RJ: Má fase na Libertadores pode gerar mudanças no departamento de futebol do FluminenseO novo grupo político que assumiu com o presidente Peter Siemsen exige a saída do vice-presidente de futebol, Alcides AntunesRio de Janeiro, RJ, 03 (AFI) - Depois da derrota para o América pela Libertadores, que deixou o Fluminense à beira da eliminação do torneio continental, os bastidores do clube, que já eram quentes, entraram em ebulição. O novo grupo político que assumiu com o presidente Peter Siemsen exige a saída do vice-presidente de futebol, Alcides Antunes, mantido no cargo por um pedido de Celso Barros, patrocinador do clube.
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Em meio à pressão está o técnico Muricy Ramalho, que vive seu primeiro grande momento de turbulência no comando da equipe. O mau humor de outros tempos tem aparecido com mais frequência e a insatisfação com a política tricolor é evidente, coisa que não aconteceu nem mesmo no período eleitoral do ano passado, que coincidiu com a reta final do Brasileiro.
"É engraçado porque no ano passado não vazava nada. E neste ano está vazando mentira. O ambiente permanece ótimo. Não tenho problema com ninguém. Nem com diretoria, nem com jogador. O Fluminense é bom de se trabalhar porque só tem uma pessoa que trabalha diretamente conosco, que é o Alcides. Ele ajudou muito e continua da mesma forma", defendeu Muricy, que diz acreditar em uma classificação, ainda que sua equipe tenha que vencer os últimos três jogos.
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