sábado, 10 de julho de 2010








Uruguai 2 x 3 Alemanha - Valente, Uruguai cai diante da eficiência alemã
Campinas, SP, 10 (AFI) - Em um dos melhores jogos desta Copa do Mundo, Uruguai e Alemanha se enfrentaram na disputa do terceiro lugar, e os europeus levaram vantagem, vencendo por 3 a 2. O duelo foi realizado na tarde deste sábado, no Estádio Nelson Mandela Bay, em Port Elizabeth, em um dia em que talvez pela primeira vez neste Mundial, as duas equipes jogaram sem pressão e sem medo.

O resultado foi um duelo espetacular e cheio de reviravoltas. No final, a Alemanha acabou conquistando o terceiro lugar de uma Copa pela quarta vez em sua história. Antes, os germânicos já haviam terminado neste posto em 1934, 1970 e 2006. Curiosamente, foi a segunda vez que a Alemanha bateu o time uruguaio em uma disputa de terceiro lugar. Na outra ocasião, vitória por 1 a 0, em 1970, na Copa do México.

Recordista de participações em semifinais (12 ao todo), a Alemanha também é o time que ficou mais vezes no terceiro lugar de um Mundial. Um recorde, porém, ficou intacto - o do atacante Ronaldo, que continua sendo o maior artilheiro da história das Copas, com 15 gols, já que Klose, seu concorrente, não jogou e estacionou nos 14 tentos marcados.

Jogo franco
Deixando o desânimo por ter ficado fora da final de lado, as duas equipes entraram em campo motivadas a buscar o honroso terceiro lugar e também para fazer um bom jogo de futebol. Foi o que se viu no primeiro tempo, com os dois times buscando o gol a todo momento. O Uruguai criou a primeira chance, aos sete minutos, quando o perigoso Forlán desferiu bom chute de direita. A bola passou raspando a trave do goleiro Butt, que assim como outros jogadores reservas, ganhou uma oportunidade no time titular germânico.

Três minutos depois, veio a resposta dos alemães, quando o zagueirão Friedrich subiu mais que todo mundo na área e carimbou o travessão de Muslera, após cobrança de escanteio. Aos 16 minutos, saiu o primeiro tento do jogo, cortesia do time alemão. No lance, Schweinsteiger arriscou chute de longa distância. Muslera deu rebote, e Muller, um dos melhores jogadores da equipe neste Mundial, tocou com tranquilidade para o fundo das redes. O Uruguai, porém, não estava disposto a entregar os pontos tão cedo, e foi em busca do empate.

Aos 25 minutos, ele quase veio, quando Suarez arriscou de fora da área. A bola resvalou na zaga e sobrou para Forlán, que dentro da pequena área, cabeceou em cima do zagueiro Mertesacker. Dois minutos depois, porém, a Celeste chegaria ao empate. O mesmo Schweinsteiger que criou a jogada do primeiro gol, deu bobeira no meio-campo, armando o contra-ataque uruguaio. Suarez recebeu a bola, avançou pelo meio-campo e abriu para Cavani, que dentro da área, bateu cruzado para colocar a igualdade no placar.

O time sul-americano ainda perdeu uma grande chance de virar o jogo no primeiro tempo, quando Suarez recebeu livre pela direita da área e chutou cruzado, raspando a trave de Butt, já aos 42 minutos. No emocionante primeiro tempo, foi só.

O gol da Copa
Melhor em campo e com motivação extra por ser considerado o time azarão no duelo, o Uruguai voltou para a segunda etapa mostrando suas armas, ou melhor, sua principal arma: o atacante Forlán. Logo aos cinco minutos, o jogador marcou um gol antológico no Mundial da África do Sul. No lance, Suarez enfiou bola para Arévalo, que viu Forlán bem posicionado na entrada da área. O passe veio à meia altura, e o atacante uruguaio acertou um voleio espetacular, no contrapé de Butt. Foi o quinto tento dele na Copa, e que golaço.

Que fase...
Enquanto que Forlán, Suarez e companhia faziam o seu melhor para dar o terceiro lugar ao Uruguai, o goleiro Musleira parecia ter outras pretensões no duelo. No primeiro tento da Alemanha, o arqueiro rebateu a bola nos pés de Muller, e aos 11 minutos, resolveu aprontar de novo. Após cruzamento de Boateng pela direita, o goleirão saiu mal de sua meta e Jansen, meio que sem querer, cabeceou a bola para empatar o duelo, que era um dos melhores da Copa do Mundo. A resposta uruguaia veio aos 20 minutos, quando Cavani recebeu cara a cara com Butt, mas não conseguiu finalizar.

Forlan ficou com o rebote, e chutou em cima do arqueiro alemão, e o jogo continuava em um ritmo frenético, sob a forte chuva que caía no Nelson Mandela Bay. A Alemanha, ameaçou novamente, em duas oportunidades. A primeira, aos 26, quando Cacau recebeu bola no bico da área, e livre, bateu por cima do gol, raspando o travessão. Três minutos depois, Schweinsteiger arriscou de fora da área, e a bola também passou muito perto da meta de Muslera.

As vuvuzelas estavam a mil, como há muito tempo não se via na Copa, e o time germânico continuava mais perigoso. Aos 30, Kiessling, que tinha acabado de entrar, recebeu dentro da área e bateu forte, cruzado, para uma rara intervenção de Muslera. O matador Klose, no banco de reservas, assistia frustrado enquanto seus colegas de ofício desperdiçavam boas chances.

É gol!
Já aos 37 minutos, quando a partida caminhava para a prorrogação, a Alemanha mostrou sua costumeira frieza e crueldade em conseguir resultados, para marcar o gol que lhe daria a vitória. O tento foi cortesia do volante Khedira, que aproveitou bate-rebate dentro da área e testou firme no rebote da zaga, encobrindo o goleiro Musleira.

A Alemanha ainda perdeu uma bela chance de ampliar o placar, enquanto que o Uruguai esboçou uma pressão, sem conseguir empatar. No último minuto do jogo, Forlán carimbou uma falta no travessão, em um dos mais impressionantes momentos deste Mundial. A bola acabou saindo, e o árbitro decretou o final da partida. Mais frustrado que os sul-americanos no final do jogo estava Klose, que ficou na saudade e perdeu a chance de quebrar o recorde de Ronaldo. O brasileiro continua sendo o maior artilheiro da história das Copas, com 15 gols.

Ficha Técnica

Uruguai 2 x 3 Alemanha
Local: Estádio Nelson Mandela Bay, em Port Elizabeth, na África do Sul
Árbitro: Benito Archundia (MEX)
Cartões amarelos: Aogo e Cacau (Alemanha)
Gols: Muller aos 16'/1T, Jansen aos 11'/2T e Khedira aos 37'/2T (Alemanha); Cavani aos 27'/1T e Forlán aos 5'/2T (Uruguai)

Uruguai
Muslera; Maxi Pereira, Lugano, Godín e Fucile; Arévalo, Diego Pérez (Gargano) e Cáceres; Forlán, Cavani (Loco Abreu) e Luis Suarez.
Técnico: Oscar Tabarez

Alemanha
Butt; Boateng, Friedrich, Mertesacker e Aogo; Khedira, Schweinsteiger, Muller, Ozil (Tasci) e Jansen (Kroos); Cacau (Kiessling).
Técnico: Joachim Low

quarta-feira, 7 de julho de 2010







Alemanha 0 x 1 Espanha - Copa terá campeão inédito!
Campinas, SP, 07 (AFI) - Doze anos depois a Copa do Mundo voltará a ter um campeão inédito, assim como aconteceu em 1998 com a França. A Espanha garantiu pela primeira vez na história uma vaga à decisão contra a Holanda. Com uma marcação sólida e eficiente, a Fúria contou com um gol desta vez do zagueiro Puyol, para bater a Alemanha, por 1 a 0, na tarde desta quarta-feira, no Estádio Moses Mabhida, em Durban.

Com esta vitória história, a seleção ibérica garante o direito de disputar a tão sonhada taça da Copa contra a Holanda, que eliminou o Uruguai. A grande final será no próximo domingo, às 15h30 - horário de Brasília -, no Soccer City, em Joanesburgo. Aos alemães resta disputar de novo o terceiro lugar contra os uruguaios, sábado, às 15h30.

A classificação à final confirmou a grande fase vivida pelos espanhóis nos últimos anos. Há dois anos, o time conquistou sobre esta mesma Alemanha - e também pelo placar de 1 a 0 - o título da Eurocopa. É a melhor fase vivida pelo time latino, que a exemplo da Laranja Mecânica, sempre teve fama de amarelar em jogos decisivos.

Outro fato curioso é que desde 1978 não ocorria uma final de Copa sem as presença de pelo menos uma equipe campeã mundial. Desde a Copa de 1982, Alemanha, Brasil e Itália sempre chegaram à final. Curiosamente, em 78, a Holanda também foi finalista e acabou derrotada pela Argentina, que também conquistaria seu primeiro título mundial. Será este um sinal positivo à Espanha?

Vale lembrar: em apenas seis oportunidades, duas equipes que nunca haviam conquistado títulos se enfrentaram em uma final de Mundial: 1930 (Uruguai x Argentina), 1934 (Itália x Tchecoeslováquia), 1954 (Alemanha x Hungria), 1958 (Brasil x Suécia) e 1978 (Argentina x Holanda). A Espanha também conquistou sua melhor classificação na história das Copas, já que nunca foi finalista.

Alemães barrados
Ao contrário do ocorrido nos duelos contra Inglaterra e Argentina, a Alemanha não conseguiu impor seu futebol no início e, muito menos, abrir o placar logo de cara. Com uma forte marcação na saída de bola e buscando valorizar a posse da bola, a Espanha teve um ligeiro domínio nos primeiros minutos.

A primeira chance de perigo do jogo (se é que pode ser considerada como tal) aconteceu aos seis minutos. O atacante Pedro, que ganhara a vaga de Fernando Torres, lançou o artilheiro David Villa nas costas da zaga. Ele tentou dominar, mas o goleiro Neuer interceptou bem.

Pressionados em seu campo de defesa, os alemães erraram passes em demasia, e o jogo seguiu sem grandes emoções. A Fúria voltou a assustar aos 14 minutos. O meia Xavi levantou pelo lado direito e o zagueiro Puyol, sem marcação, cabeceou rente ao travessão.

Os espanhóis chegaram a ter 68% da posse de bola, mas também não conseguiram pressionar. No final da etapa, Alemanha se aproveita da queda de rendimento físico do adversário para sair um pouco mais de trás. Em sua melhor chance, aos 46, a tricampeã do mundo quase fez com Özil, que recebeu livre na área, mas foi desarmado.

Fúria de Puyol
No segundo tempo, a Espanha voltou a ainda mais incisiva e conseguiu imprimir uma grande pressão. E menos de 15 minutos foram três grandes chances com Xabi Alonso, David Villa e Iniesta. A melhor delas foi aos 13. troca passes no ataque. Xabi Alonso bateu e Neuer fez grande defesa no canto direito.

Depois dos seguidos sustos, a Alemanha se animou um pouco e poderia ter aberto o placar, não fosse o goleiro Casillas. Aos 24 minutos, o atacante Podolski cruzou pelo lado esquerdo e Toni Kroos finalizou de primeira para bela defesa do camisa 1 espanhol.

Quando tudo levava a crer que os alemães colocariam fogo no jogo, os espanhóis abriram o placar. Xavi cobrou escanteio pelo lado esquerdo e Puyol subiu alto para marcar de cabeça. Após o gol, a seleção germânica foi para o ataque na base do desespero.

Nos últimos minutos, o jogo ficou aberto. A Alemanha foi para o tudo ou nada, mas acabou se abrindo. Aos 37, o atacante Pedro desperdiçou uma grande oportunidade de liquidar a fatura. Ele escapou com liberdade, mas em vez de tocar para Fernando Torres, livre, preferiu segurar e acabou desarmado.

Ficha Técnica

Alemanha 0 x 1 Espanha

Local: Estádio Moses Mabhida, em Durban
Árbitro: Viktor Kassai (HUN)
Gols: Puyol aos 28'/2T (Espanha)

Alemanha
Neuer, Lahm, Friedrich, Mertesacker e Boateng (Jansen); Schweinsteiger, Khedira (Mário Gomez),
Trochowski (Kroos), Özil e Podolski; Klose.
Técnico: Joachim Löw

Espanha
Casillas; Sergio Ramos, Piqué, Puyol e Capdevila; Busquets, Xabi Alonso (Marchena), Xavi, Iniesta e Pedro (David Silva); David Villa (Fernando Torres).
Técnico: Vicente del Bosque






Uruguai 2 x 3 Holanda - Holanda sofre, mas vence o Uruguai e avança à final
Campinas, SP, 06 (AFI) - A Holanda, considerada favorita para vencer o Uruguai na semifinal da Copa do Mundo, entrou em campo e provou que deixou de ser um time "amarelão" nesta terça-feira, ao derrotar os rivais por 3 a 2. O jogo aconteceu no Estádio Green Point, na Cidade do Cabo, e a Laranja conquistou a classificação para a final da Copa pela primeira vez desde 1978, quando decidiu o título mundial contra a Argentina, perdendo por 2 a 1.

Com a vitória, os holandeses aguardam o resultado de Espanha e Alemanha, que fazem a outra semifinal da Copa, nesta quarta-feira, às 15h30. Existe a possibilidade de uma reedição da final de 1974, caso os alemães avancem. No século passado, deu Alemanha, por 2 a 1 em cima da Holanda de Cruyff e Rinus Michels, conhecida como Carrossel Holandês.

Os uruguaios ainda terão a partida do terceiro lugar para fazer, no próximo sábado, com adversário ainda a definir. Ao final desta semifinal, os sul-americanos, que tanto fizeram neste Mundial, não terão nenhum representante na decisão. Vale lembrar que haviam quatro times do continente nas quartas-de-final.

Equilíbrio total
Apesar do grande favoritismo atribuído à seleção da Holanda, o jogo foi equilibrado desde o começo. Os europeus lançaram-se à frente, enquanto que o Uruguai, desfalcado de Lugano, se fechava para atuar nos contra-ataques. O resultado foi um duelo truncado e de poucas oportunidades. A primeira foi da Laranja, aos três minutos. No lance, Robben avançou pela ponta e cruzou. A zaga rebateu, e na sobra, Sneijder alçou novamente na área, para um corte mal feito do goleiro Muslera. Kuyt ficou com a bola, e livre, acabou chutando por cima do gol.

Bem fechado atrás, o time uruguaio via a seleção européia dominar a posse de bola, sem conseguir criar. Se não dava para ultrapassar o ferrolho sul-americano, a alternativa era o chute de longa distância. Em um deles, o Carrossel Holandês chegou abriu o placar. Aos 18 minutos, o capitão do time, Van Bronckhorst, recebeu pela lateral-esquerda e experimentou de muito longe. O jogador acertou um petardo, que rebateu na trave antes de estufar as redes de Muslera, em um dos mais belos gols deste Mundial.

Após marcar o tento, a Holanda adotou seu estilo de jogo pragmático, valorizando a posse de bola e buscando a rápida saída nos contra-ataques pelas pontas, principalmente com Robben. O Uruguai perdeu a timidez em busca do empate, mas também esbarrou na defesa holandesa. Foi aí que Forlán, craque do time, resolveu dar o ar da graça para empatar o jogo.

Aos 40 minutos, o camisa 10 recebeu a bola na intermediária, avançou em direção à área adversária e desferiu um potente chute de direita. Stekelenburg, traído pela Jabulani, espalmou a bola, mas não conseguiu evitar o tento. A famigerada bola da Copa fez uma repentina curva para o meio do gol, pegando o goleiro no contrapé. E assim, o primeiro tempo terminou empatado por 1 a 1, com dois belos gols de fora da área.

Pressão holandesa
A Holanda voltou para o segundo tempo disposta a matar o jogo. Para isso, tirou o volante De Zeeuw para a entrada do armador Van der Vaart. A alteração surtiu efeito, já que a Laranja jogou em cima do Uruguai o tempo todo. A "retranca", porém, era bem montada, e o time se limita a alçar bolas na área, todas bem rebatidas pelo time sul-americano, que ainda levou perigo em cobrança de falta, com Forlán. No lance, Forlan bateu firme de fora da área, para uma boa defesa de Stekelenburg, aos 21 minutos.

Os holandeses responderam aos 23, quando Van Persie achou um raro espaço na zaga uruguaia para lançar Van der Vaart. O jogador recebeu e arrematou de esquerda. Muslera defendeu, e no rebote, Robben chutou por cima do gol, perdendo gol feito. O lance de perigo animou a Laranja, que aumentou a pressão sobre o adversário e desempatou o duelo um minuto depois. Após receber bola na entrada da área pela esquerda, Sneijder cortou para dentro e arriscou o chute. A bola desviou na marcação uruguaia e enganou Muslera, morrendo calma nas redes do Estádio Green Point.

Fim de papo...
Um gol atrás no placar, o Uruguai resolveu partir para cima, mas não teve muito tempo para sustentar uma pressão em cima do adversário. Aos 27 minutos, os holandeses mataram o duelo, com um gol de seu outro craque, Robben. No lance, Kuyt cruzou da esquerda, e Robben se antecipou à zaga, cabeceando firme no canto direito do goleiro sul-americano.

A situação ficava difícil para o Uruguai, enquanto que a Holanda passava a administrar a posse de bola, resguardando-se na defesa e esperando o tempo passar. Robben ainda perdeu a chance de ampliar o placar, enquanto que o Uruguai, após quase tomar o tento, conseguiu diminuir com Maxi Pereira, em bom chute colocado de esquerda, já aos 46 minutos. A pressão que se sucedeu foi grande, mas não rendeu ao Uruguai o tento salvador.

Ficha Técnica

Uruguai 2 x 3 Holanda
Local: Estádio Green Point, Cidade do Cabo, na África do Sul
Árbitro: Ravshan Irmatov (UZB)
Cartões amarelos: Maxi Pereira e Cáceres (Uruguai); Sneijder (Holanda).
Gols: Forlán aos 40'/1T (Uruguai) e Maxi Pereira aos 46'/2T; Van Bronckhorst aos 18'/1T, Sneijder aos 24'/2T e Robben aos 27'/2T (Holanda).

Uruguai
Muslera; Maxi Pereira, Godín, Victorino e Cáceres; Gargano, Arévalo, Diego Pérez e Álvaro Pereira (Abreu); Diego Forlán (Sebastián Fernández) e Edinson Cavani.
Técnico: Oscar Tabarez

Holanda
Stekelenburg; Boulahrouz, Heitinga, Mathijsen e Van Bronckhorst; De Zeeuw (Van der Vaart), Van Bommel e Sneijder; Robben (Elia), Kuyt e Van Persie.
Técnico: Bert van Marwijk

domingo, 4 de julho de 2010





Paraguai 0 x 1 Espanha - Fúria sofre, mas está na semifinal
Campinas, SP, 03 (AFI) – A Espanha sofreu, mas conseguiu garantir sua vaga na semifinal da Copa do Mundo da África do Sul. Jogando na tarde deste sábado, no Estádio Ellis Park, em Johanesburgo, contra o Paraguai, o time sofreu bastante, mas conseguiu, no final do segundo, o gol que deu a vaga à semifinal, vecendo por 1 a 0.

O jogo começou muito truncado, com o Paraguai se segurando muito bem em sua defesa, enquanto a Espanha apenas tocava a bola em busca do gol. No segundo tempo, cada seleção perdeu um pênalti logo no inicio, e depois disso, tudo começou a pegar fogo.

Após esse incrível jogo, a Espanha se prepara agora para um grande desafio nas semifinais. Na próxima quarta-feira, o adversário será a Alemanha, que vem com um moral incrível, pois derrotou a fortíssima Argentina, por 4 a 0, nesta manhã.

Foi bem chatinho
Nos primeiros minutos, a defesa paraguaia se sobressaiu em relação ao ataque espanhol. Com a marcação adiantada, os sul-americanos atrapalharam o meio-campo rival. A Espanha teve muita dificuldade em sair da marcação do Paraguai. Por isso, chutou muito pouco ao gol do rival.Aos poucos, o time foi crescendo no jogo, apostando especialmente na individualidade de Villa e Fernando Torres.

A primeira chance aconteceu com o Paraguai, logo aos dois minutos, depois de uma triangulação ofensiva, Jonathan Santana recebe na entrada da área e bate de direita, mas Casillas faz boa defesa. O Paraguai continuava assustando e aos 21 minutos, Morel Rodriguez cobrou falta da direita na área da Espanha. No segundo pau, Alcaraz sobiu livre e não alcançou a bola, que saiu pela linha de fundo.

A Espanha só foi mesmo dar seu primeiro susto aos 25 minutos. Xavi recuperou a bola no meio-campo e tentou puxar um contra-ataque rápido. Fernando Torres abriu para receber na direita, mas o passe saiu forte e ele não alcançou.

Aos 29 minutos, Xavi dominou com estilo na entrada da área e bateu de primeira. Adiantado, Villar se esticou e não defendeu, mas a bola passou por cima do travessão. O Paraguai chegou a abrir o placar. Aos 41 minutos, Valdez dominou na área após cruzamento da direita e bateu para o gol, mas o árbitro, no entanto, paralisou alegando impedimento.

Como perder um pênalti
O segundo tempo começou com um show de pênaltis desperdiçados. Aos 14 minutos, após cobrança de escanteio de Barreto, Piqué puxou Cardozo na área e cometeu pênalti. Na cobrança de Cardozo, Casillas caiu bem no seu canto esquerdo e defendeu sem dar rebote.
No lance seguinte, Villa recebeu na grande área, foi derrubado por Alcaraz e o árbitro marcou pênalti. Xabi Alonso bateu e fez, mas o árbitro mandou voltar por conta de uma invasão da área. Xabi Alonso bateu no canto direito e Villar defendeu. No rebote, Xavi ainda tentou fazer, mas a defesa jogou para escanteio.

Depois disso, a partida começou a ficar mais aberta. Aos 19 minutos, Iniesta recebeu na esquerda livre, cortou para o meio e bateu com estilo de direita, mas Villar fez grande defesa. O Paraguai respondeu aos 22, quando Morel Rodriguez cobrou falta da direita na área da Espanha. No primeiro pau, a zaga afastou.

A vitória veio no final
A Espanha foi para cima, enquanto o Paraguai apenas se defendia, esperando a prorrogação. Aos 30 minutos, Fabregas tentou a jogada na direita e atrapalhou o chutão de Jonathan Santana. Xavi bateu de primeira e mandou ao lado do gol de Villar.

Então, aos 37 minutos, os espanhois puderam soltar o grito de gol. Iniesta abriu para Pedro. Livre, ele bateu na trave de Villar. Na sobra, Villa bateu com categoria e a bola tocou caprichosamente nas duas traves antes de entrar.

Ficha Técnica

Paraguai 0 x 1 Espanha

Local: Estádio Ellis Park, em Johanesburgo, na África do Sul
Árbitro: Carlos Batres-GUA (Guatemala)
Cartões amarelos: Alcaraz, Jonathan Santana e Morel Rodríguez (Paraguai); Piqué e Busquets (Espanha)
Gol: David Villa aos 37’/2T (Espanha)

Paraguai
Villar; Verón, Da Silva, Alcaraz e Morel Rodríguez; Victor Cáceres (Barrios), Riveros, Jonathan Santana e Edgar Barreto (Vera); Cardozo e Nelson Valdez (Santa Cruz).
Técnico: Gerardo Martino

Espanha
Casillas; Sergio Ramos, Piqué, Puyol (Marchena) e Capdevila; Busquets, Xabi Alonso (Pedro Rodrigues), Xavi e Iniesta; Fernando Torres (Fabregas) e David Villa.
Técnico: Vicente del Bosque

sábado, 3 de julho de 2010





Argentina 0 x 4 Alemanha - Eles também irão voltar para casa!
Campinas, SP, 03 (AFI) - Os argentinos comemoram muito a eliminação do Brasil na Copa do Mundo da África do Sul. Mas, neste sábado, foi a vez dos Hermanos deixarem o mundial. Com um show alemão, os argentinos entraram na roda, perderam por 4 a 0 e também irão voltar para casa.

Classificados, os alemães aguardam seu adversário na semifinal, que sai do duelo entre Espanha e Paraguai, que jogam na tarde deste sábado.

Klose foi um dos destaques do jogo, marcando dois gols. Agora, ele tem 14 em Copas e está apenas um gol de Ronaldo, que é o maior artilheiros de todas as Copa do Mundo, com 15 gols.

A única baixa da Alemanha na próxima fase será a grande revelação da Copa, o meia Thomas Muller levou o segundo amarelo e desfalcará sua Seleção.

Gol ajudou e muito
A Alemanha começou o jogo surpreendendo a Argentina e logo aos três minutos abriu o marcador. Após cobrança de falta de Schweinsteiger, o meia Thomas Müller subiu sozinho e testou com força para o fundo das redes, fazendo a festa alemã.

Depois do gol sofrido, a Argentina foi com tudo para cima e a Alemanha se fechou usando dos contra-ataques para chegar ao gol. E, aos 23 minutos, quase ampliou. Thomas Muller cruzou para Klose, que livre no meio da área, pegou mal na bola e bateu por cima do gol.

A Argentina chegou ao gol de empate aos 35 minutos com Híguain, mas o árbitro, corretamente, anulou o lance e deixou os argentinos desesperados, que aos 38 minutos viram a Alemanha criar mais uma chance.

Podolski recebeu na ponta esquerda e arriscou de longe. O goleiro Romero não conseguiu chegar na bola, que saiu tirando tinta da trave.

Festa alemã
A Argentina voltou para o segundo tempo pressionando a Alemanha e aos oito minutos criou uma boa chance. Dí Maria cruzou para Maxi Rodriguez que ajeitou para Tevez. Ele acertou uma bomba, que explodiu na cara do zagueiro Mertesacker salvando a Alemanha.

Nos contra-ataques, os alemães praticamente mataram o jogo. Aos 21 minutos, Khedira tocou para Podolski que foi até a linha de fundo e cruzou para Klose, livre, no meio da área só tocou para o fundo das redes.

Com a Argentina toda no campo de ataque, a Alemanha fechou o caixão aos 28 minutos. Schweinsteiger recebeu na esquerda, driblou Dí Maria, Pastore e Higuaín e rolou para trás. Friedrich apareceu livre e mandou para o fundo do gol.

Aos 43 minutos do segundo tempo, Podolski rolou para Özil, que cruzou para Klose, sozinho, fazer seu quarto gol na Copa e no jogo.

Ficha Técnica

Argentina 0 x 4 Alemanha

Local: Estádio Green Point, em Cape Town (Cidade do Cabo)
Árbitro: Ravsham Irmatov (UZB)
Cartões amarelos: Otamendi e Mascherano (Argentina); Muller (Alemanha)
Gol: Muller aos 3'/1T, Klose aos 21'/2T e 43'/2T e Friedrich aos 28'/2T (Alemanha)

Argentina
Romero; Otamendi (Pastore), Demichelis, Burdisso e Heinze; Mascherano, Maxi Rodríguez e Dí Maria (Aguero); Messi, Tevez e Higuaín.
Técnico: Maradona

Alemanha
Neuer, Lahm, Friedrich, Mertesacker e Boateng (Jansen); Schweinsteiger, Khedira (Toni Kroos), Thomas Müller (Trochowski), Özil e Podolski; Klose.
Técnico: Joachim Löw

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Paraguai x Espanha - Força ofensiva ou força defensiva, quem leva a melhor?

Campinas, SP, 02 (AFI) - Após passarem pelas oitavas-de-final Paraguai e Espanha se enfrentam neste sábado, às 15h30, no Estádio Ellis Park, em Johanesburgo, pelas quartas-de-finais da Copa do Mundo. Os paraguaios eliminaram o Japão nos pênaltis, já os espanhóis eliminaram Portugal po 1 a 0.

Esta é a quarta vez em que as duas seleções se enfrentam, e o retrospecto é bastante equilibrado. Além de um empate em 0 a 0 em um amistoso em 2002, houve dois encontros em Copas do Mundo: outra igualdade sem gols na França 1998 e uma vitória espanhola por 3 a 1 na Coreia do Sul/Japão 2002.

Atenção e dúvida
A velocidade na movimentação da bola e a qualidade dos jogadores espanhóis são os dois aspectos para os quais o técnico do Paraguai, Gerardo Martino, pediu atenção redobrada aos seus comandados.

Os sul-americanos garantem que não jogarão na defesa e tentarão pressionar principalmente no meio de campo, para tentarem fechar os espaços onde Andrés Iniesta e Xavi Hernández podem fazer a diferença.


A dúvida fica por conta do meio-campista Aureliano Torres. Outra preocupação do selecionado alvirrubro é o cansaço, principalmente depois de o grupo precisar de uma prorrogação e da decisão por pênaltis para passar das oitavas.

Manter o retrospecto
A Espanha não perde para um selecionado sul-americano no Mundial desde 1986, mas, depois do susto contra a Suíça, que mandou pelos ares qualquer estatística, os espanhóis não confiam mais em nenhum número.

O técnico Vicente del Bosque conta com todos os titulares em plenas condições de jogo e não pensa em mudar o esquema tático nem os jogadores, que responderam bem nos duelos anteriores, principalmente na segunda etapa da partida das oitavas, em que o grupo recuperou o brilho e o seu perigoso toque de bola.

Os espanhóis contam com o atacante David Villa que está em ótima fase e é um dos artilheiros da competição, com quatro gols ao lado de Gonzalo Higuaín (Argentina) e Robert Vittek (Eslováquia).

Ficha Técnica

Paraguai x Espanha

Local: Estádio Ellis Park, em Johanesburgo, na África do Sul
Data: 03/06/2010
Horário: 15h30
Árbitro: Carlos Batres-GUA (Guatemala)

Paraguai
Villar; Bonet, Da Silva, Alcaraz e Morel Rodríguez; Vera, Riveros, Néstor Ortigoza e Edgar Benítez; Santa Cruz (Cardozo) e Lucas Barrios
Técnico: Gerardo Martino

Espanha
Casillas; Sergio Ramos, Piqué, Puyol e Capdevila; Busquets, Xabi Alonso, Xavi e Iniesta; Fernando Torres e David Villa.
Técnico: Vicente del Bosque
Argentina x Alemanha - Rivalidade e velhos conhecidos em campo
Campinas, SP, 02 (AFI) - Argentina e Alemanha fazem um dos duelos mais antecipados, esperados e interessantes do futebol mundial nos últimos anos ao se enfrentarem às 11 horas deste sábado, no Estádio Green Point, na Cidade do Cabo, pelas quartas-de-final da Copa do Mundo. Velhos conhecidos e eternos rivais, os times chegam ao duelo com o moral elevado após apresentar um grande futebol nas oitavas.

A Alemanha goleou a rival Inglaterra, por 4 a 1, mostrando ao mundo o seu novo estilo de jogo: contra-ataques rápidos, toque de bola envolvente e habilidade com a bola nos pés. A Argentina não deixou por menos, e bateu o México por 3 a 1, em um duelo onde não teve grandes dificuldades e ainda viu seus valores individuais terem outra bela atuação.

Quem vencer enfrenta o time que passar entre Espanha e Paraguai, que travam duelo na outra partida deste sábado, às 15h30.

Velhos conhecidos
As duas seleções tem um histórico de duelos épicos travados em Copas do Mundo. O primeiro deles aconteceu ainda em 1958, na Copa da Suécia. Na ocasião, os alemães venceram o jogo por 3 a 1. A vingança só veio em 1986, quando a Argentina ganhou a Copa do Mundo daquele ano, no México, por 3 a 2. Aquele time contava com um camisa 10 espetacular, Diego Armando Maradona, atual técnico desta seleção Albiceleste.

Quatro anos depois, os alemães deram o troco, batendo a Argentina por 1 a 0. Aquele time dos hermanos também tinha Maradona, em sua penúltima Copa do Mundo. Em 1994, o meia daria adeus aos Mundiais após ser pego no exame antidoping por uso de substâncias ilegais. As batalhas, porém, continuaram sem ele, e em 2006, os times voltaram a se enfrentar, nas quartas-de-final da Copa da Alemanha. Maradona estava presente, mas apenas na torcida, e viu a Albiceleste sucumbir à pressão alemã, cedendo o empate nos minutos finais quando vencia por 1 a 0.

O jogo foi para os pênaltis, e os hermanos deram adeus. Neste sábado, os gigantes escreverão outro capítulo da história. Ao todo, serão cinco títulos mundiais em campo, três para os alemães, dois para os argentinos.

Desfalques?
Alguns jogadores corriam o risco de desfalcar as duas equipes. Messi, pelo lado da Argentina, estava gripado e não treinou no início da semana. Pela Alemanha, os lesionados Cacau e Podolski também eram dúvidas. Todos, porém, treinaram por suas respectivas seleções, e ambos os times devem entrar em campo com sua força máxima.

Tanto alemães quanto argentinos contam com jogadores de qualidade na armação. A Alemanha tem Özil, rápido, jovem, habilidoso e decisivo. O time adversário, por outro lado, conta com o melhor do mundo, Messi, que tem feito uma grande Copa do Mundo, apesar de não ter marcado nenhum gol.

Farpas
No meio desta semana, o meia Schweinsteiger resolveu apimentar o duelo, e fez duras críticas à seleção argentina. De acordo com o jogador, o time argentino se resume às provocações, que começam ainda antes da partida. "Schweini" ainda afirmou que falta caráter aos jogadores da argentina, criticando a mentalidade dos adversários.

Áspero, o técnico Maradona respondeu à altura. "Não temos tempo para pensar em Schweinsteiger. Os jogadores pensam em entrar em campo, em ter a revanche de 2006. Assim, não me preocupa o que ele diga de pênaltis, das pancadas, de que não sabemos perder, não nos interessa. Cada partida se joga uma história diferente, e esta vai ser diferente, porque vamos atacar e jogar no campo deles. Por isso eles estão nervosos. ‘O que há, Schweinsteiger? Está nervoso?", ironizou. O clima está quente.

Ficha Técnica

Argentina x Alemanha

Local: Estádio Green Point, em Cape Town (Cidade do Cabo), na África do Sul
Data: 03/07/2010
Horário: 11 horas
Árbitro: Ravsham Irmatov (UZB)



Argentina
Romero; Otamendi, Demichelis, Burdisso e Heinze; Mascherano, Maxi Rodríguez e Di Maria; Messi, Tevez e Higuaín.
Técnico: Maradona

Alemanha
Neuer, Lahm, Friedrich, Mertesacker e Boateng; Schweinsteiger, Khedira, Müller, Özil e Podolski; Klose.
Técnico: Joachim Löw
Uruguai 1 x 1 Gana - Loco Abreu garante Celeste na semifinal
Campinas, SP, 02 (AFI) - O Uruguai avançou às semifinais da Copa do Mundo 2010. No final da tarde desta sexta-feira, no Estádio Soccer City, em Joanesburgo, a Celeste venceu Gana nos pênaltis, por 4 a 2, depois de empate por 1 a 1 no tempo normal. O pênalti decisivo foi marcado por Loco Abreu, numa cavadinha no meio do gol.

A última vez que o Uruguai chegou às semifinais de uma Copa do Mundo foram em 1970, quando perderam para o Brasil, por 3 a 1. Agora, na África do Sul, o Uruguai joga contra a Holanda, na próxima terça-feira, às 15h30, na Cidade do Cabo.

Na cobrança de pênaltis, os marcados pelo Uruguai foram: Forlán, Victorino, Scoth e Loco Abreu. Maxi Pereira errou a quarta cobrança. Pela Seleção de Gana, Gyan, Appiah marcaram os gols. Mas, Mensah e Adiyiah erraram os pênaltis e deram a vitória para a Seleção Celeste.

Uruguai melhor, mas Gana vence
O Uruguai começou o jogo muito melhor que Gana e logo aos dez minutos criou a primeira chance. Suárez driblou o marcador pela esquerda e chutou, mas Kingson fez a defesa em dois tempos.

Aos 18 minutos, a Celeste, mais uma vez, quase abriu o marcador. Fórlan cobrou escanteio, Suárez desviou no primeiro pau e obrigou o goleiro Kingson a fazer uma defesa milagrosa, salvando os africanos.

De novo o Uruguai chegou perto do seu gol, aos 25 minutos. Suárez chutou com força, da entrada da área e o goleiro Kingson fez uma importante defesa.

A resposta africana veio aos 29 minutos. Asamoah cobrou escanteio e Vorsah testou com força, rente à trave. Aos 45 minutos, após cruzamento para área, Boateng virou uma bicicleta dentro da área e quase fez um golaço.

Mas aos 46 minutos a Seleção de Gana chegou ao seu gol. Muntari arriscou de fora da área, a bola pegou um efeito e morreu no canto esquerdo do goleiro Muslera.

Pouca emoção
O Uruguai voltou perdido para segunda etapa, mas aos nove minutos a estrela de Forlán brilhou. Numa linda cobrança de falta, da entrada da área, ele empatou o jogo e colocou novamente a Celeste no jogo.

Aos 18 minutos, o Uruguai quase virou o jogo. Forlán fez uma bela jogada pela lateral e cruzou no segundo pau. Luis Suárez, livre, chutou para fora e perdeu uma chance incrível de virar a partida.

Perdida em campo, a seleçã de Gana deixou o Uruguai crescer, perdendo algumas chances de virar o jogo. Suárez recebeu passe de Lodeiro, dentro da área, ele chutou de bico, mas o goleiro Kingson fez uma linda defesa.

Pênalti perdido
Na prorrogação, o Uruguai pressionou mas não criou nenhuma grande chance de gol. No último minuto da prorrogação, após cobrança de uma falta, Appiah acertou uma forte cabeçada. O atacante Luis Suárez colocou a mão na bola e salvou em cima da linha o gol africano.

Mas na cobrança um dos maiores ídolos do futebol de Gana, Gyan acertou o travessão e a partida foi para os pênaltis. Luis Suárez foi expulso do jogo.

Ficha Técnica

Uruguai 1 x 1 Gana

Local: Estádio Soccer City, em Johanesburgo na África do Sul
Árbitro: Olegario Benquerenca-POR
Cartões Amarelos: Fucile, Diego Perez e Arévalo (Uruguai); Pantsil, Mensah e Sarpei (Gana)
Cartão vermelho: Luis Suárez (Uruguai)
Gols: Muntari aos 46'/1T (Gana); Forlán aos 9'/2T (Uruguai)

Uruguai
Muslera; Maxi Pereira, Lugano (Scotti), Mauricio Victorino e Fucile; Diego Pérez, Arévalo, Alvaro Fernández (Lodeiro) e Cavani (Cavani); Diego Forlán e Luis Suarez.
Técnico: Oscar Tabarez

Gana
Kingson; Sarpei, John Mensah, Vorsah e Pantsil; Kevin-Prince Boateng, Annan, Muntari (Adiyiah), Asamoah e Inkoom (Appiah); Gyan.
Técnico: Milovan Rajevac








Holanda 2 x 1 Brasil - Laranja Mecânica destrói o sonho do Hexa
Campinas, SP, 02 (AFI) - Em um piscar de olhos, um jogo que era fácil escapou pelos dedos do Brasil. Essa foi a história da derrota canarinho pelas mãos da Holanda, por 2 a 1, no Estádio Nelson Mandela Bay, em Porto Elizabeth, na África do Sul. Com ela, acaba a jornada brasileira rumo ao Hexa, novamente nas quartas-de-final, assim como na Copa de 2006, quando o time foi derrotado pela França.

Desta vez, porém, a equipe mostrou gana, paixão e amor à camisa, mas perdeu por falhas individuais e por lances de infelicidade, em um partida que dominou por boa parte do tempo. Traiçoeira, a Holanda achou dois na segunda etapa, virando o jogo e conquistando sua vingança pelas eliminações em 1994 e 1998, quando o time brasileiro saiu vencedor, por 3 a 2 e nos pênaltis após empate em 1 a 1. Curiosamente, os dois duelos também aconteceram pelas quartas-de-final das Copas.

Com a vitória, o sonho inédito título mundial ganha força na Holanda, que agora espera o vencedor do jogo entre Uruguai e Gana, que acontece às 15h30 desta triste sexta-feira para o torcedor brasileiro.

Avassalador
O duelo começou pegado, com os dois times dividindo todas as bolas e a Holanda tomando a iniciativa de atacar em um primeiro momento. Os espaços estavam se abriram rapidamente, e como de costume, o contra-ataque do time brasileiro foi certeiro e mortal. Aos nove minutos, Felipe Melo, ainda no centro do campo, viu Robinho se infiltrando no meio da aberta defesa holandesa e descolou uma linda enfiada de bola. Sem dominar, o atacante bateu de primeira na saída de Stekelenburg, abrindo o placar para a explosão dos brasileiros no Nelson Mandela Bay.

O gol assustou o time holandês, que apostava nas investidas pela direita, com o ponta Robben. Michel Bastos, porém, se portava bem na defesa, e por estar acostumado a jogar como meia pela direita, sempre bloqueava o pé esquerdo do holandês, que não tinha outro recurso senão o drible pela canhota. Dois minutos depois, pelo outro lado do campo, Kuyt recebeu com liberdade e chutou de direita, para uma boa defesa de Julio César. Foi o último lance de real perigo da Holanda no jogo - a partir daí, só deu Brasil.

Aos 25, Daniel Alves aproveitou sobra de bola pela direita, gingou para cima do defensor e cruzou para o meio de área. Juan chegou batendo com tudo e jogou por cima, desperdiçando uma grande chance pela Seleção. Aos 31 minutos, Robinho puxou a defesa da Laranja para dançar, passou por dois marcadores e tocou para Luis Fabiano. O centroavante ajeitou de letra para Kaká, que dominou, olhou e bateu colocado, no ângulo. Stekelenburg fez uma defesa espetacular, e o volume do jogo canarinho na partida era de impressionar. Aos 36, a Holanda ainda tentou chegar com perigo em cobrança de falta, do meia Sneijder. O chute saiu forte, porém no meio de gol, e Julio César encaixou com firmeza.

Antes do final do primeiro tempo, o Brasil quase repetiu um dos gols mais antológicos da história das Copas, quando Carlos Alberto Torres recebeu bola ajeitada por Pelé e soltou a bomba, na final de 1970, contra a Itália. No lance desta partida, a bola rodou todo o campo até cair com Michel Bastos, pela esquerda. O lateral serviu Kaká, que lucidamente viu Daniel Alves na entrada da área. O meia dominou, olhou, e assim como Pelé, abriu o jogo pela direita, vendo o lateral-direito chegando em velocidade. Maicon, assim como Torres, chegou batendo de peito de pé, mas a bola bateu na rede pelo lado de fora. Segundos depois, o árbitro apitou o final do primeiro tempo, e o futebol arte do Brasil começava a aflorar.

Infelicidade...
No segundo tempo, a Holanda voltou com mais ímpeto e querendo evitar uma nova eliminação nas mãos do Brasil em Copas do Mundo. O time não apresentava grande volume de jogo, mas cruzava várias bolas na área do goleiro Julio César. Em uma delas, a defesa brasileira bateu cabeça, pela primeira vez nesta Copa do Mundo. No lance, Sneijder cruzou fechado e alto em direção ao gol. O arqueiro do Brasil foi para a bola, assim como Felipe Melo, que acabou "dando combate" em seu próprio colega de equipe. Por infelicidade, o volante desviou de cabeça e balançou as redes contra o próprio patrimônio, empatando o duelo para a Holanda.

O gol sofrido, porém, não abateu o time brasileiro, que continuou mostrando mais qualidade no ataque. Em um lance de Kaká, a equipe quase desempatou o jogo. No lance, o meia brasileiro recebeu a bola pelo meio, viu o goleiro adiantado e bateu firme, de chapa, sem deixar a bola cair. Caprichosamente, o arremate tirou tinta da trave, e o tento de Kaká continuava encantado.

Acontece o inesperado...
Mesmo jogando melhor, o Brasil tinha que se preocupar com o traiçoeiro time da Laranja, mas não o fez. Em cobrança de escanteio pelo alto, Kuyt resvalou de cabeça e a bola sobrou à feição para a testade de Sneijder, que desempatou o duelo, que tomou ares dramáticos. Aos 28, a coisa ficou ainda mais difícil, quando Felipe Melo deu claras mostras de seu desequilíbrio emocional.

O atleta, que começou o duelo muito bem ao dar o passe para Robinho marcar o tento brasileiro, caiu de produção no segundo tempo, falhou no primeiro gol holandês, e terminou a partida de maneira lastimável, ao dar um pisão em Robben e ganhar o cartão vermelho, prejudicando o time brasileiro. Dunga, que havia tirado o pendurado Michel Bastos para evitar uma possível expulsão, mostrou-se frustrado no banco de reservas.

Nilmar foi o escolhido pelo treinador para buscar o empate, em detrimento de Luis Fabiano, que não teve nenhuma chance clara de gol na partida. O time brasileiro partiu para cima, e começou a depender dos escanteios para furar o ferrolho holandês. Em um destes lances, Stekelenburg fez defesa de puro reflexo após desvio. Kuyt, no segundo pau, afastou o perigo, e a tensão aumentava. Aos 40, Kaká arrancou pela esquerda e partiu para cima do zagueiro. Após limpar para a perna esquerda, bateu firme, mas a bola desviou na zaga, em outro lance de grande perigo.

Estarrecido, Dunga assistia à seleção sucumbir diante de uma equipe que pouco ameaçou o time canarinho, tendo marcado dois gols em lances isolados. Coincidentemente, o último lance de esperança brasileiro foi uma cobrança de falta na entrada da área, assim como em 2006. Daniel Alves foi o escolhido para bater a falta. Em 2006, foi Ronaldinho. Os dois falharam, e o Brasil acabou eliminado. Cai o primeiro sul-americano nas quartas-de-final da Copa. Argentina, Uruguai e Paraguai ainda sonham. Ao Brasil, resta o alento de que a equipe caiu de maneira valente.

Ficha Técnica

Holanda 2 x 1 Brasil
Local: Estádio Nelson Mandela Bay, em Port Elizabeth, na África do Sul
Árbitro: Yuichi Nishimura (JAP)
Cartões amarelos: Van der Wiel, Heitinga, De Jong e Ooijer (Holanda); Michel Bastos (Brasil)
Cartão vermelho: Felipe Melo (Brasil)
Gols: Felipe Melo (contra) aos 8'/2T e Sneijder aos 23'/2T (Holanda); Robinho aos 9'/1T (Brasil)

Holanda
Stekelenburg; Van der Wiel, Heitinga, Ooijer e Van Bronckhorst; De Jong, Van Bommel e Sneijder; Robben, Kuyt e Van Persie (Huntelaar).
Técnico: Bert Van Marwijk

Brasil
Julio César; Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos (Gilberto); Gilberto Silva, Felipe Melo, Daniel Alves e Kaká; Robinho e Luis Fabiano (Nilmar).
Técnico: Dunga
Grito da Galera: Erro da Seleção começa com Ricardo Teixeira
Campinas, SP, 2 (AFI) - Bastou o término do jogo em que o Brasil perdeu para a Holanda, por 2 a 1, de virada, e os internautas começaram a reclamar e a desabafar contra a Seleção Brasileira, eliminada na Copa da África do Sul.

Erro começo em cima com Ricardo Teixeira

QUERO DEIXAR BEM CLARO,QUE SEMPRE FALEI ISSO ANTES DO INCIO DA COPA!!!!

Parece até que foi praga,mas não foi, foi RUINDADE MESMO!!!!!!.Mas que este JUMENTO....do DUNGA conseguiu estragar no intervalo,essa nossa fraquíssima SELEÇÃO,disso eu não tenho dúvidas.Venho falando desde o inicio.Kaka seria o COCÔ da COPA,Michel Bastos,Gilberto Marreco,FELIPE MELO,Josué,Ramires,Julio Batista,Done,Nilmar,Grafite,Gilberto Silva,além de Dunga e Jorginho,é muito pra qualquer um.

E o Cocô da Copa (Kaka que nunca foi craque,simplesmente um jogar comum,nada mais do que isso) Craque nunca!

Infelizmente eu sempre digo,que temos que tolerar um Ricardo Teixeira,dando pra DUNGA,um cargo de extrema importância,(maior do que a dele Ricardo,Presidente da CBF,e quem entende o MINÍMO DE FUTEBOL, sabia que nossa SELEÇÃO É FRACA.

Agüentar esse monte de VERME,foi na minha opinião uma triste lembrança,essa SELEÇÃO conseguiu ser muito,mas MUITO PIOR do que a de LAZARONI.

De fora ficaram Marcelo,Thiago Mota,Fred,Ganso,Neymar e etc.Falar o quê?????

VIVA O RICARDO TEIXEIRA, DUNGA, JORGINHO E CIA LTDA.

Roberto Costa Tiburcio
Emocionado, Julio César assume falha em gol da Holanda
Campinas, SP, 02 (AFI) - Como não poderia deixar de ser, o clima é de total tristeza e desolamento na Seleção Brasileira, eliminada nas quartas-de-final da Copa do Mundo pela Holanda após perder por 2 a 1, em Porto Elizabeth, no jogo realizado na manhã desta sexta-feira. Emocionado, o goleiro Julio César falou à imprensa logo após o duelo, e sendo o único a "dar a cara para bater", assumiu a culpa pelo primeiro gol marcado pela Holanda no jogo.

"É um momento difícil...(suspiro). Falhamos ali no primeiro gol, saí mal, trombei com o Felipe, a bola entrou, enfim. Vinhamos bem na partida, tomamos dois gols em falhas inviduais. Tentamos...", disse o goleiro, que caiu em lágrimas.

No lance, o meia Sneijder alçou a bola na área, fechada em direção ao gol. Julio César saiu errado, Felipe Melo bateu cabeça com o goleiro, e a bola acabou entrando. O gol tornou a Laranja mais vibrante, e a equipe conseguiu a virada. A Holanda agora aguarda o vencedor entre Uruguai e Gana, enquanto que o Brasil dá adeus, novamente nas quartas-de-final, assim como em 2006, diante da França
Volante rival do Brasil na Copa acerta com Manchester City
Campinas, SP, 02 (AFI) - O Manchester City anunciou nesta sexta-feira a contratação do meio-campista marfinense Yaya Touré, que estava no Barcelona. O jogador de 28 anos, que jogará ao lado do irmão Kolo no clube inglês, acertou um contrato por cinco temporadas, de acordo com informações divulgadas pela equipe.

O valor da transação e outros detalhes da negociação não foram revelados pelo Manchester City. O técnico italiano Roberto Mancini descreveu Touré como uma "fantástica contratação", acrescentando que "sua experiência e habilidade serão muito importante para nós".

Touré chegou ao Barcelona em 2007, contratado junto ao Monaco. No clube catalão, ele conquistou dois títulos espanhóis e uma Liga dos Campeões.

Além disso, disputou 118 partidas e marcou seis gols. O meio-campista retornou recentemente da África do Sul, onde defendeu a Costa do Marfim, que foi eliminada na primeira fase da Copa do Mundo.
Zagueiro da seleção alemã acerta com o Wolsfburg

Campinas, SP, 02 (AFI) - O desmanche do rebaixado Hertha Berlin continua firme no futebol alemão. Nesta sexta-feira, a equipe perdeu um de seus principais jogadores para o Wolfsburg, o zagueiro Arne Friedrich, titular da Alemanha na Copa do Mundo da África do Sul.

O zagueiro de 31 anos estava desde 2002 no Hertha Berlin - que já perdeu na quinta-feira o meia romeno Maximilian Nicu para o Freiburg - e disputou quase 80 partidas pela seleção alemã. Seu contrato com o novo clube será de três anos.

Friedrich chega como uma das grandes esperanças para recuperar a defesa do Wolfsburg, que sofreu 58 gols em 34 partidas no último Campeonato Alemão. "Friedrich certamente nos ajudará a estabilizar a defesa", garantiu o dirigente Dieter Hoeness nesta sexta-feira.

O zagueiro será companheiro de clube dos brasileiros Josué e Grafite, convocados por Dunga para disputar a Copa do Mundo.
Craque da "Dinamáquina" assume comando de time na Espanha
Campinas, SP, 02 (AFI) - O ex-meio-campista dinamarquês Michael Laudrup foi confirmado nesta sexta-feira como novo técnico do Mallorca. Em nota oficial, o clube das Ilhas Baleares, na Espanha, anunciou a contratação do treinador, que assinou um contrato por duas temporadas.

Considerado um dos melhores jogadores da história do futebol dinamarquês, Laudrup disputou 104 partidas pela seleção do seu país antes de decidir se retirar do futebol internacional após a disputa da Copa do Mundo de 1998, quando foi eliminado pela seleção brasileira nas quartas de final. Na sua carreira profissional, o meia defendeu clubes como Juventus, Barcelona e Real Madrid.

Depois de passagens como treinador do clube dinamarquês Brondby e assistente técnico da seleção de seu país, Laudrup treinou o clube espanhol Getafe, durante a temporada 2007/2008. Em abril de 2009 ele foi demitido de seu cargo de treinador do Spartak de Moscou
Presidente da Federação Francesa pede demissão e país apresenta novo técnico
Campinas, SP, 02 (AFI) - Após uma das mais vergonhosas campanhas de sua história nas Copas do Mundo, a França resolveu remodelar o futebol no país. Nesta sexta-feira, o técnico Laurent Blanc, capitão do time que foi campeão mundial em 1998, foi oficializado como novo comandante dos Les Bleus. Além disso, o Jean-Pierre Escalettes, presidente da Federação Francesa de Futebol (FFF), oficializou sua demissão.

Blanc, de 44 anos, tem como principal título no currículo o Campeonato Francês da temporada 2008/2009, no comando do Bordeaux. Na temporada que se passou, o treinador levou sua equipe às quartas-de-final da Liga dos Campeões da Europa, feito jamais alcançado pelo clube, mas o time perdeu gás na reta final, ficando sem nenhum título.

O novo técnico chega para substituir o criticado Raymond Domenech, considerado o principal culpado pelo atual estado da Seleção Francesa. No Mundial da África do Sul, a equipe não venceu um jogo sequer, saindo da Copa com duas derrotas e um empate. Além disso, constantes crises internas no elenco, aliadas à exquisita maneira do treinador escalar seu time titular (por astrologia), causaram revolta dos torcedores, jornalistas, dirigentes e até dos próprios jogadores franceses
.
Mesmo assim, Domenech ficou seis anos à frente do time, tendo assumido em 2004.
Confira as notas dos jogadores da Seleção Brasileira na derrota para a Holanda
Campinas, SP, 02 (AFI) - Na manhã desta sexta-feira o Brasil acabou sendo eliminada pela Holanda nas quartas-de-final da Copa do Mundo, perdendo de virada por 2 a 1.

Maicon e Robinho foram os únicos que conseguiram se destacar apesar da derrota, brigaram o jogo inteiro, mas não impediram a eliminação do Brasil na Copa.

Confira as notas da seleção:

Julio César - 4,5 - Não foi muito exigido na primeira etapa, mas no segundo tempo saiu mal no primeiro gol da Holanda, e no segundo não teve culpa.

Maicon - 6,0 - Foi guerreiro lutou o máximo possível, as principais jogadas saiu dos seus pés pelo lado direito, um dos únicos que se salvaram na partida.

Lúcio - 4,5 - Não mostrou a mesma presença de área das outras partidas, demonstrou algumas falhas na jogada área, e cometeu algumas faltas infantis

Juan - 5,5 - Não teve culpa em nenhum dos dois gols sofridos, deu alguns bons desarmes, mas assim como o seu companheiro de zaga não foi tão bem

Michel Bastos - 4,5 - Fez um bom primeiro tempo, marcou bem o acatante Robben, mas na segunda etapa ficou nervoso fazendo muitas faltas, e acabou sendo substituído para não ser expulso

Gilberto Silva - 5,0 - Foi seguro na primeira etapa, mas no segundo tempo assim como toda a equipe caiu bastante de rendimento, dando vários espaços para a seleção holandesa jogar.

Felipe Melo - 2,0 - Começou bem a partida, deu um belo lançamento para o Robinho abrir o placar, mas na segunda etapa acabou fazendo um gol contra, e ainda por cima foi expulso depois de um pisão no atacante Robben.

Daniel Alves - 5,5 - Participou bastante da primeira etapa com alguns passes bons para os atacantes, mas na segunda etapa sumiu da partida.

Kaká - 5,5 - Até participou bastante do primeiro tempo, quase fazendo um gol, no segundo tempo teve outra grande chance mas chutou para fora, não fez uma partida brilhante mas tentou brigar.

Robinho - 6,0 - Fez dois gols na partida, um estava em impedido e o outro valeu, no primeiro tempo fez belas jogadas individuais dando alguns passes bons, participou bem, e no segundo tempo lutou mas não foi tão bem como na primeira etapa.

Luís Fabiano - 4,0 - Não jogou tão bem como nas outras duas últimas partidas, não conseguia dominar uma bola, errando vários passes e com isso acabou sendo substituído por Nilmar.

Gilberto - 4,0 - Entrou no segundo tempo no lugar de Michel Bastos, não participou muito do jogo mas também não comprometeu.

Nilmar - 3.0 - Entrou no lugar do Luís Fabiano na partida, mas também não fez muita coisa, mal tocou na bola.

Dunga - 3,0 - Não sei o que ele falou no time no intervalo após estar vencendo por 1 a 0, mas a seleção voltou apática e acabou sofrendo a virada, e quando precisava mexer na equipe para mudar alguma coisa não mexeu, e com isso o volante Felipe Melo foi expulso.

Seleção da Holanda - 7,5 - A seleção holandesa fez um mal primeiro tempo, e acabou indo para o intervalo perdendo por 1 a 0. Mas depois o intervalo voltou outra seleção, indo para cima e com isso acabou virando a partida e se classificando para as semifinais da Copa.

Árbitro - Yuichi Nishimura (JAP) - 3.0 - Juíz fraco, apitou várias faltas a favor da Holanda, teve dois critérios, um a favor da Holanda e um sempre contra o Brasil, expulsou bem Felipe Melo, mas não expulsou Michel Bastos, foi pipoqueiro durante a partida.
ACOMPANHE O LANCE A LANCE DO JOGO BRASIL X HOLANDA

ACOMPANHE O LANCE A LANCE DO JOGO DA SELEÇÃO BRASILEIRA (APERTE F5 PARA ATUALIZAR):

48 min - Final de jogo no Estádio Nelson Mandela Bay, em Port Elizabeth. O Brasil perdeu para a Holanda por 2 a 1 e está eliminado da Copa do Mundo na África do Sul. Já os holandeses classificaram para as semifinais.

39 min - Van Persie recebe a bola na entrada da área e deixa para Sneidjer, que bate fraco e Julio Cesar faz a defesa

37 min - O Brasil vai para frente em busca do gol de empate. Maicon cobra escanteio e a bola na frente do goleiro. Ninguém apareceu para completar o lance.

23 min - GOOOL DA HOLANDA - Escanteio cobrado, a bola é desvida na primeira trave e Sneidjer completa para o fundo do gol de cabeça.

20 min - Após receber na entrada da área, Kaká dominou bem, viu o goleiro adiantado e bateu de chapa. A bola tirou tinta da trave, e o jogador continua lamentando sua seca de gols no Mundial.

17 min - Primeira substituição do jogo. Mal na partida, Michel Bastos dá lugar à Gilberto.

14 min - Primeira chance de gol do Brasil no segundo tempo. Daniel Alves arriscou de fora da área e a bola passou perto do gol holandês.

12 min - A seleção brasileira sentiu o gol de empate e não consegue chegar ao campo de ataque. Mais uma vez o Brasil espera um espaço na defesa adversária para tentar um contra-ataque

7 min - GOOOL DA HOLANDA - Sneijder cruzou da direita, o goleiro Julio Cesar passou lotado, a bola tocou na cabeça de Felipe Melo antes de entrar.

2 min - Van der Wiel recebe cartão amarelo por simular falta

1 min - Rola a bola no segundo tempo. Agora quem dá a saída é o Brasil.

Segundo tempo

O Brasil foi muito superior na primeira etapa. No começo do jogo parecia que a Holanda tentaria sufocar o time brasileiro, mas em dois contra-ataques o Brasil mostrou sua força e deu um balde de água fria no adversário, que atacou pouco e assitiu a seleção jogar e perder boas chances

46 min - Após um minuto de acréscimo, o juiz apita o final do primeiro tempo.

45 min - O Brasil chega muito fácil ao ataque. Depois de boa troca de passe, Daniel Alves rolou para Maicon que chegou chutando de primeira, a bola bateu na rede pelo lado de fora.

40 min - O time brasileiro parece um pouco irritado com o árbitro japonês, que tem invertido muitas faltas e incomodado os jogadores.

36 min - Primeiro cartão do Brasil no jogo. Michel Bastos, cometeu falta em Robben e foi advertido pelo árbitro.

29 min - Mais uma chance perdida pelo ataque brasileiro. Robinho passa pela meio de quatro jogadores holandeses, rola para Luis Fabiano, que ajeita de letra para Kaká. O meia brasileiro chutou tentando tirar do goleiro. Mas Stekelenburg vai no angulo, se estica todo e evita o gol.

25 min - Brasil perde grande chance de ampliar o placar. Na linha de fundo, Daniel Alves corta Kuyt duas vezes e cruza rasteiro para a área. Juan antecipa a zaga holandesa e chuta por cima do gol

20 min - Depois do gol, as duas equipes diminuiram o ritmo do jogo. A Holanda toca a bola e tenta chegar ao ataque, mas a defesa brasileira não dá espaços. Já o Brasil espera uma nova oportunidade de contra ataque para definir o jogo.

16 min - Falta perigosa para a Holanda, mas Van Persie bate longe do gol.

12 min - Primeiro cartão amarelo do jogo. Heitinga faz falta sem bola em Luis Fabiano e é punido.

10 min - Primeiro lance de perigo do time holandes. Robben e Van Persie tabelam na entrada da area, mas a bola sobra para Sneijder, que chutou para boa defesa de Julio Cesar.

9 min - GOOOOOOL DO BRASIL - Felipe Melo lança Robinho do meio de campo. Em linha, a defesa holandesa vê o atacante entrar livre e tocar de primeira na saída do goleiro.

7 min - Depois de assistir a Holanda jogar nos primeiros cinco minutos, a seleção mostrou sua principal arma e assustou os holandeses.

7 min - Gol anulado do Brasil. Daniel Alves recebe passe de Robinho em contra ataque em posição ilegal.

3 min - Holanda começa o jogo com mais posse de bola e tocando sem muita objetividade, respeitando muito o time do Brasil.

2 min - O jogo começou quente. As duas equipes começaram a chegar junto e discutir bastante

1 min - Rola a bola no Nelson Mandela Bay.

- A seleção holandesa já teve seu primeiro problema antes da bola rolar. O zagueiro Mathjisen sentiu uma contusão no aquecimento e foi substituído por Ooijer.

- Times escalados e perfilados para acompanharem os hinos nacionais


Ficha Técnica

Brasil x Holanda

Local: Estádio Nelson Mandela Bay, em Port Elizabeth
Árbitro:Yuichi Nishimura (JAP)
Cartões Amarelos: Michel Bastos (Brasil); Heitinga e Van der Wiel (Holanda)
Gols: Robinho, aos 9'/1T (Brasil)

Brasil
Júlio Cesar; Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos (Gilberto); Gilberto Silva, Felipe Melo, Daniel Alves, e Kaká ; Robinho e Luis Fabiano
Técnico: Dunga

Holanda
Stekelenburg; Van der Wiek, Heitinga, Ooijer e Van Brockhorst; De Jong, Van Bommel, Snejider e Robben; Kuyt e Van Persie
Técnico: Bert Van Marwijk
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ACOMPANHE O LANCE A LANCE DO JOGO DA SELEÇÃO BRASILEIRA (APERTE F5 PARA ATUALIZAR):

48 min - Final de jogo no Estádio Nelson Mandela Bay, em Port Elizabeth. O Brasil perdeu para a Holanda por 2 a 1 e está eliminado da Copa do Mundo na África do Sul. Já os holandeses classificaram para as semifinais.

39 min - Van Persie recebe a bola na entrada da área e deixa para Sneidjer, que bate fraco e Julio Cesar faz a defesa

37 min - O Brasil vai para frente em busca do gol de empate. Maicon cobra escanteio e a bola na frente do goleiro. Ninguém apareceu para completar o lance.

23 min - GOOOL DA HOLANDA - Escanteio cobrado, a bola é desvida na primeira trave e Sneidjer completa para o fundo do gol de cabeça.

20 min - Após receber na entrada da área, Kaká dominou bem, viu o goleiro adiantado e bateu de chapa. A bola tirou tinta da trave, e o jogador continua lamentando sua seca de gols no Mundial.

17 min - Primeira substituição do jogo. Mal na partida, Michel Bastos dá lugar à Gilberto.

14 min - Primeira chance de gol do Brasil no segundo tempo. Daniel Alves arriscou de fora da área e a bola passou perto do gol holandês.

12 min - A seleção brasileira sentiu o gol de empate e não consegue chegar ao campo de ataque. Mais uma vez o Brasil espera um espaço na defesa adversária para tentar um contra-ataque

7 min - GOOOL DA HOLANDA - Sneijder cruzou da direita, o goleiro Julio Cesar passou lotado, a bola tocou na cabeça de Felipe Melo antes de entrar.

2 min - Van der Wiel recebe cartão amarelo por simular falta

1 min - Rola a bola no segundo tempo. Agora quem dá a saída é o Brasil.

Segundo tempo

O Brasil foi muito superior na primeira etapa. No começo do jogo parecia que a Holanda tentaria sufocar o time brasileiro, mas em dois contra-ataques o Brasil mostrou sua força e deu um balde de água fria no adversário, que atacou pouco e assitiu a seleção jogar e perder boas chances

46 min - Após um minuto de acréscimo, o juiz apita o final do primeiro tempo.

45 min - O Brasil chega muito fácil ao ataque. Depois de boa troca de passe, Daniel Alves rolou para Maicon que chegou chutando de primeira, a bola bateu na rede pelo lado de fora.

40 min - O time brasileiro parece um pouco irritado com o árbitro japonês, que tem invertido muitas faltas e incomodado os jogadores.

36 min - Primeiro cartão do Brasil no jogo. Michel Bastos, cometeu falta em Robben e foi advertido pelo árbitro.

29 min - Mais uma chance perdida pelo ataque brasileiro. Robinho passa pela meio de quatro jogadores holandeses, rola para Luis Fabiano, que ajeita de letra para Kaká. O meia brasileiro chutou tentando tirar do goleiro. Mas Stekelenburg vai no angulo, se estica todo e evita o gol.

25 min - Brasil perde grande chance de ampliar o placar. Na linha de fundo, Daniel Alves corta Kuyt duas vezes e cruza rasteiro para a área. Juan antecipa a zaga holandesa e chuta por cima do gol

20 min - Depois do gol, as duas equipes diminuiram o ritmo do jogo. A Holanda toca a bola e tenta chegar ao ataque, mas a defesa brasileira não dá espaços. Já o Brasil espera uma nova oportunidade de contra ataque para definir o jogo.

16 min - Falta perigosa para a Holanda, mas Van Persie bate longe do gol.

12 min - Primeiro cartão amarelo do jogo. Heitinga faz falta sem bola em Luis Fabiano e é punido.

10 min - Primeiro lance de perigo do time holandes. Robben e Van Persie tabelam na entrada da area, mas a bola sobra para Sneijder, que chutou para boa defesa de Julio Cesar.

9 min - GOOOOOOL DO BRASIL - Felipe Melo lança Robinho do meio de campo. Em linha, a defesa holandesa vê o atacante entrar livre e tocar de primeira na saída do goleiro.

7 min - Depois de assistir a Holanda jogar nos primeiros cinco minutos, a seleção mostrou sua principal arma e assustou os holandeses.

7 min - Gol anulado do Brasil. Daniel Alves recebe passe de Robinho em contra ataque em posição ilegal.

3 min - Holanda começa o jogo com mais posse de bola e tocando sem muita objetividade, respeitando muito o time do Brasil.

2 min - O jogo começou quente. As duas equipes começaram a chegar junto e discutir bastante

1 min - Rola a bola no Nelson Mandela Bay.

- A seleção holandesa já teve seu primeiro problema antes da bola rolar. O zagueiro Mathjisen sentiu uma contusão no aquecimento e foi substituído por Ooijer.

- Times escalados e perfilados para acompanharem os hinos nacionais


Ficha Técnica

Brasil x Holanda

Local: Estádio Nelson Mandela Bay, em Port Elizabeth
Árbitro:Yuichi Nishimura (JAP)
Cartões Amarelos: Michel Bastos (Brasil); Heitinga e Van der Wiel (Holanda)
Gols: Robinho, aos 9'/1T (Brasil)

Brasil
Júlio Cesar; Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos (Gilberto); Gilberto Silva, Felipe Melo, Daniel Alves, e Kaká ; Robinho e Luis Fabiano
Técnico: Dunga

Holanda
Stekelenburg; Van der Wiek, Heitinga, Ooijer e Van Brockhorst; De Jong, Van Bommel, Snejider e Robben; Kuyt e Van Persie
Técnico: Bert Van Marwijk
ACOMPANHE O LANCE A LANCE DO JOGO BRASIL X HOLANDA

ACOMPANHE O LANCE A LANCE DO JOGO DA SELEÇÃO BRASILEIRA (APERTE F5 PARA ATUALIZAR):

48 min - Final de jogo no Estádio Nelson Mandela Bay, em Port Elizabeth. O Brasil perdeu para a Holanda por 2 a 1 e está eliminado da Copa do Mundo na África do Sul. Já os holandeses classificaram para as semifinais.

39 min - Van Persie recebe a bola na entrada da área e deixa para Sneidjer, que bate fraco e Julio Cesar faz a defesa

37 min - O Brasil vai para frente em busca do gol de empate. Maicon cobra escanteio e a bola na frente do goleiro. Ninguém apareceu para completar o lance.

23 min - GOOOL DA HOLANDA - Escanteio cobrado, a bola é desvida na primeira trave e Sneidjer completa para o fundo do gol de cabeça.

20 min - Após receber na entrada da área, Kaká dominou bem, viu o goleiro adiantado e bateu de chapa. A bola tirou tinta da trave, e o jogador continua lamentando sua seca de gols no Mundial.

17 min - Primeira substituição do jogo. Mal na partida, Michel Bastos dá lugar à Gilberto.

14 min - Primeira chance de gol do Brasil no segundo tempo. Daniel Alves arriscou de fora da área e a bola passou perto do gol holandês.

12 min - A seleção brasileira sentiu o gol de empate e não consegue chegar ao campo de ataque. Mais uma vez o Brasil espera um espaço na defesa adversária para tentar um contra-ataque

7 min - GOOOL DA HOLANDA - Sneijder cruzou da direita, o goleiro Julio Cesar passou lotado, a bola tocou na cabeça de Felipe Melo antes de entrar.

2 min - Van der Wiel recebe cartão amarelo por simular falta

1 min - Rola a bola no segundo tempo. Agora quem dá a saída é o Brasil.

Segundo tempo

O Brasil foi muito superior na primeira etapa. No começo do jogo parecia que a Holanda tentaria sufocar o time brasileiro, mas em dois contra-ataques o Brasil mostrou sua força e deu um balde de água fria no adversário, que atacou pouco e assitiu a seleção jogar e perder boas chances

46 min - Após um minuto de acréscimo, o juiz apita o final do primeiro tempo.

45 min - O Brasil chega muito fácil ao ataque. Depois de boa troca de passe, Daniel Alves rolou para Maicon que chegou chutando de primeira, a bola bateu na rede pelo lado de fora.

40 min - O time brasileiro parece um pouco irritado com o árbitro japonês, que tem invertido muitas faltas e incomodado os jogadores.

36 min - Primeiro cartão do Brasil no jogo. Michel Bastos, cometeu falta em Robben e foi advertido pelo árbitro.

29 min - Mais uma chance perdida pelo ataque brasileiro. Robinho passa pela meio de quatro jogadores holandeses, rola para Luis Fabiano, que ajeita de letra para Kaká. O meia brasileiro chutou tentando tirar do goleiro. Mas Stekelenburg vai no angulo, se estica todo e evita o gol.

25 min - Brasil perde grande chance de ampliar o placar. Na linha de fundo, Daniel Alves corta Kuyt duas vezes e cruza rasteiro para a área. Juan antecipa a zaga holandesa e chuta por cima do gol

20 min - Depois do gol, as duas equipes diminuiram o ritmo do jogo. A Holanda toca a bola e tenta chegar ao ataque, mas a defesa brasileira não dá espaços. Já o Brasil espera uma nova oportunidade de contra ataque para definir o jogo.

16 min - Falta perigosa para a Holanda, mas Van Persie bate longe do gol.

12 min - Primeiro cartão amarelo do jogo. Heitinga faz falta sem bola em Luis Fabiano e é punido.

10 min - Primeiro lance de perigo do time holandes. Robben e Van Persie tabelam na entrada da area, mas a bola sobra para Sneijder, que chutou para boa defesa de Julio Cesar.

9 min - GOOOOOOL DO BRASIL - Felipe Melo lança Robinho do meio de campo. Em linha, a defesa holandesa vê o atacante entrar livre e tocar de primeira na saída do goleiro.

7 min - Depois de assistir a Holanda jogar nos primeiros cinco minutos, a seleção mostrou sua principal arma e assustou os holandeses.

7 min - Gol anulado do Brasil. Daniel Alves recebe passe de Robinho em contra ataque em posição ilegal.

3 min - Holanda começa o jogo com mais posse de bola e tocando sem muita objetividade, respeitando muito o time do Brasil.

2 min - O jogo começou quente. As duas equipes começaram a chegar junto e discutir bastante

1 min - Rola a bola no Nelson Mandela Bay.

- A seleção holandesa já teve seu primeiro problema antes da bola rolar. O zagueiro Mathjisen sentiu uma contusão no aquecimento e foi substituído por Ooijer.

- Times escalados e perfilados para acompanharem os hinos nacionais


Ficha Técnica

Brasil x Holanda

Local: Estádio Nelson Mandela Bay, em Port Elizabeth
Árbitro:Yuichi Nishimura (JAP)
Cartões Amarelos: Michel Bastos (Brasil); Heitinga e Van der Wiel (Holanda)
Gols: Robinho, aos 9'/1T (Brasil)

Brasil
Júlio Cesar; Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos (Gilberto); Gilberto Silva, Felipe Melo, Daniel Alves, e Kaká ; Robinho e Luis Fabiano
Técnico: Dunga

Holanda
Stekelenburg; Van der Wiek, Heitinga, Ooijer e Van Brockhorst; De Jong, Van Bommel, Snejider e Robben; Kuyt e Van Persie
Técnico: Bert Van Marwijk

quinta-feira, 1 de julho de 2010

Holanda x Brasil - Semifinal antecipada?
Campinas, SP, 01 (AFI) - Se depender do que a história diz, o vencedor do confronto entre Holanda e Brasil está garantido na decisão da Copa do Mundo de 2010. As duas seleções se enfrentam nesta sexta-feira, às 11 horas - de Brasília -, sonhando em repetir o feito de mundiais anteriores, onde se enfrentaram. O primeiro duelo das quartas-de-final acontece no Estádio Nelson Mandela Bay, em Porth Elizabeth.

O vencedor deste confronto vai encarar quem ganhar de Uruguai e Gana, que também jogam nesta sexta-feira, mas às 15h30. Por isso, quem vencer de holandeses e brasileiros já entram em campo com vantagem teórica, nas semifinais.

A Seleção Brasileira já encarou a holandesa em três
oportunidades, em copas. A primeira delas aconteceu na Alemanha, em 1974. A famosa Laranja Mecânica levou a melhor e venceu, por 2 a 0, com gols de Neeskens e Cruyff, na na segunda fase. Na final, porém, perdeu para os donos da casa, por 2 a 1.

Só dá Brasil
Nas outras duas oportunidades, deu a Amarelinha. Em 1994, nos Estados Unidos, a vitória apertada, por 3 a 2, só veio em uma cobrança de falta de Branco, também nas quartas. No final, todos já sabem, o Brasil superou a Itália, nos penâltis.

A Copa seguinte, na França, não foi boa para nenhuma das duas seleções. Após um empate, por 1 a 1, os sul-americanos passaram para a grande decisão nos pênaltis. Na final, acabaram derrotados pelos franceses, por 3 a 0.

No geral, a Seleção também leva uma ligeira vantagem sobre a Laranja. Ao todo, as duas seleções se enfrentaram por nove vezes. São nove confrontos, com três vitórias brazucas, dus holandesas e quatro empates. São 14 gols a favor e 13 contra.

Mística da "azul"
Além dos confrontos, o técnico Dunga tem outra mística a seu favor. Esta será a décima vez que o Brasil jogará com o uniforme azul. Nos nove jogos anteriores, foram sete vitórias, um empate e uma derrota. São 23 gols a favor e 15 contra.

O problema é que a única derrota foi justamente para a Holanda, em 1974. O fator positivo é que nas duas últimas copas em que entrou em campo de azul, em 1994 e 2002, a Seleção levantou a taça.

Problemas superados
Os últimos dias foram de muita preocupação no Brasil. Afinal, Dunga correu o risco de ter at´uatro desfalques para o duelo. O mais grave é o do meia Elano, que está com um edema ósseo no tornozelo e pode ficar fora do restante da Copa. Com isso, o treinador deve manter o lateral Daniel Alves improvisado no setor.

Por outro lado, o volante Felipe Melo e o meia Júlio Baptista, que reclamavam de dores, se recuperaram e devem ficar à disposição do treinador. O primeiro assume a vaga de Ramires, que terá de cumprir suspensão pelo segundo amarelo.

O restante do time será o considerado o titular. Sem
grandes problemas, Dunga aproveitou para rebater uma crítica feita pelo ex-craque holandês Johan Cruyff. O ex-atleta disse que não pagaria para assistir o futebol feio do Brasil.

"Ele tem ingresso de graça da Fifa, por isso não precisa pagar para assistir a um jogo. Democracia é isso. Ele pode escolher quantas partidas quiser", afirmou.

Clima ruim
A Holanda chega às quartas com uma "crise de egos". Após a vitória sobre a Eslováquia, por 2 a 1, na segunda-feira, o meia Sneijder teria se desentendido com o atacante Van Persie. Ao ser substituído, este último teria dito ao técnico Bert van Marwijk que era o Sneijder que deveria
sair.

Nos últimos dias, Van Persie tem negado a versão e disse não ter problemas de relacionamento com o meia. O fato que é que, para o treinador, nada parece ter acontecido. Tanto que os dois jogadores serão mantidos entre os titulares.

As esperanças de Van Marwijk estão depositadas no atacante Robben. Um dos destaques da temporada, o jogador funciona como um ponta direita, apesar de ser canhoto. Ele deve atuar em cima de Michel Bastos e Felipe Melo, considerados os pontos fracos na defesa tupinquim.

Ficha Técnica

Holanda x Brasil

Local: Estádio Nelson Mandela Bay, em Porth Elizabeth
Data: 02/07/2010 (sexta-feira)
Horário: 11h
Árbitro: Yuichi Nishimura (JAP)

Holanda
Stekelenbug; Van der Wiel, Heitinga, Mathijsen e Van Bronckhorst; Van Bommel, De Jong e Sneijder; Robben, Van Persie e Kuyt.
Técnico: Bert van Marwijk.

Brasil
Júlio César; Maicon, Lúcio, Juan e Michel Bastos; Giberto Silva, Felipe Melo, Daniel Alves e Kaká; Robinho e Luís Fabiano.
Técnico: Dunga
Uruguai x Gana - Confronto inédito vale vaga nas semifinais
Campinas, SP, 01 (AFI) – Uruguai e Gana nunca se enfrentaram na história do futebol e por isso o confronto inédito entre as duas seleções será também decisivo, pois vale vaga nas semifinais da Copa do Mundo na África do Sul. A partida está marcada para esta sexta-feira, às 15h30, no Estádio Soccer City, em Johanesburgo.

Para chegar até essa fase, a seleção alviceleste eliminou a Coréia do Sul, por 2 a 1, depois de terminar a primeira fase na liderança do Grupo A por sete pontos. Já a única seleção africana que está no Mundial bateu os Estados Unidos pelo mesmo placar nas oitavas-de-final e terminou na vice-liderança do Grupo D com quatro pontos.

Uruguai terá duas mudanças
Para conquistar uma vaga nas semifinais do Mundial, o técnico Oscar Tabarez vai promover duas mudanças. A primeira é devido a lesão do zagueiro Godín, que não conseguiu se recuperar e será substituído por Mauricio Victorino. No meio-campo, Alvador Fernández assume a caga de Álvaro Pereira.

“A coisa mais importante é usarmos tudo a nosso favor e não esquecer que temos de corrigir o que fizemos bem nas partidas anteriores”, afirmou o comandante.

Aproveitar o erro do adversário
O técnico da Gana, Milovan Rajevac, espera aproveitar os erros do adversário para avançar na competição. Segundo ele, o estilo de jogo será mantido e o lado positivo é que o time não vai jogar com nenhuma obrigação.

“Vamos tentar ficar tranquilos. É algo bom para nós estar aqui. Não temos nenhuma obrigação, mas se nos esforçarmos o máximo poderemos fazer história. Não vamos ajustar e vamos aproveitar as falhas do nosso adversário”, revelou o sérvio.

Porém, a seleção africana terá dois importantes desfalques. O zagueiro Mensah e o meiua Ayew ficarão de fora, pois cumprem suspensão automática.

Ficha Técnica

Uruguai x Gana

Local: Estádio Soccer City, em Johanesburgo na África do Sul
Data: 02/07/2010
Horário: 15h30
Árbitro: Olegario Benquerenca-POR

Uruguai
Muslera; Maxi Pereira, Lugano, Mauricio Victorino e Fucile; Diego Pérez, Arévalo, Alvaro Fernández e Cavani; Diego Forlán e Luis Suarez.
Técnico: Oscar Tabarez

Gana
Kingson; Sarpei, John Mensah, Vorsah e Pantsil; Kevin-Prince Boateng, Annan, Muntari, Asamoah e Inkoan; Gyan.
Técnico: Milovan Rajevac