Se tivesse vencido a Copa, seria o melhor auxiliar do mundo, afirma Jorginho
Sem ressentimento. É assim que Jorginho procura encarar situações como as ironias dirigidas a ele e a Dunga pela CBF. O ex-auxiliar da Seleção vê como natural a mudança de tratamento por parte da entidade. Nada que, no entanto, o deixe chateado. Segundo ele, muito provavelmente teria sido diferente em caso de vitória na África do Sul.
“Mágoa não tenho nenhuma. Tenho um respeito muito grande pelo presidente. O que acontece é quando você muda. É como em 2006, com o Parreira. É a mesma coisa, não vai mudar nunca. O futebol é assim, a vida é assim. Aqueles que estão ali são os mais importantes e de repente quando tem uma perda, não são mais. Foi o nosso caso. Ganhamos Copa das Confederações, Copa América e estava tudo bem até aqueles fatídicos 45 minutos”, afirmou, em entrevista ao portal UOL.
Após a demissão do Goiás, o técnico vem se dedicando atualmente ao Instituto Bola Pra Frente, que comanda no Rio de Janeiro, e observa à distância o trabalho do sucessor Mano Menezes.
“Naturalmente não desejamos o mesmo para o Mano. Estive ali e é importante que as pessoas torçam, mesmo tendo saído dali. Nós vamos passar, o Mano vai passar e outros virão. A Seleção vai ficar. Se a gente tivesse vencido a Copa do Mundo, o Dunga seria o melhor técnico do mundo e o Jorginho o melhor auxiliar”, completou.
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