sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Dirigente do Guarani confirma sondagens por ex-Ponte Preta e ex-FlamengoWaguinho Dias disse que o técnico Argel Fucks indicou os nomes de Lins (ex-Ponte) e Marcos Denner (ex-Mengo)
Campinas, SP, 10 (AFI) – Após ser apresentado como novo técnico do Guarani para o Campeonato Paulista da Série A2, Argel Fucks (foto) já iniciou seu trabalho à frente do Bugre. O treinador indicou dois nomes para o ataque bugrino (Lins e Marcos Denner), conforme confirmou o coordenador técnico Waguinho Dias, em entrevista à Rádio Central (AM 870) de Campinas.


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“Ele realmente indicou o Lins e o Marcos Denner, mas me parece que o Lins já acertou com o Criciúma”, disse o dirigente. “É normal ele (Argel) indicar nomes, mas vamos avaliar se vale a pena, se os jogadores têm condição de vestir a camisa do Guarani, a situação física, a situação financeira, etc...”, completou em seguida.

Os jogadores trabalharam com Argel no segundo semestre deste ano, quando conquistou o acesso para a Série B do Campeonato Brasileiro com o Criciúma. Na entrevista coletiva em sua apresentação, Argel deixou claro que iniciou as conversas com alguns possíveis reforços assim que acertou a sua transferência para o Bugre, mas ainda preferiu não revelar nenhum nome.

Lins tem 23 anos e passagens por Mogi Mirim, Guaratinguetá, Ponte Preta e Mirassol, além do Tigre catarinense. Por outro lado, Marcos Denner é mais experiente. Aos 33 anos, ele acumula passagens por muitos clubes do futebol brasileiro, como Portuguesa, Flamengo, Fortaleza, Caxias, Juventude, Nova Iguaçu, Santo André, Marília, Paulista, Sertãozinho. Sua última experiência no Interior de São Paulo foi em 2008, atuando com a camisa do Touro dos Canaviais.

Só agora?
O coordenador de futebol ainda aproveitou o espaço para confirmar algumas exigências do ex-técnico bugrino, Vágner Mancini. O dirigente afirmou que foi o ex-comandante quem pediu as contratações do zagueiro Fabão, do lateral/meia Baiano e do lateral Apodi. Curiosamente, os três eram os que tinham os maíores salários do elenco bugrino. Dessa maneira, Waguinho prefere indicar que o fracasso bugrino pode ser colocado somente na conta de Mancini, tentando se livrar de qualquer crítica.

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