Ex-ajudante de Armstrong também o acusa de doping
Mesmo com a aposentadoria das provas internacionais recém-oficializada, o norte-americano Lance Armstrong ainda deverá ter o nome em destaque por bastante tempo no ciclismo mundial. O atleta de 39 anos recebeu mais uma acusação de doping, desta vez por um ex-mecânico e assistente pessoal, que garante a má conduta do heptacampeão da Volta da França no esporte.
A acusação vem logo depois da conceituada revista norte-americana Sports Illustrated publicar reportagem sobre o uso de substâncias ilegais por parte do atleta. Armstrong vem sendo investigado pela polícia norte-americana desde que o seu ex-companheiro de equipe Floyd Landis reconheceu o próprio doping e o acusou da mesma infração.
Desta vez o seu ex-empregado Mike Anderson fez novas acusações ao ciclista, afirmando ter encontrado no quarto do atleta em um hotel na Espanha uma caixa com uma inscrição "Andro" - que faria alusão a Androstenediona, um esteroide proibido que produz testosterona e outros hormônios. Além disso, revelou ter ajudado o atleta a fugir de controles antidoping no estado norte-americano do Texas.
Anderson disparou duras críticas ao ciclista, afirmando que ele seria pivô de uma grande fraude no esporte. "Lance Armstrong pode se converter no futuro no símbolo de várias décadas de corrupção no ciclismo profissional", bradou, em entrevista ao diário neozelandês 'Sunday Star'.
O ex-ajudante de Armstrong ainda afirmou ter tido conversas com o investigador-chefe do caso, e que acredita na alta capacidade do mesmo em sua profissão. "Quando ele te persegue, você está em perigo. Eles não investigam pouco e não acho que o resultado disso seja positivo para Lance Armstrong", sentenciou.
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