterido pelo técnico Carlos Queiroz. O fato é que o Porto confia no meio-campista e conseguiu fazer com que ele deixasse o Sporting, com quem disputou 173 partidas desde a sua estreia profissional em 2004.

Designer critica severamente logotipo da Copa do Brasil em 2014

Campinas, SP, 11 (AFI) - O logotipo da Copa do Mundo do Brasil não representa o país, sentencia o designer gráfico Alexandre Wollner. Autor de mais de 180 logotipos - entre eles alguns bem familiares, como o do Itaú ou da Papaiz - ele ficou bastante insatisfeito com a marca oficial da Copa de 2014.

"É uma porcaria", lamenta.

A piada que ficou famosa no Twitter depois da divulgação do logo na quinta-feira (8) comparou a marca com a silhueta do líder espírita Chico Xavier. Wollner também enxergou no desenho um rosto, mas fez uma crítica ainda mais ferrenha.

"Olha bem para o desenho: é uma cara com a mão no rosto dizendo "que vergonha". Sabe quando você fala "que vergonha" e põe a mão no rosto?"

O objetivo do logo é representar a taça da Copa usando mãos que se entrelaçam. A escolha, porém, foi cercada de polêmica. A ADG (Associação dos Designers Gráficos do Brasil) publicou uma nota em que disse que foi excluída do processo pela Fifa. Além disso, o júri que elegeu o vencedor não foi composto por especialistas, mas tinha a modelo Gisele Bündchen, o escritor Paulo Coelho e a cantora Ivete Sangalo.

Para Wollner, o processo foi antiético:

"É isso que é a falta de ética. Não respeitam os profissionais, o profissionalismo".
Forlán é eleito o melhor da Copa e recebe a Bola de Ouro
Campinas, SP, 11 (AFI) - Eliminado na semifinal e grande estrela do Uruguai na Copa do Mundo, o atacante Diego Forlán foi eleito o grande jogador do Mundial em eleição realizada pela FIFA, encerrada logo após a final entre Espanha e Holanda, vencida pelos espanhóis por 1 a 0.

O jogador marcou cinco gols neste Mundial, encerrando a competição na artilharia, ao lado de Sneijder, Müller e Villa. Ao conntrário dos outros atletas, porém, Forlán atuava por um time considerado "azarão" e foi o grande comandante da equipe uruguaia, que terminou no quarto lugar desta Copa.

Autor de vários golaços, Forlán também quebrou uma tendência nos Mundiais: o melhor jogador da Copa sempre saía da final, desde 1990, última vez em que um jogador que não jogou a decisão levou a honraria. Na ocasião, Schillaci, da Itália, faturou o "título". Em 1994, 1998, 2002 e 2006, um jogador que participou da final sempre faturou o prêmio de melhor do Mundial.{

Confira os vencedores:

1982 - Paolo Rossi (ITA)
1986 - Maradona (ARG)
1990 - Schillaci (ITA)
1994 - Romário (BRA)
1998 - Ronaldo (BRA)
2002 - Kahn (ALE)
2006 - Zidane (FRA)
2010 - Forlán (URU)
Meia-atacante alemão é eleito o jogador revelação da Copa do Mundo
Campinas, SP, 11 (AFI) - A Copa do Mundo chegou ao seu final, com a vitória de 1 a 0 da Espanha sobre a Holanda na decisão do título. Com o torneio acabado, chegou a hora das premiações individuais. Logo após o duelo, a FIFA já divulgou o vencedor do prêmio de jogador revelção deste Mundial: Thomas Müller, da Alemanha.

O jovem meia-atacante germânico, de 20 anos, foi convocado de última hora para atuar no Mundial, mas deixou sua marca, anotando cinco gols nesta Copa do Mundo e deixando seus companheiros na cara do gol por diversas oportunidades.

Orgulhoso, Müller exaltou o trabalho realizado pelo técnico Joachim Low e agradeceu à equipe pelo prêmio conquistado. "É uma confirmação do bom trabalho realizado no ano que passou e é uma honra ser comparado a Beckenbauer ou Pelé. Mostra também que na Alemanha se faz um bom trabalho com os times de base", disse.

"Por isso quero agradecer à comissão técnica do Bayern de Munique e aos responsáveis pela equipe nacional pela oportunidade que me foi dada e pela confiança em mim depositada. Foi um prazer enorme ter jogado com os meus colegas na seleção", afirmou, sem deixar de lamentar o título que não veio.

"Preferiria, no entanto, que tivéssemos conquistado o título de campeões mundiais", concluiu a jovem promessa.
A Bola do Jogo Jo'bulani









Holanda 0 x 1 Espanha - Copa do Mundo conhece o campeão inédito
Campinas, SP, 11 (AFI) – Foi no sufoco, mas a Espanha finalmente conquistou a sua primeira Copa do Mundo. Neste domingo, jogando no Estádio Soccer City, em Joanesburgo, a seleção espanhola bateu a Holanda, por 1 a 0, com um gol marcado por Iniesta aos 11 minutos do segundo tempo da prorrogação. Cerca de 84.490 pessoas compareceram ao local e prestigiaram um jogo bastante equilibrado.

Esse foi o primeiro título da história da Fúria, que foi superior durante todo o confronto. Já a Laranja Mecânica não conseguiu mostrar o mesmo futebol dos últimos jogos e acabou ficando com o vice-campeonato – o terceiro da sua história - e aumentando ainda mais o título de seleção amarelona.

Além disso, o título coroou a participação do Polvo Paul nesta Copa do Mundo na África do Sul. O animal manteve com 100% de aproveitamento em seus palpites. Na última sexta-feira, ele havia apostado que a Espanha iria conquistar o Mundial, assim como a Alemanha iria ficar na terceira colocação, coisas que acabaram se concretizando neste final de semana.

Marcas históricas!
Com a conquista da Espanha, o continente europeu passou na frente da América do Sul em número de títulos conquistados. São 11 taças (Itália - quatro vezes; Alemanha três; Inglaterra, França e Espanha um cada) contra nove (Brasil cinco vezes; Argentina e Uruguai duas).

Além disso, a Fúria conseguiu um feito que somente o Brasil havia conquistado em 80 anos de Copa. Desde que o primeiro Mundial foi disputado, no Uruguai, somente a Canarinha levantou a taça em outro continente. A Seleção conquistou o título de 1958, na Suécia, e o de 2002, na Coréia do Sul/Japão.

Caminhos diferentes
As duas seleções encararam caminhos bem parecidos durante o Mundial. Contando com um pouquinho de sorte, ambas escaparam de uma maratona de confrontos contra seleções de tradição. A Holanda, por exemplo, teve pela frente Japão, Dinamarca e Camarões na primeira fase.

A única pedreira foi o Brasil, já que passou pela Eslováquia nas oitavas e o valente, porém limitado, Uruguai nas semifinais. Até por isso, os holandeses conseguiram acumular seis vitórias em seis jogos, perdendo justamente no momento em que mais precisa do resultado positivo.

A Espanha também teve um grupo relativamente fraco, na primeira fase. Mesmo assim, perdeu a estreia para a Suíça, e depois recuperou-se contra Chile e Honduras. Nas oitavas, passou por uma seleção portuguesa esfacelada e nas quartas superou o Paraguai. Somente na semi pegou a Alemanha e, aí sim, confirmou sua força.

Equilíbrio e muitos cartões
Com duas seleções que saem em busca do gol, o começo do jogo teve três bons lances de perigo. Logo aos cinco minutos, Xavi cruzou para a área e Sérgio Ramos cabeceou firme, mas Stekelenburg fez grande defesa. No rebote, Piqué bateu e parou novamente no camisa 1 holandês.

Na sequência, Kuyt aproveita falha de Xabi Alonso e bate de longa distância, mas para na defesa tranquila de Casillas. A resposta espanhola saiu aos 17 minutos, quando Villa pegou cruzamento de Xavi e bateu na rede pelo lado de fora.

Aos 17 minutos, Sneidjer cobrou falta direta nas mãos do goleiro adversário. O jogo ficou bastante equilibrado e somente uma bola despretensiosa levantou a torcida. Heitinga foi devolver para Casillas, mas pegou muito forte e quase encobriu o camisa 1 da Espanha, que de um tapinha e mandou para esncateio. Na cobrança, Sneidjer devolveu a bola para o adversário.

A seleção espanhola voltou a assustar aos 38 minutos. Pedro recebeu de fora da área e bateu forte, assustando o goleiro Stekelenburg. A última chance da Laranja Mecânica aconteceu aos 45, quando Robben chutou rasteiro e Casillas mandou para escanteio. Bastante disputado, o primeiro tempo ficou marcado pelo grande número de cartões amarelos: 3 para a Holanda e dois para a Espanha.

Nada de gols
Diferente do primeiro tempo, que começou bastante movimentado, as duas seleções voltaram mais cuidadosas do intervalo. Aos seis minutos, Robben arriscou de fora da área e Casillas fez tranqüila defesa. Na sequência, Xavi cobrou falta por cima da barreira e quase a acertou o ângulo de Stekelenburg, que apenas acompanhou.

A melhor chance do jogo aconteceu aos 16 minutos. Sneidjer deu um grande lançamento para Robben, que invadiu a área e tocou na saída de Casillas, que fechou muito bem o ângulo e fez uma linda defesa, salvando a Espanha. O confronto ficou novamente concentrado no meio-campo até os 24 minutos, quando a Espanha criou uma grande chance.

Navas fez uma boa jogada e cruzou rasteiro. Após atrapalhada de Heitinga, a bola sobrou para Villa, que bateu para o gol e o zagueiro holandês se redimiu, mantendo o placar em igualdade. O artilheiro da Copa voltou a assustar aos 31 minutos. Villa recebeu passe de Xavi e bateu, mas a bola foi desviada e saiu para escanteio. Na cobrança, Sérgio Ramos subiu livre e cabeceou por cima do gol, perdendo grande oportunidade.

Robben perdeu mais uma grande chance aos 38 minutos. O atacante arrancou em velocidade e saiu na cara de Casillas, mas tentou driblar o goleiro adversário, que mais uma vez saiu muito bem e ficou com a bola. Faltando pouco tempo para o término do jogo, as duas seleções pouco se arriscaram e esperaram o apito do árbitro, levando a decisão para a prorrogação.

Espanha perde muitos gols!
A primeira grande chance da prorrogação foi da Espanha. Após confusão dentro da área, a bola sobrou para Villa, que bateu forte em cima da zaga adversária, conquistando o escanteio. Os jogadores espanhóis ficaram pedindo pênalti em Iniesta no mesmo lance.

Na sequência, Iniesta deu grande passe para Fábregas, que invadiu a área e tocou na saída de Stekelenburg. Porém, o goleiro holandês salvou fechando bem o ângulo. Aos dez minutos, Navas recebeu e bateu forte, mas a bola tocou no zagueiro e acertou a rede do lado de fora.

Mostrando mais vigor físico, a Espanha era superior em campo e assustou mais uma vez. Fábregas fez grande jogada individual, deixou três marcadores para trás e bateu para fora no último lance de perigo do primeiro tempo.

Fúria conquista título inédito
A Espanha ficou em superioridade numérica aos quatro minutos do segundo tempo, quando Heitinga puxou Iniesta na entrada da área e recebeu o segundo cartão amarelo, deixando o gramado mais cedo.

Na cobrança de falta, Xavi pegou mal e mandou por cima do gol de Stekelenburg. Com um a menos, a Holanda assustava apenas em lance de bola parada. Aos nove minutos, Sneidjer cobrou falta de longa distância, mas a bola desviou na barreira e passou raspando a trave de Casillas.

O gol do título saiu aos 11 minutos do segundo tempo. Navas tocou para Iniesta, que dominou a bola na entrada da área e bateu na saída do goleiro adversário, praticamente liquidando o jogo. Os holandeses reclamaram bastante da arbitragem, mas não conseguiram mostrar forças para ir em busca do empate.

Ficha Técnica

Holanda 0 x 1 Espanha

Local: Soccer City, em Joanesburgo
Árbitro: Howard Webb (ING)
Cartões Amarelos: Van Persie, Van Bommel, Van Bronckhorst, Heitinga, Robben, Van der Wiel, Mathijsen e De Jong (Holanda); Puyol, Capdevila, Xavi, Iniesta e Sergio Ramos (Espanha)
Cartão Vermelho: Heitinga (Holanda)
Gol: Iniesta aos 11’/2T da prorrogação (Espanha)

Holanda
Stekelenburg; Van der Wiel, Heitinga, Mathijsen e Van Bronckhorst (Braafheid); De Jong (Van der Vaart), Van Bommel e Sneijder; Robben, Van Persie e Kuyt (Elia).
Técnico: Bert van Marwijk

Espanha
Casillas; Sergio Ramos, Piqué, Puyol e Capdevila; Busquets, Xabi Alonso (Fábregas), Xavi e Iniesta; Pedro (Navas) e David Villa (Fernando Torres).
Técnico: Vicente del Bosque

sábado, 10 de julho de 2010

Platini deixa hospital e quer ir à final da Copa do Mundo
Campinas, SP, 10 (AFI) - O francês Michel Platini, ex-craque da seleção de seu pais e atual presidente da UEFA, entidade máxima do futebol europeu, deixou o hospital onde estava internado em Joanesburgo. O fato ocorreu na madrugada de sexta para sábado, por volta das 4 horas da manhã.

De acordo com a FIFA, o dirigente francês ainda disse que pretende marcar presença na final da Copa do Mundo, entre Holanda e Espanha - jogo que acontece no Estádio Soccer City, às 15h30 deste domingo, em Joanesburgo.

Platini foi internado às pressas na noite de sexta-feira, após sentir um súbito mal-estar em um restaurante da cidade. Algumas fontes chegaram a dizer o francês teria sofrido um ataque no coração, mas a FIFA desmentiu a hipótese em seu comunicado oficial, afirmando que o ex-jogador passou por vários exames, onde nenhum problema sério de saúde foi detectado.

O susto teria ocorrido em decorrência de uma forte gripe, que causava mal-estar no francês há cerca de cinco dias, mas aparentemente, o carrasco do Brasil na Copa de 1986 (na época, marcou um gol contra o Brasil, nas quartas-de-final), não perde a final deste Mundial por nada.
Platini deixa hospital e quer ir à final da Copa do Mundo
Campinas, SP, 10 (AFI) - O francês Michel Platini, ex-craque da seleção de seu pais e atual presidente da UEFA, entidade máxima do futebol europeu, deixou o hospital onde estava internado em Joanesburgo. O fato ocorreu na madrugada de sexta para sábado, por volta das 4 horas da manhã.

De acordo com a FIFA, o dirigente francês ainda disse que pretende marcar presença na final da Copa do Mundo, entre Holanda e Espanha - jogo que acontece no Estádio Soccer City, às 15h30 deste domingo, em Joanesburgo.

Platini foi internado às pressas na noite de sexta-feira, após sentir um súbito mal-estar em um restaurante da cidade. Algumas fontes chegaram a dizer o francês teria sofrido um ataque no coração, mas a FIFA desmentiu a hipótese em seu comunicado oficial, afirmando que o ex-jogador passou por vários exames, onde nenhum problema sério de saúde foi detectado.

O susto teria ocorrido em decorrência de uma forte gripe, que causava mal-estar no francês há cerca de cinco dias, mas aparentemente, o carrasco do Brasil na Copa de 1986 (na época, marcou um gol contra o Brasil, nas quartas-de-final), não perde a final deste Mundial por nada.
Platini deixa hospital e quer ir à final da Copa do Mundo
Campinas, SP, 10 (AFI) - O francês Michel Platini, ex-craque da seleção de seu pais e atual presidente da UEFA, entidade máxima do futebol europeu, deixou o hospital onde estava internado em Joanesburgo. O fato ocorreu na madrugada de sexta para sábado, por volta das 4 horas da manhã.

De acordo com a FIFA, o dirigente francês ainda disse que pretende marcar presença na final da Copa do Mundo, entre Holanda e Espanha - jogo que acontece no Estádio Soccer City, às 15h30 deste domingo, em Joanesburgo.

Platini foi internado às pressas na noite de sexta-feira, após sentir um súbito mal-estar em um restaurante da cidade. Algumas fontes chegaram a dizer o francês teria sofrido um ataque no coração, mas a FIFA desmentiu a hipótese em seu comunicado oficial, afirmando que o ex-jogador passou por vários exames, onde nenhum problema sério de saúde foi detectado.

O susto teria ocorrido em decorrência de uma forte gripe, que causava mal-estar no francês há cerca de cinco dias, mas aparentemente, o carrasco do Brasil na Copa de 1986 (na época, marcou um gol contra o Brasil, nas quartas-de-final), não perde a final deste Mundial por nada.
Não! Presidente do Palmeiras descarta liberar Felipão para a seleção
São Paulo, SP, 10 (AFI) – O técnico Felipão já havia anunciado que aceitaria novamente comandar a Seleção Brasileira, mas que a decisão ficaria para os dirigentes do Palmeiras. Porém, o presidente Luiz Gonzaga Belluzzo descartou liberar o novo comandante alviverde.

Ao ser questionado sobre a oportunidade de dividir Felipão com a seleção, o dirigente mostrou irritação e declarou que não quer mais saber desse assunto, pois o treinador já havia revelado que voltou para o Brasil focado no trabalho do Verdão.

“Isso não está mais em questão. Não existe mais esta discussão. Este assunto já está superado. Felipão já disse várias vezes que vem para trabalhar no Palmeiras. Quando ele falou sobre dividir o cargo?”, comentou Belluzzo.

Agora, resta a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) procurar um novo treinador para substituir Dunga, que deixou o cargo após a eliminação precoce na Copa do Mundo da África do Sul. Os mais cotados são Mano Menezes, do Corinthians, e Muricy Ramalho, do Fluminense.

Sortudo! Atacante da seleção inglesa passa férias ao lado de sua bela namorada

Campinas, SP, 10 (AFI) – O atacante Peter Crouch não teve muitas oportunidades na seleção inglesa durante a Copa do Mundo, mas segue batendo um bolão fora das quatro linhas. O jogador está passando férias ao lado de sua bela namorada Abbey Clancy.

O casal foi flagrado passando férias no sul da França e se mostraram bastante felizes. Crouch, atualmente no Tottenham-ING, subiu em um trampolim e pulou na piscina, enquanto era observado por Abbey.

Até parecia que a seleção da Inglaterra não tinha sido eliminada da Copa do Mundo na África do Sul, pela Alemanha, nas oitavas-de-final, após carimbar o passaporte na primeira fase no sufoco, sem mostrar um grande futebol.

Confira na Galeria FI as fotos da noiva do atacante grandalhão e veja se ele tem motivos para ficar triste com a eliminação inglesa.
Holanda x Espanha - Quem será o último dos amarelões?
Campinas, SP, 10 (AFI) - Depois de 30 dias e 63 partidas, finalmente chegou a hora da verdade na Copa do Mundo da África do Sul. Neste domingo, a partir das 15h30 (horário de Brasília), Holanda e Espanha entram em campo no pomposo Soccer City, em Joanesburgo, em busca de um título inédito e para por um fim definitivo ao rótulo de "amarelão". Mas somente uma das duas seleções sairá de campo livre desta pecha.

O duelo tem vários ingredientes para tornar-se histórico. O primeiro e mais importante é o fato de que ambas lutam pelo primeiro título em Copas do Mundo. Além disso, o continente europeu desempatará no número de títulos contra a América do Sul. Serão dez taças (Itália quatro vezes;
Alemanha três; Inglaterra, França e Holanda/Espanha um cada) contra nove (Brasil cinco vezes; Argentina e Uruguai duas).

Não bastasse isso, a Laranja Mecânica ou a Fúria conseguirá um feito que somente o Brasil conquistara em 80 anos de Copa. Desde que o primeiro Mundial foi disputado, no Uruguai, somente a Canarinha levantou a taça em outro continente. A Seleção conquistou o título de 1958, na Suécia, e o de 2002, na Coréia do Sul/Japão.

Por fim, esta decisão acaba também com uma hegemonia histórica, que dura também desde a primeira Copa. É a primeira vez na história que a final não contará com pelo menos uma das quatro seleções mais tradicionais do mundo: Brasil, Itália, Alemanha e Argentina. Em todos os mundiais, até hoje, um dos quatro esteve na partida decisiva.

Tradição laranja
Embora tenha menos participações em Copas do Mundo, a Holanda ostenta a vantagem quando o assunto é eficiência e tradição. Das nove edições que disputou, esta é a terceiro decisão que terá pela frente. Com o grande time que ficou conhecido como Carrossel Holandês, a Laranja chegou às finais de 1974 e 1978, perdendo ambas para Alemanha e Argentina, respectivamente.

Enquanto isso, a "La Roja" já participou de 13 mundiais, mas nunca conseguiu um resultado expressivo. Sua melhor colocação foi um quarto no lugar, em 1950, no Brasil. Nas últimas edições, quase sempre o país ibérico entrou como um dos favoritos, mas o melhor que conseguiu foi chegar às quartas-de-final em 86, 94 e 2002.

Quando o assunto é retrospecto de confrontos, os holandeses também levam a melhor. Até hoje, as duas equipes já se enfrentaram em oito oportunidades, quando quatro vitórias da Holanda, três vitórias da Espanhe e um empate. São dez gol marcados pelos holandeses e 12 gols sofridos.

Caminhos diferentes
As duas seleções encararam caminhos bem parecidos durante o Mundial. Contando com um poquinho de sorte, ambas escaparam de uma maratona de confrontos contra seleções de
tradição. A Holanda, por exemplo, teve pela frente Japão, Dinamarca e Camarões na primeira fase.

A única pedreira foi o Brasil, já que passou pela Eslováquia nas oitavas e o valente, porém limitado, Uruguai nas semifinais. Até por isso, os holandeses conseguiram acumular seis vitórias em seis jogos, até agora.

A Espanha também teve um grupo relativamente fraco, na primeira fase. Mesmo assim, perdeu a estreia para a Suíça, e depois recuperou-se contra Chile e Honduras. Nas oitavas, passou por uma seleção portuguesa esfacelada e nas quartas superou o Paraguai. Somente na semi pegou a Alemanha e, aí sim, confirmou sua força.

Duelos à parte
Não será também somente o título mundial que estará em jogo. Cinco jogadores entrarão em campo para disputar um duelo particular. Os meias Iniesta e Xavi e o atacante David Villa, da Espanha, além do meia Sneijder e do atacante Robben, da Holanda, estão entre os dez indicados para disputar o prêmio de craque do torneio. Certamente, o vencedor será aquele que se destacar mais na seleção campeã.

Outra atração será a briga pela artilharia. Villa e Sneijder somam cinco gols cada. Hoje, eles dividem a tabela de artilheiros ao lado de Müller (Alemanha) e Forlán (Uruguai). Ambos, porém, já encerraram suas participações.

Villa, aliás, poderá fazer "barba, cabelo e bigode". Considerado o principal responsável pela classificação espanhola à final. Além da taça, prêmio de craque e artilharia, ele terá nova chance de tornar-se o maior arilheiro da história da Fúria. Atualmente, ele soma 43 gols em 64 jogos. Raul fez 44 gol em 102 partidas.

Times completos
Para delírio dos fãs de futebol, Holanda e Espanha entrarão em campo com o que tem de melhor. O técnico Bert van Marwijk ganhou dois importantes reforços na Laranja. O lateral-direito Van der Wiel e o volante De Jong retornam de suspensão.

Com um futebol mais pragmático do que encantandor, a Holanda aposta na objetividade para chegar ao título inédito. "Prefiro jogar uma partida extremamente feia e vencer do que jogar bonito e perder", afirmou Robben.

Na Espanha, o técnico Vicente De Bosque não terá mudanças em relação ao time que superou a Alemanha. O jovem Pedro segue na vaga de Fernando Torres, enquanto Fábregas continua esquentando o banco de reserva.

"Nós não queremos ser a nova Laranja Mecânica. Queremos ser campeões. Seria extremamente justo para o futebol e bom para o esporte se a Espanha fosse campeã", comentou Xavi.

Ficha Técnica

Holanda x Espanha

Local: Soccer City, em Joanesburgo
Data: 11/07/2010 (domingo)
Horário: 15h30 (de Brasília)
Árbitro: Howard Webb (ING)

Holanda
Stekelenburg; Van der Wiel, Heitinga, Mathijsen e Van Bronckhorst; De Jong, Van Bommel e Sneijder; Robben, Van Persie e Kuyt.
Técnico: Bert van Marwijk

Espanha
Casillas; Sergio Ramos, Piqué, Puyol e Capdevila; Busquets, Xabi Alonso, Xavi e Iniesta; Pedro e David Villa.
Técnico: Vicente del Bosque







Uruguai 2 x 3 Alemanha - Valente, Uruguai cai diante da eficiência alemã
Campinas, SP, 10 (AFI) - Em um dos melhores jogos desta Copa do Mundo, Uruguai e Alemanha se enfrentaram na disputa do terceiro lugar, e os europeus levaram vantagem, vencendo por 3 a 2. O duelo foi realizado na tarde deste sábado, no Estádio Nelson Mandela Bay, em Port Elizabeth, em um dia em que talvez pela primeira vez neste Mundial, as duas equipes jogaram sem pressão e sem medo.

O resultado foi um duelo espetacular e cheio de reviravoltas. No final, a Alemanha acabou conquistando o terceiro lugar de uma Copa pela quarta vez em sua história. Antes, os germânicos já haviam terminado neste posto em 1934, 1970 e 2006. Curiosamente, foi a segunda vez que a Alemanha bateu o time uruguaio em uma disputa de terceiro lugar. Na outra ocasião, vitória por 1 a 0, em 1970, na Copa do México.

Recordista de participações em semifinais (12 ao todo), a Alemanha também é o time que ficou mais vezes no terceiro lugar de um Mundial. Um recorde, porém, ficou intacto - o do atacante Ronaldo, que continua sendo o maior artilheiro da história das Copas, com 15 gols, já que Klose, seu concorrente, não jogou e estacionou nos 14 tentos marcados.

Jogo franco
Deixando o desânimo por ter ficado fora da final de lado, as duas equipes entraram em campo motivadas a buscar o honroso terceiro lugar e também para fazer um bom jogo de futebol. Foi o que se viu no primeiro tempo, com os dois times buscando o gol a todo momento. O Uruguai criou a primeira chance, aos sete minutos, quando o perigoso Forlán desferiu bom chute de direita. A bola passou raspando a trave do goleiro Butt, que assim como outros jogadores reservas, ganhou uma oportunidade no time titular germânico.

Três minutos depois, veio a resposta dos alemães, quando o zagueirão Friedrich subiu mais que todo mundo na área e carimbou o travessão de Muslera, após cobrança de escanteio. Aos 16 minutos, saiu o primeiro tento do jogo, cortesia do time alemão. No lance, Schweinsteiger arriscou chute de longa distância. Muslera deu rebote, e Muller, um dos melhores jogadores da equipe neste Mundial, tocou com tranquilidade para o fundo das redes. O Uruguai, porém, não estava disposto a entregar os pontos tão cedo, e foi em busca do empate.

Aos 25 minutos, ele quase veio, quando Suarez arriscou de fora da área. A bola resvalou na zaga e sobrou para Forlán, que dentro da pequena área, cabeceou em cima do zagueiro Mertesacker. Dois minutos depois, porém, a Celeste chegaria ao empate. O mesmo Schweinsteiger que criou a jogada do primeiro gol, deu bobeira no meio-campo, armando o contra-ataque uruguaio. Suarez recebeu a bola, avançou pelo meio-campo e abriu para Cavani, que dentro da área, bateu cruzado para colocar a igualdade no placar.

O time sul-americano ainda perdeu uma grande chance de virar o jogo no primeiro tempo, quando Suarez recebeu livre pela direita da área e chutou cruzado, raspando a trave de Butt, já aos 42 minutos. No emocionante primeiro tempo, foi só.

O gol da Copa
Melhor em campo e com motivação extra por ser considerado o time azarão no duelo, o Uruguai voltou para a segunda etapa mostrando suas armas, ou melhor, sua principal arma: o atacante Forlán. Logo aos cinco minutos, o jogador marcou um gol antológico no Mundial da África do Sul. No lance, Suarez enfiou bola para Arévalo, que viu Forlán bem posicionado na entrada da área. O passe veio à meia altura, e o atacante uruguaio acertou um voleio espetacular, no contrapé de Butt. Foi o quinto tento dele na Copa, e que golaço.

Que fase...
Enquanto que Forlán, Suarez e companhia faziam o seu melhor para dar o terceiro lugar ao Uruguai, o goleiro Musleira parecia ter outras pretensões no duelo. No primeiro tento da Alemanha, o arqueiro rebateu a bola nos pés de Muller, e aos 11 minutos, resolveu aprontar de novo. Após cruzamento de Boateng pela direita, o goleirão saiu mal de sua meta e Jansen, meio que sem querer, cabeceou a bola para empatar o duelo, que era um dos melhores da Copa do Mundo. A resposta uruguaia veio aos 20 minutos, quando Cavani recebeu cara a cara com Butt, mas não conseguiu finalizar.

Forlan ficou com o rebote, e chutou em cima do arqueiro alemão, e o jogo continuava em um ritmo frenético, sob a forte chuva que caía no Nelson Mandela Bay. A Alemanha, ameaçou novamente, em duas oportunidades. A primeira, aos 26, quando Cacau recebeu bola no bico da área, e livre, bateu por cima do gol, raspando o travessão. Três minutos depois, Schweinsteiger arriscou de fora da área, e a bola também passou muito perto da meta de Muslera.

As vuvuzelas estavam a mil, como há muito tempo não se via na Copa, e o time germânico continuava mais perigoso. Aos 30, Kiessling, que tinha acabado de entrar, recebeu dentro da área e bateu forte, cruzado, para uma rara intervenção de Muslera. O matador Klose, no banco de reservas, assistia frustrado enquanto seus colegas de ofício desperdiçavam boas chances.

É gol!
Já aos 37 minutos, quando a partida caminhava para a prorrogação, a Alemanha mostrou sua costumeira frieza e crueldade em conseguir resultados, para marcar o gol que lhe daria a vitória. O tento foi cortesia do volante Khedira, que aproveitou bate-rebate dentro da área e testou firme no rebote da zaga, encobrindo o goleiro Musleira.

A Alemanha ainda perdeu uma bela chance de ampliar o placar, enquanto que o Uruguai esboçou uma pressão, sem conseguir empatar. No último minuto do jogo, Forlán carimbou uma falta no travessão, em um dos mais impressionantes momentos deste Mundial. A bola acabou saindo, e o árbitro decretou o final da partida. Mais frustrado que os sul-americanos no final do jogo estava Klose, que ficou na saudade e perdeu a chance de quebrar o recorde de Ronaldo. O brasileiro continua sendo o maior artilheiro da história das Copas, com 15 gols.

Ficha Técnica

Uruguai 2 x 3 Alemanha
Local: Estádio Nelson Mandela Bay, em Port Elizabeth, na África do Sul
Árbitro: Benito Archundia (MEX)
Cartões amarelos: Aogo e Cacau (Alemanha)
Gols: Muller aos 16'/1T, Jansen aos 11'/2T e Khedira aos 37'/2T (Alemanha); Cavani aos 27'/1T e Forlán aos 5'/2T (Uruguai)

Uruguai
Muslera; Maxi Pereira, Lugano, Godín e Fucile; Arévalo, Diego Pérez (Gargano) e Cáceres; Forlán, Cavani (Loco Abreu) e Luis Suarez.
Técnico: Oscar Tabarez

Alemanha
Butt; Boateng, Friedrich, Mertesacker e Aogo; Khedira, Schweinsteiger, Muller, Ozil (Tasci) e Jansen (Kroos); Cacau (Kiessling).
Técnico: Joachim Low

quarta-feira, 7 de julho de 2010







Alemanha 0 x 1 Espanha - Copa terá campeão inédito!
Campinas, SP, 07 (AFI) - Doze anos depois a Copa do Mundo voltará a ter um campeão inédito, assim como aconteceu em 1998 com a França. A Espanha garantiu pela primeira vez na história uma vaga à decisão contra a Holanda. Com uma marcação sólida e eficiente, a Fúria contou com um gol desta vez do zagueiro Puyol, para bater a Alemanha, por 1 a 0, na tarde desta quarta-feira, no Estádio Moses Mabhida, em Durban.

Com esta vitória história, a seleção ibérica garante o direito de disputar a tão sonhada taça da Copa contra a Holanda, que eliminou o Uruguai. A grande final será no próximo domingo, às 15h30 - horário de Brasília -, no Soccer City, em Joanesburgo. Aos alemães resta disputar de novo o terceiro lugar contra os uruguaios, sábado, às 15h30.

A classificação à final confirmou a grande fase vivida pelos espanhóis nos últimos anos. Há dois anos, o time conquistou sobre esta mesma Alemanha - e também pelo placar de 1 a 0 - o título da Eurocopa. É a melhor fase vivida pelo time latino, que a exemplo da Laranja Mecânica, sempre teve fama de amarelar em jogos decisivos.

Outro fato curioso é que desde 1978 não ocorria uma final de Copa sem as presença de pelo menos uma equipe campeã mundial. Desde a Copa de 1982, Alemanha, Brasil e Itália sempre chegaram à final. Curiosamente, em 78, a Holanda também foi finalista e acabou derrotada pela Argentina, que também conquistaria seu primeiro título mundial. Será este um sinal positivo à Espanha?

Vale lembrar: em apenas seis oportunidades, duas equipes que nunca haviam conquistado títulos se enfrentaram em uma final de Mundial: 1930 (Uruguai x Argentina), 1934 (Itália x Tchecoeslováquia), 1954 (Alemanha x Hungria), 1958 (Brasil x Suécia) e 1978 (Argentina x Holanda). A Espanha também conquistou sua melhor classificação na história das Copas, já que nunca foi finalista.

Alemães barrados
Ao contrário do ocorrido nos duelos contra Inglaterra e Argentina, a Alemanha não conseguiu impor seu futebol no início e, muito menos, abrir o placar logo de cara. Com uma forte marcação na saída de bola e buscando valorizar a posse da bola, a Espanha teve um ligeiro domínio nos primeiros minutos.

A primeira chance de perigo do jogo (se é que pode ser considerada como tal) aconteceu aos seis minutos. O atacante Pedro, que ganhara a vaga de Fernando Torres, lançou o artilheiro David Villa nas costas da zaga. Ele tentou dominar, mas o goleiro Neuer interceptou bem.

Pressionados em seu campo de defesa, os alemães erraram passes em demasia, e o jogo seguiu sem grandes emoções. A Fúria voltou a assustar aos 14 minutos. O meia Xavi levantou pelo lado direito e o zagueiro Puyol, sem marcação, cabeceou rente ao travessão.

Os espanhóis chegaram a ter 68% da posse de bola, mas também não conseguiram pressionar. No final da etapa, Alemanha se aproveita da queda de rendimento físico do adversário para sair um pouco mais de trás. Em sua melhor chance, aos 46, a tricampeã do mundo quase fez com Özil, que recebeu livre na área, mas foi desarmado.

Fúria de Puyol
No segundo tempo, a Espanha voltou a ainda mais incisiva e conseguiu imprimir uma grande pressão. E menos de 15 minutos foram três grandes chances com Xabi Alonso, David Villa e Iniesta. A melhor delas foi aos 13. troca passes no ataque. Xabi Alonso bateu e Neuer fez grande defesa no canto direito.

Depois dos seguidos sustos, a Alemanha se animou um pouco e poderia ter aberto o placar, não fosse o goleiro Casillas. Aos 24 minutos, o atacante Podolski cruzou pelo lado esquerdo e Toni Kroos finalizou de primeira para bela defesa do camisa 1 espanhol.

Quando tudo levava a crer que os alemães colocariam fogo no jogo, os espanhóis abriram o placar. Xavi cobrou escanteio pelo lado esquerdo e Puyol subiu alto para marcar de cabeça. Após o gol, a seleção germânica foi para o ataque na base do desespero.

Nos últimos minutos, o jogo ficou aberto. A Alemanha foi para o tudo ou nada, mas acabou se abrindo. Aos 37, o atacante Pedro desperdiçou uma grande oportunidade de liquidar a fatura. Ele escapou com liberdade, mas em vez de tocar para Fernando Torres, livre, preferiu segurar e acabou desarmado.

Ficha Técnica

Alemanha 0 x 1 Espanha

Local: Estádio Moses Mabhida, em Durban
Árbitro: Viktor Kassai (HUN)
Gols: Puyol aos 28'/2T (Espanha)

Alemanha
Neuer, Lahm, Friedrich, Mertesacker e Boateng (Jansen); Schweinsteiger, Khedira (Mário Gomez),
Trochowski (Kroos), Özil e Podolski; Klose.
Técnico: Joachim Löw

Espanha
Casillas; Sergio Ramos, Piqué, Puyol e Capdevila; Busquets, Xabi Alonso (Marchena), Xavi, Iniesta e Pedro (David Silva); David Villa (Fernando Torres).
Técnico: Vicente del Bosque






Uruguai 2 x 3 Holanda - Holanda sofre, mas vence o Uruguai e avança à final
Campinas, SP, 06 (AFI) - A Holanda, considerada favorita para vencer o Uruguai na semifinal da Copa do Mundo, entrou em campo e provou que deixou de ser um time "amarelão" nesta terça-feira, ao derrotar os rivais por 3 a 2. O jogo aconteceu no Estádio Green Point, na Cidade do Cabo, e a Laranja conquistou a classificação para a final da Copa pela primeira vez desde 1978, quando decidiu o título mundial contra a Argentina, perdendo por 2 a 1.

Com a vitória, os holandeses aguardam o resultado de Espanha e Alemanha, que fazem a outra semifinal da Copa, nesta quarta-feira, às 15h30. Existe a possibilidade de uma reedição da final de 1974, caso os alemães avancem. No século passado, deu Alemanha, por 2 a 1 em cima da Holanda de Cruyff e Rinus Michels, conhecida como Carrossel Holandês.

Os uruguaios ainda terão a partida do terceiro lugar para fazer, no próximo sábado, com adversário ainda a definir. Ao final desta semifinal, os sul-americanos, que tanto fizeram neste Mundial, não terão nenhum representante na decisão. Vale lembrar que haviam quatro times do continente nas quartas-de-final.

Equilíbrio total
Apesar do grande favoritismo atribuído à seleção da Holanda, o jogo foi equilibrado desde o começo. Os europeus lançaram-se à frente, enquanto que o Uruguai, desfalcado de Lugano, se fechava para atuar nos contra-ataques. O resultado foi um duelo truncado e de poucas oportunidades. A primeira foi da Laranja, aos três minutos. No lance, Robben avançou pela ponta e cruzou. A zaga rebateu, e na sobra, Sneijder alçou novamente na área, para um corte mal feito do goleiro Muslera. Kuyt ficou com a bola, e livre, acabou chutando por cima do gol.

Bem fechado atrás, o time uruguaio via a seleção européia dominar a posse de bola, sem conseguir criar. Se não dava para ultrapassar o ferrolho sul-americano, a alternativa era o chute de longa distância. Em um deles, o Carrossel Holandês chegou abriu o placar. Aos 18 minutos, o capitão do time, Van Bronckhorst, recebeu pela lateral-esquerda e experimentou de muito longe. O jogador acertou um petardo, que rebateu na trave antes de estufar as redes de Muslera, em um dos mais belos gols deste Mundial.

Após marcar o tento, a Holanda adotou seu estilo de jogo pragmático, valorizando a posse de bola e buscando a rápida saída nos contra-ataques pelas pontas, principalmente com Robben. O Uruguai perdeu a timidez em busca do empate, mas também esbarrou na defesa holandesa. Foi aí que Forlán, craque do time, resolveu dar o ar da graça para empatar o jogo.

Aos 40 minutos, o camisa 10 recebeu a bola na intermediária, avançou em direção à área adversária e desferiu um potente chute de direita. Stekelenburg, traído pela Jabulani, espalmou a bola, mas não conseguiu evitar o tento. A famigerada bola da Copa fez uma repentina curva para o meio do gol, pegando o goleiro no contrapé. E assim, o primeiro tempo terminou empatado por 1 a 1, com dois belos gols de fora da área.

Pressão holandesa
A Holanda voltou para o segundo tempo disposta a matar o jogo. Para isso, tirou o volante De Zeeuw para a entrada do armador Van der Vaart. A alteração surtiu efeito, já que a Laranja jogou em cima do Uruguai o tempo todo. A "retranca", porém, era bem montada, e o time se limita a alçar bolas na área, todas bem rebatidas pelo time sul-americano, que ainda levou perigo em cobrança de falta, com Forlán. No lance, Forlan bateu firme de fora da área, para uma boa defesa de Stekelenburg, aos 21 minutos.

Os holandeses responderam aos 23, quando Van Persie achou um raro espaço na zaga uruguaia para lançar Van der Vaart. O jogador recebeu e arrematou de esquerda. Muslera defendeu, e no rebote, Robben chutou por cima do gol, perdendo gol feito. O lance de perigo animou a Laranja, que aumentou a pressão sobre o adversário e desempatou o duelo um minuto depois. Após receber bola na entrada da área pela esquerda, Sneijder cortou para dentro e arriscou o chute. A bola desviou na marcação uruguaia e enganou Muslera, morrendo calma nas redes do Estádio Green Point.

Fim de papo...
Um gol atrás no placar, o Uruguai resolveu partir para cima, mas não teve muito tempo para sustentar uma pressão em cima do adversário. Aos 27 minutos, os holandeses mataram o duelo, com um gol de seu outro craque, Robben. No lance, Kuyt cruzou da esquerda, e Robben se antecipou à zaga, cabeceando firme no canto direito do goleiro sul-americano.

A situação ficava difícil para o Uruguai, enquanto que a Holanda passava a administrar a posse de bola, resguardando-se na defesa e esperando o tempo passar. Robben ainda perdeu a chance de ampliar o placar, enquanto que o Uruguai, após quase tomar o tento, conseguiu diminuir com Maxi Pereira, em bom chute colocado de esquerda, já aos 46 minutos. A pressão que se sucedeu foi grande, mas não rendeu ao Uruguai o tento salvador.

Ficha Técnica

Uruguai 2 x 3 Holanda
Local: Estádio Green Point, Cidade do Cabo, na África do Sul
Árbitro: Ravshan Irmatov (UZB)
Cartões amarelos: Maxi Pereira e Cáceres (Uruguai); Sneijder (Holanda).
Gols: Forlán aos 40'/1T (Uruguai) e Maxi Pereira aos 46'/2T; Van Bronckhorst aos 18'/1T, Sneijder aos 24'/2T e Robben aos 27'/2T (Holanda).

Uruguai
Muslera; Maxi Pereira, Godín, Victorino e Cáceres; Gargano, Arévalo, Diego Pérez e Álvaro Pereira (Abreu); Diego Forlán (Sebastián Fernández) e Edinson Cavani.
Técnico: Oscar Tabarez

Holanda
Stekelenburg; Boulahrouz, Heitinga, Mathijsen e Van Bronckhorst; De Zeeuw (Van der Vaart), Van Bommel e Sneijder; Robben (Elia), Kuyt e Van Persie.
Técnico: Bert van Marwijk

domingo, 4 de julho de 2010





Paraguai 0 x 1 Espanha - Fúria sofre, mas está na semifinal
Campinas, SP, 03 (AFI) – A Espanha sofreu, mas conseguiu garantir sua vaga na semifinal da Copa do Mundo da África do Sul. Jogando na tarde deste sábado, no Estádio Ellis Park, em Johanesburgo, contra o Paraguai, o time sofreu bastante, mas conseguiu, no final do segundo, o gol que deu a vaga à semifinal, vecendo por 1 a 0.

O jogo começou muito truncado, com o Paraguai se segurando muito bem em sua defesa, enquanto a Espanha apenas tocava a bola em busca do gol. No segundo tempo, cada seleção perdeu um pênalti logo no inicio, e depois disso, tudo começou a pegar fogo.

Após esse incrível jogo, a Espanha se prepara agora para um grande desafio nas semifinais. Na próxima quarta-feira, o adversário será a Alemanha, que vem com um moral incrível, pois derrotou a fortíssima Argentina, por 4 a 0, nesta manhã.

Foi bem chatinho
Nos primeiros minutos, a defesa paraguaia se sobressaiu em relação ao ataque espanhol. Com a marcação adiantada, os sul-americanos atrapalharam o meio-campo rival. A Espanha teve muita dificuldade em sair da marcação do Paraguai. Por isso, chutou muito pouco ao gol do rival.Aos poucos, o time foi crescendo no jogo, apostando especialmente na individualidade de Villa e Fernando Torres.

A primeira chance aconteceu com o Paraguai, logo aos dois minutos, depois de uma triangulação ofensiva, Jonathan Santana recebe na entrada da área e bate de direita, mas Casillas faz boa defesa. O Paraguai continuava assustando e aos 21 minutos, Morel Rodriguez cobrou falta da direita na área da Espanha. No segundo pau, Alcaraz sobiu livre e não alcançou a bola, que saiu pela linha de fundo.

A Espanha só foi mesmo dar seu primeiro susto aos 25 minutos. Xavi recuperou a bola no meio-campo e tentou puxar um contra-ataque rápido. Fernando Torres abriu para receber na direita, mas o passe saiu forte e ele não alcançou.

Aos 29 minutos, Xavi dominou com estilo na entrada da área e bateu de primeira. Adiantado, Villar se esticou e não defendeu, mas a bola passou por cima do travessão. O Paraguai chegou a abrir o placar. Aos 41 minutos, Valdez dominou na área após cruzamento da direita e bateu para o gol, mas o árbitro, no entanto, paralisou alegando impedimento.

Como perder um pênalti
O segundo tempo começou com um show de pênaltis desperdiçados. Aos 14 minutos, após cobrança de escanteio de Barreto, Piqué puxou Cardozo na área e cometeu pênalti. Na cobrança de Cardozo, Casillas caiu bem no seu canto esquerdo e defendeu sem dar rebote.
No lance seguinte, Villa recebeu na grande área, foi derrubado por Alcaraz e o árbitro marcou pênalti. Xabi Alonso bateu e fez, mas o árbitro mandou voltar por conta de uma invasão da área. Xabi Alonso bateu no canto direito e Villar defendeu. No rebote, Xavi ainda tentou fazer, mas a defesa jogou para escanteio.

Depois disso, a partida começou a ficar mais aberta. Aos 19 minutos, Iniesta recebeu na esquerda livre, cortou para o meio e bateu com estilo de direita, mas Villar fez grande defesa. O Paraguai respondeu aos 22, quando Morel Rodriguez cobrou falta da direita na área da Espanha. No primeiro pau, a zaga afastou.

A vitória veio no final
A Espanha foi para cima, enquanto o Paraguai apenas se defendia, esperando a prorrogação. Aos 30 minutos, Fabregas tentou a jogada na direita e atrapalhou o chutão de Jonathan Santana. Xavi bateu de primeira e mandou ao lado do gol de Villar.

Então, aos 37 minutos, os espanhois puderam soltar o grito de gol. Iniesta abriu para Pedro. Livre, ele bateu na trave de Villar. Na sobra, Villa bateu com categoria e a bola tocou caprichosamente nas duas traves antes de entrar.

Ficha Técnica

Paraguai 0 x 1 Espanha

Local: Estádio Ellis Park, em Johanesburgo, na África do Sul
Árbitro: Carlos Batres-GUA (Guatemala)
Cartões amarelos: Alcaraz, Jonathan Santana e Morel Rodríguez (Paraguai); Piqué e Busquets (Espanha)
Gol: David Villa aos 37’/2T (Espanha)

Paraguai
Villar; Verón, Da Silva, Alcaraz e Morel Rodríguez; Victor Cáceres (Barrios), Riveros, Jonathan Santana e Edgar Barreto (Vera); Cardozo e Nelson Valdez (Santa Cruz).
Técnico: Gerardo Martino

Espanha
Casillas; Sergio Ramos, Piqué, Puyol (Marchena) e Capdevila; Busquets, Xabi Alonso (Pedro Rodrigues), Xavi e Iniesta; Fernando Torres (Fabregas) e David Villa.
Técnico: Vicente del Bosque

sábado, 3 de julho de 2010





Argentina 0 x 4 Alemanha - Eles também irão voltar para casa!
Campinas, SP, 03 (AFI) - Os argentinos comemoram muito a eliminação do Brasil na Copa do Mundo da África do Sul. Mas, neste sábado, foi a vez dos Hermanos deixarem o mundial. Com um show alemão, os argentinos entraram na roda, perderam por 4 a 0 e também irão voltar para casa.

Classificados, os alemães aguardam seu adversário na semifinal, que sai do duelo entre Espanha e Paraguai, que jogam na tarde deste sábado.

Klose foi um dos destaques do jogo, marcando dois gols. Agora, ele tem 14 em Copas e está apenas um gol de Ronaldo, que é o maior artilheiros de todas as Copa do Mundo, com 15 gols.

A única baixa da Alemanha na próxima fase será a grande revelação da Copa, o meia Thomas Muller levou o segundo amarelo e desfalcará sua Seleção.

Gol ajudou e muito
A Alemanha começou o jogo surpreendendo a Argentina e logo aos três minutos abriu o marcador. Após cobrança de falta de Schweinsteiger, o meia Thomas Müller subiu sozinho e testou com força para o fundo das redes, fazendo a festa alemã.

Depois do gol sofrido, a Argentina foi com tudo para cima e a Alemanha se fechou usando dos contra-ataques para chegar ao gol. E, aos 23 minutos, quase ampliou. Thomas Muller cruzou para Klose, que livre no meio da área, pegou mal na bola e bateu por cima do gol.

A Argentina chegou ao gol de empate aos 35 minutos com Híguain, mas o árbitro, corretamente, anulou o lance e deixou os argentinos desesperados, que aos 38 minutos viram a Alemanha criar mais uma chance.

Podolski recebeu na ponta esquerda e arriscou de longe. O goleiro Romero não conseguiu chegar na bola, que saiu tirando tinta da trave.

Festa alemã
A Argentina voltou para o segundo tempo pressionando a Alemanha e aos oito minutos criou uma boa chance. Dí Maria cruzou para Maxi Rodriguez que ajeitou para Tevez. Ele acertou uma bomba, que explodiu na cara do zagueiro Mertesacker salvando a Alemanha.

Nos contra-ataques, os alemães praticamente mataram o jogo. Aos 21 minutos, Khedira tocou para Podolski que foi até a linha de fundo e cruzou para Klose, livre, no meio da área só tocou para o fundo das redes.

Com a Argentina toda no campo de ataque, a Alemanha fechou o caixão aos 28 minutos. Schweinsteiger recebeu na esquerda, driblou Dí Maria, Pastore e Higuaín e rolou para trás. Friedrich apareceu livre e mandou para o fundo do gol.

Aos 43 minutos do segundo tempo, Podolski rolou para Özil, que cruzou para Klose, sozinho, fazer seu quarto gol na Copa e no jogo.

Ficha Técnica

Argentina 0 x 4 Alemanha

Local: Estádio Green Point, em Cape Town (Cidade do Cabo)
Árbitro: Ravsham Irmatov (UZB)
Cartões amarelos: Otamendi e Mascherano (Argentina); Muller (Alemanha)
Gol: Muller aos 3'/1T, Klose aos 21'/2T e 43'/2T e Friedrich aos 28'/2T (Alemanha)

Argentina
Romero; Otamendi (Pastore), Demichelis, Burdisso e Heinze; Mascherano, Maxi Rodríguez e Dí Maria (Aguero); Messi, Tevez e Higuaín.
Técnico: Maradona

Alemanha
Neuer, Lahm, Friedrich, Mertesacker e Boateng (Jansen); Schweinsteiger, Khedira (Toni Kroos), Thomas Müller (Trochowski), Özil e Podolski; Klose.
Técnico: Joachim Löw