Cielo lamenta aposentadoria e deseja boa sorte a Ronaldo
A aposentadoria de Ronaldo do futebol, anunciada nesta segunda-feira, mobilizou o mundo do esporte por um dia. O centroavante, que defendia o Corinthians, pendurou as chuteiras e emocionou em sua despedida. Fã do Fenômeno, o nadador Cesar Cielo lamentou a decisão do agora ex-jogador.
"É triste, muito triste", disse o campeão mundial e olímpico. "Como atleta, ele disse umas coisas que me emocionaram. É difícil de explicar, a sensação é de que alguém da família morreu. É emocionante", acrescentou Cielo, que revelou não imaginar como será abandonar as piscinas.
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VÍDEO: Cielo volta a treinar no Brasil e monta primeiro grupo de elite do país
Longe dos gramados, Cielo espera que o Fenômeno continue exercendo sua influência. "Espero que ele ajude a gente de outras formas. Boa sorte para ele agora", afirmou o nadador do Flamengo, que comentou também o encontro com o mais novo rubro-negro, Ronaldinho Gaúcho.
"Foi bacana e diferente também. Você vê ele jogando pela seleção e depois ele está ali, na sua frente. Eu vi o jogo (contra o Nova Iguaçu). Foi uma experiência bem bacana, válida", disse o nadador, que revelou os bastidores antes da estreia do camisa 10.
"Eu vi que ele estava com um olhar mais preocupado. A gente que é atleta repara nessas coisas. A gente quer fazer o melhor e dava pra ver que ele estava nervoso, com vontade de jogar", concluiu.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Cielo volta a treinar no Brasil e monta primeiro grupo de elite do país
Depois de cinco anos se dividindo entre os Estados Unidos e o Brasil, Cesar Cielo resolveu fincar raízes em território nacional. O campeão olímpico montou, com o apoio do treinador Alberto Pinto da Silva, o Projeto Rumo ao Ouro em 2016, que conta com mais seis nadadores, que treinarão juntos em busca da excelência e de pódios para o Brasil.
Comandado por Albertinho, que deixou o comando do Clube Pinheiros na semana passada, Cielo (Flamengo) irá treinar ao lado de André Schultz, Leonardo de Deus, Henrique Rodrigues, Tales Cerdeira, do Pinheiros, Nicholas dos Santos, do Flamengo, e Vinicius Waked, do Minas Tênis. A comissão técnica terá o assistente Felipe Domingues, Paulo Cesar Marinho (biomecânica e estatística) e Gustavo Magliocca (médico).
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Cielo lamenta aposentadoria e deseja boa sorte a Ronaldo
"Eu estava com essa ideia desde o ano passado e hoje [terça] estou aqui para anunciar que vou ficar no Brasil, treinando com o Albertinho", disse Cielo, em entrevista coletiva. O nadador do Flamengo e o técnico trabalham juntos desde o início da carreira de Cielo. Desde 2006, Cielo dividia seu tempo entre Estados Unidos e Brasil, passando os seis primeiros meses em Auburn e o restante do ano em São Paulo, com Albertinho.
Gerenciado pelo Instituto Cesar Cielo, o P.R.O. 2016 é totalmente independente e conta com recursos dos próprios nadadores, que tiram dinheiro de seus patrocínios individuais para bancar a equipe por trás do projeto.
O contrato com os respectivos clubes continuam em vigor, com a diferença de que estes sete atletas treinarão juntos fora da sede de seus times. Mas nas competições regionais e nacionais, "cada um defenderá o seu escudo", ressaltou Cielo.
Sem patrocinadores, o P.R.O 16 pode ter o seu primeiro parceiro oficial em breve: o Ministério dos Esportes. "O Orlando [Silva, ministro dos Esportes] sabe do projeto desde o ano passado e tem interesse em nos apoiar. A CBDA [Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos] não faz parte, mas queremos apoio. Somos independentes, andamos com os próprios pés", acrescentou Cielo.
A sede de treinamentos do grupo será o Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa (COTP) da Prefeitura de São Paulo, localizado no bairro do Ibirapuera. "A prefeitura nos ajuda com o espaço e com a manutenção da piscina. Eles permitem que a gente treine na hora que a gente quiser, toda hora que quisermos", explicou o nadador.
O calendário oficial do grupo ainda não foi estabelecido, mas muito provavelmente a primeira competição em que os sete nadadores estarão presentes será o GP de Michigan, nos Estados Unidos, marcado para abril. O foco de 2011 será o Mundial de Xangai (China), com atenção especial ao Troféu Maria Lenk, que define a seleção brasileira que irá para as Olimpíadas de Londres-2012 - além do Pan-americano de Guadalajara (México).
"Fora o Mundial, vamos disputar alguns GPs dos Estados Unidos e o Paris Open, que são competições que têm condições iguais às do Mundial. Provavelmente vamos encerrar o ano no Pan", afirmou Cielo.
Retorno ao Brasil
A mudança definitiva para o Brasil veio depois de uma temporada não tão satisfatória. No primeiro semestre de 2010, Cielo não ficou contente com seu desempenho no Pan-Pacífico de Irvine, principal competição do ano. No entanto, depois de meses de treinamento com Albertinho, o nadador surpreendeu ao conseguir dois ouros no Mundial de Dubai de piscina curta, e foi ali que a ideia de voltar ao Brasil tomou forma concreta.
"Com o sucesso em Dubai, eu senti que estava faltando alguma coisa, mas eu precisava de confiança para tomar essa decisão. Eu tive um feeling de que ali [EUA] estava faltando alguma coisa, não era o melhor para mim", explicou Cielo. "Aqui temos maior facilidade, o que faltava era voltar com confiança. Esta foi a melhor opção para conseguir o bi olímpico".
Como o próprio nome já diz, o intuito do grupo é preparar os nadadores para as Olimpíadas do Rio, em 2016, e Cielo garantiu que não tem planos de sair do Brasil neste período. "Quero ficar com o Brasil, com os atletas e com o Albertinho até 2016", disse.
Depois de cinco anos se dividindo entre os Estados Unidos e o Brasil, Cesar Cielo resolveu fincar raízes em território nacional. O campeão olímpico montou, com o apoio do treinador Alberto Pinto da Silva, o Projeto Rumo ao Ouro em 2016, que conta com mais seis nadadores, que treinarão juntos em busca da excelência e de pódios para o Brasil.
Comandado por Albertinho, que deixou o comando do Clube Pinheiros na semana passada, Cielo (Flamengo) irá treinar ao lado de André Schultz, Leonardo de Deus, Henrique Rodrigues, Tales Cerdeira, do Pinheiros, Nicholas dos Santos, do Flamengo, e Vinicius Waked, do Minas Tênis. A comissão técnica terá o assistente Felipe Domingues, Paulo Cesar Marinho (biomecânica e estatística) e Gustavo Magliocca (médico).
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Cielo lamenta aposentadoria e deseja boa sorte a Ronaldo
"Eu estava com essa ideia desde o ano passado e hoje [terça] estou aqui para anunciar que vou ficar no Brasil, treinando com o Albertinho", disse Cielo, em entrevista coletiva. O nadador do Flamengo e o técnico trabalham juntos desde o início da carreira de Cielo. Desde 2006, Cielo dividia seu tempo entre Estados Unidos e Brasil, passando os seis primeiros meses em Auburn e o restante do ano em São Paulo, com Albertinho.
Gerenciado pelo Instituto Cesar Cielo, o P.R.O. 2016 é totalmente independente e conta com recursos dos próprios nadadores, que tiram dinheiro de seus patrocínios individuais para bancar a equipe por trás do projeto.
O contrato com os respectivos clubes continuam em vigor, com a diferença de que estes sete atletas treinarão juntos fora da sede de seus times. Mas nas competições regionais e nacionais, "cada um defenderá o seu escudo", ressaltou Cielo.
Sem patrocinadores, o P.R.O 16 pode ter o seu primeiro parceiro oficial em breve: o Ministério dos Esportes. "O Orlando [Silva, ministro dos Esportes] sabe do projeto desde o ano passado e tem interesse em nos apoiar. A CBDA [Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos] não faz parte, mas queremos apoio. Somos independentes, andamos com os próprios pés", acrescentou Cielo.
A sede de treinamentos do grupo será o Centro Olímpico de Treinamento e Pesquisa (COTP) da Prefeitura de São Paulo, localizado no bairro do Ibirapuera. "A prefeitura nos ajuda com o espaço e com a manutenção da piscina. Eles permitem que a gente treine na hora que a gente quiser, toda hora que quisermos", explicou o nadador.
O calendário oficial do grupo ainda não foi estabelecido, mas muito provavelmente a primeira competição em que os sete nadadores estarão presentes será o GP de Michigan, nos Estados Unidos, marcado para abril. O foco de 2011 será o Mundial de Xangai (China), com atenção especial ao Troféu Maria Lenk, que define a seleção brasileira que irá para as Olimpíadas de Londres-2012 - além do Pan-americano de Guadalajara (México).
"Fora o Mundial, vamos disputar alguns GPs dos Estados Unidos e o Paris Open, que são competições que têm condições iguais às do Mundial. Provavelmente vamos encerrar o ano no Pan", afirmou Cielo.
Retorno ao Brasil
A mudança definitiva para o Brasil veio depois de uma temporada não tão satisfatória. No primeiro semestre de 2010, Cielo não ficou contente com seu desempenho no Pan-Pacífico de Irvine, principal competição do ano. No entanto, depois de meses de treinamento com Albertinho, o nadador surpreendeu ao conseguir dois ouros no Mundial de Dubai de piscina curta, e foi ali que a ideia de voltar ao Brasil tomou forma concreta.
"Com o sucesso em Dubai, eu senti que estava faltando alguma coisa, mas eu precisava de confiança para tomar essa decisão. Eu tive um feeling de que ali [EUA] estava faltando alguma coisa, não era o melhor para mim", explicou Cielo. "Aqui temos maior facilidade, o que faltava era voltar com confiança. Esta foi a melhor opção para conseguir o bi olímpico".
Como o próprio nome já diz, o intuito do grupo é preparar os nadadores para as Olimpíadas do Rio, em 2016, e Cielo garantiu que não tem planos de sair do Brasil neste período. "Quero ficar com o Brasil, com os atletas e com o Albertinho até 2016", disse.
Oscar do esporte premia seleção espanhola; Nadal supera Kobe e Vettel
A seleção espanhola de futebol foi eleita nesta segunda-feira a melhor equipe esportiva de 2010 e recebeu o prêmio Laureus, considerado o Oscar do esporte, superando a Red Bull, campeã do Mundial de Fórmula 1.
Na temporada passada, o time comandado por Vicente Del Bosque venceu a Copa do Mundo pela primeira vez na história. A Espanha teve ainda outro vencedor na premiação. O tenista Rafael Nadal, que em 2010 ganhou três Grand Slams, foi escolhido como o melhor atleta masculino da temporada, deixando para trás concorrentes importantes como o alemão Sebastian Vettel, o norte-americano Kobe Bryant e o argentino Lionel Messi.
Entre as mulheres, a vencedora foi a esquiadora norte-americana Lindsey Vonn, dona de duas medalhas nos Jogos Olímpicos de Inverno, realizados em Vancouver, Canadá, e campeã da Copa do Mundo de Esqui.
Único brasileiro na disputa, Daniel Dias não faturou o prêmio de melhor atleta paraolímpico, sendo superado pela esquiadora alemã Verena Bentele.
A seleção espanhola de futebol foi eleita nesta segunda-feira a melhor equipe esportiva de 2010 e recebeu o prêmio Laureus, considerado o Oscar do esporte, superando a Red Bull, campeã do Mundial de Fórmula 1.
Na temporada passada, o time comandado por Vicente Del Bosque venceu a Copa do Mundo pela primeira vez na história. A Espanha teve ainda outro vencedor na premiação. O tenista Rafael Nadal, que em 2010 ganhou três Grand Slams, foi escolhido como o melhor atleta masculino da temporada, deixando para trás concorrentes importantes como o alemão Sebastian Vettel, o norte-americano Kobe Bryant e o argentino Lionel Messi.
Entre as mulheres, a vencedora foi a esquiadora norte-americana Lindsey Vonn, dona de duas medalhas nos Jogos Olímpicos de Inverno, realizados em Vancouver, Canadá, e campeã da Copa do Mundo de Esqui.
Único brasileiro na disputa, Daniel Dias não faturou o prêmio de melhor atleta paraolímpico, sendo superado pela esquiadora alemã Verena Bentele.
Oscar do esporte premia seleção espanhola; Nadal supera Kobe e Vettel
A seleção espanhola de futebol foi eleita nesta segunda-feira a melhor equipe esportiva de 2010 e recebeu o prêmio Laureus, considerado o Oscar do esporte, superando a Red Bull, campeã do Mundial de Fórmula 1.
Na temporada passada, o time comandado por Vicente Del Bosque venceu a Copa do Mundo pela primeira vez na história. A Espanha teve ainda outro vencedor na premiação. O tenista Rafael Nadal, que em 2010 ganhou três Grand Slams, foi escolhido como o melhor atleta masculino da temporada, deixando para trás concorrentes importantes como o alemão Sebastian Vettel, o norte-americano Kobe Bryant e o argentino Lionel Messi.
Entre as mulheres, a vencedora foi a esquiadora norte-americana Lindsey Vonn, dona de duas medalhas nos Jogos Olímpicos de Inverno, realizados em Vancouver, Canadá, e campeã da Copa do Mundo de Esqui.
Único brasileiro na disputa, Daniel Dias não faturou o prêmio de melhor atleta paraolímpico, sendo superado pela esquiadora alemã Verena Bentele.
A seleção espanhola de futebol foi eleita nesta segunda-feira a melhor equipe esportiva de 2010 e recebeu o prêmio Laureus, considerado o Oscar do esporte, superando a Red Bull, campeã do Mundial de Fórmula 1.
Na temporada passada, o time comandado por Vicente Del Bosque venceu a Copa do Mundo pela primeira vez na história. A Espanha teve ainda outro vencedor na premiação. O tenista Rafael Nadal, que em 2010 ganhou três Grand Slams, foi escolhido como o melhor atleta masculino da temporada, deixando para trás concorrentes importantes como o alemão Sebastian Vettel, o norte-americano Kobe Bryant e o argentino Lionel Messi.
Entre as mulheres, a vencedora foi a esquiadora norte-americana Lindsey Vonn, dona de duas medalhas nos Jogos Olímpicos de Inverno, realizados em Vancouver, Canadá, e campeã da Copa do Mundo de Esqui.
Único brasileiro na disputa, Daniel Dias não faturou o prêmio de melhor atleta paraolímpico, sendo superado pela esquiadora alemã Verena Bentele.
Daniel Dias, nadador paraolímpico do Brasil, é indicado ao prêmio Laureus 2011
A entrega dos 11º Prêmios Laureus, na próxima segunda-feira no Hotel Emirates Palace de Abu Dhabi, para os melhores esportistas de 2010, terá um brasileiro entre os indicados, o atleta paraolímpico de natação Daniel Dias, que tenta chegar ao bi no que é considerado o "Oscar do esporte".
A participação de Daniel no Mundial Paraolímpico de Natação, em agosto de 2010, na Holanda, levou o Brasil na quinta colocação geral.
Daniel encerrou a competição com oito ouros (um no revezamento), uma prata (um revezamento) e cinco recordes mundiais.
O Brasil ainda conquistou três bronzes na despedida do complexo de natação Pieter Van der Hoogenband.
Premiado em 2009 na mesma categoria, neste ano ele concorre com os destaques da paraolimpíada de inverno esquiadora Verena Bentele (Alemanha), o nadador Matt Cowdrey (Austrália), o esquiador Jakub Krako (Eslováquia), a tenista de cadeira de rodas Esther Vergeer (Holanda) e a também esquiadora Lauren Woolstencroft (Canadá).
Como melhor esportista do ano concorrem dois espanhóis, o campeão mundial de futebol Andrés Iniesta e o tenista número 1 do mundo, Rafael Nadal. Completa a lista, o dono da atual bola de ouro, o argentino Lionel Messi, o jogador americano de basquete do Los Angeles Lakers Kobe Bryant, o boxeador filipino Manny Pacquiao e o atual campeão de Fórmula 1, o alemão Sebastian Vettel.
Ainda serão premiadas as categorias: melhor esportista feminina, equipe, revelação, reaparição e esportes de ação.
A entrega dos 11º Prêmios Laureus, na próxima segunda-feira no Hotel Emirates Palace de Abu Dhabi, para os melhores esportistas de 2010, terá um brasileiro entre os indicados, o atleta paraolímpico de natação Daniel Dias, que tenta chegar ao bi no que é considerado o "Oscar do esporte".
A participação de Daniel no Mundial Paraolímpico de Natação, em agosto de 2010, na Holanda, levou o Brasil na quinta colocação geral.
Daniel encerrou a competição com oito ouros (um no revezamento), uma prata (um revezamento) e cinco recordes mundiais.
O Brasil ainda conquistou três bronzes na despedida do complexo de natação Pieter Van der Hoogenband.
Premiado em 2009 na mesma categoria, neste ano ele concorre com os destaques da paraolimpíada de inverno esquiadora Verena Bentele (Alemanha), o nadador Matt Cowdrey (Austrália), o esquiador Jakub Krako (Eslováquia), a tenista de cadeira de rodas Esther Vergeer (Holanda) e a também esquiadora Lauren Woolstencroft (Canadá).
Como melhor esportista do ano concorrem dois espanhóis, o campeão mundial de futebol Andrés Iniesta e o tenista número 1 do mundo, Rafael Nadal. Completa a lista, o dono da atual bola de ouro, o argentino Lionel Messi, o jogador americano de basquete do Los Angeles Lakers Kobe Bryant, o boxeador filipino Manny Pacquiao e o atual campeão de Fórmula 1, o alemão Sebastian Vettel.
Ainda serão premiadas as categorias: melhor esportista feminina, equipe, revelação, reaparição e esportes de ação.
Recordista mundial, Aaron Peirsol anuncia aposentadoria
Dono de cinco medalhas de ouro olímpicas, o nadador americano Aaron Peirson anunciou nesta sexta-feira sua aposentadoria do esporte profissional. Aos 27 anos de idade, ele tem no currículo 16 títulos mundiais e ainda é o detentor do recorde mundial dos 200m costas.
"Para fazer isso direito, você tem que estar a 110% e eu não posso mais fazer isso", disse Peirson ao Austin American-Statesman jornal de Austin, sua cidade natal. "Aposentadoria é uma palavra estranha. Tenho 27 anos de idade e ainda tenho coisas para fazer", disse.
Peirsol conquistou três medalhas de ouro nas Olimpíadas de Atenas-2004 e em Pequim-2008 aumentou seu número de conquistas olímpicas ao subir no lugar mais alto do pódio nos 100m costas e no 4x100m medley.
Dono de cinco medalhas de ouro olímpicas, o nadador americano Aaron Peirson anunciou nesta sexta-feira sua aposentadoria do esporte profissional. Aos 27 anos de idade, ele tem no currículo 16 títulos mundiais e ainda é o detentor do recorde mundial dos 200m costas.
"Para fazer isso direito, você tem que estar a 110% e eu não posso mais fazer isso", disse Peirson ao Austin American-Statesman jornal de Austin, sua cidade natal. "Aposentadoria é uma palavra estranha. Tenho 27 anos de idade e ainda tenho coisas para fazer", disse.
Peirsol conquistou três medalhas de ouro nas Olimpíadas de Atenas-2004 e em Pequim-2008 aumentou seu número de conquistas olímpicas ao subir no lugar mais alto do pódio nos 100m costas e no 4x100m medley.
Ian Thorpe anuncia volta às piscinas visando à Olimpíada de Londres
O nadador australiano Ian Thorpe, dono de cinco ouros olímpicos, anunciou nesta quarta-feira que voltará às piscinas com o objetivo de participar da Olimpíada de Londres, em 2012, apesar de estar longe das competições há quatro anos.
"Nunca pensei que aconteceria isto. É algo enorme, mas estou preparado", declarou Thorpe durante uma entrevista coletiva em Sydney.
O nadador explicou que tomou a decisão em setembro, e desde então está treinando em segredo em até oito piscinas municipais diferentes para dissipar rumores. Ian Thorpe declarou inclusive que vem mentindo aos amigos para não alimentar notícias sobre seu retorno.
Thorpe indicou que quer ir a Londres para brigar por medalhas, não apenas para ser um mero competidor. O australiano se aposentou em 2006 aos 24 anos após uma longa batalha contra as lesões.
O nadador é considerado o melhor desportista australiano de todos os tempos, com cinco medalhas de ouro conquistadas na Olimpíada de Sydney, em 2000, e de Atenas, em 2004.
A partir de agora, Thorpe treinará em Abu Dhabi (Emirados Árabes) e na Europa enquanto se prepara para as rodadas classificatórias para os Jogos de Londres.
O nadador indicou que deixará de competir em sua prova favorita, os 400 metros livres, para se concentrar nos revezamentos com a meta de repetir o feito de 2000, quando a equipe australiana bateu os Estados Unidos pela primeira vez.
O nadador australiano Ian Thorpe, dono de cinco ouros olímpicos, anunciou nesta quarta-feira que voltará às piscinas com o objetivo de participar da Olimpíada de Londres, em 2012, apesar de estar longe das competições há quatro anos.
"Nunca pensei que aconteceria isto. É algo enorme, mas estou preparado", declarou Thorpe durante uma entrevista coletiva em Sydney.
O nadador explicou que tomou a decisão em setembro, e desde então está treinando em segredo em até oito piscinas municipais diferentes para dissipar rumores. Ian Thorpe declarou inclusive que vem mentindo aos amigos para não alimentar notícias sobre seu retorno.
Thorpe indicou que quer ir a Londres para brigar por medalhas, não apenas para ser um mero competidor. O australiano se aposentou em 2006 aos 24 anos após uma longa batalha contra as lesões.
O nadador é considerado o melhor desportista australiano de todos os tempos, com cinco medalhas de ouro conquistadas na Olimpíada de Sydney, em 2000, e de Atenas, em 2004.
A partir de agora, Thorpe treinará em Abu Dhabi (Emirados Árabes) e na Europa enquanto se prepara para as rodadas classificatórias para os Jogos de Londres.
O nadador indicou que deixará de competir em sua prova favorita, os 400 metros livres, para se concentrar nos revezamentos com a meta de repetir o feito de 2000, quando a equipe australiana bateu os Estados Unidos pela primeira vez.
Ian Thorpe marca coletiva e deve anunciar volta às piscinas
O nadador australiano Ian Thorpe, cinco vezes campeão olímpico, deve anunciar seu retorno às piscinas na manhã desta quarta-feira. Ele está afastado das competições desde 2006, mas começou a alimentar rumores sobre sua volta ao esporte quando retomou os treinos, no ano passado, para recuperar-se de uma lesão.
Thorpe marcou uma coletiva de imprensa sem especificar o motivo e nem seu treinador, David Flaskas, sabe se o nadador anunciará o retorno ao esporte profissional, pensando já na classificação para as Olimpíadas de Londres-2012.
"Com certeza pensei nisso [o anúncio do retorno de Thorpe], mas acho que precisamos esperar para ver o que vai acontecer de verdade", avaliou Flaskas.
Thorpe, 28 anos, conquistou nove medalhas olímpicas, cinco de ouro, três de prata e uma de bronze, e foi recordista mundial em três provas: 200m, 400m e 800m livre.
O nadador australiano Ian Thorpe, cinco vezes campeão olímpico, deve anunciar seu retorno às piscinas na manhã desta quarta-feira. Ele está afastado das competições desde 2006, mas começou a alimentar rumores sobre sua volta ao esporte quando retomou os treinos, no ano passado, para recuperar-se de uma lesão.
Thorpe marcou uma coletiva de imprensa sem especificar o motivo e nem seu treinador, David Flaskas, sabe se o nadador anunciará o retorno ao esporte profissional, pensando já na classificação para as Olimpíadas de Londres-2012.
"Com certeza pensei nisso [o anúncio do retorno de Thorpe], mas acho que precisamos esperar para ver o que vai acontecer de verdade", avaliou Flaskas.
Thorpe, 28 anos, conquistou nove medalhas olímpicas, cinco de ouro, três de prata e uma de bronze, e foi recordista mundial em três provas: 200m, 400m e 800m livre.
Mundial de Handebol Feminino será no Brasil, primeiro país sul-americano a sediar a competição
Santa Catarina e Paraná selaram, nesta terça-feira, em Florianópolis, um acordo para sediarem em conjunto o Campeonato Mundial de Handebol Feminino, previsto para acontecer entre os dias 2 e 18 de dezembro deste ano. Será a primeira vez que um país sul-americano receberá a competição.
No encontro, realizado no auditório da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, ficou acertado que os dois estados vão se mobilizar, em parceria com a Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), para promoverem o Mundial. "Não realizar o evento seria desastroso para a imagem de Santa Catarina e do Brasil", definiu o secretário de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, Cesar Souza Júnior.
O campeonato reunirá 24 seleções, que, inicialmente, serão divididas em quatro chaves, uma no Paraná e três em Santa Catarina. A atual campeã mundial é a Rússia, título conquistado em 2009, na China. Não haverá cobrança de ingresso para assistir às disputas, que serão transmitidas para mais de 100 países.
A primeira inspeção de representantes da Federação Internacional de Handebol está marcada para o dia 24 de março; a segunda será no mês de junho; no dia 2 de julho ocorrerá o sorteio de grupos do campeonato.
O jogo de abertura será dia 2 de dezembro, entre Brasil e uma seleção ainda a ser sorteada. A final do campeonato deverá ser em Jaraguá do Sul, que hoje tem a arena com maior capacidade no Estado. Os municípios de Blumenau, Brusque, Balneário Camboriú e Itajaí também são cotados para sediar confrontos. Entre as exigências para receber os jogos está a necessidade de os polos terem ginásios estruturados e rede hoteleira com instalações quatro e cinco estrelas, além de estarem próximos a aeroportos.
Santa Catarina e Paraná selaram, nesta terça-feira, em Florianópolis, um acordo para sediarem em conjunto o Campeonato Mundial de Handebol Feminino, previsto para acontecer entre os dias 2 e 18 de dezembro deste ano. Será a primeira vez que um país sul-americano receberá a competição.
No encontro, realizado no auditório da Secretaria de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, ficou acertado que os dois estados vão se mobilizar, em parceria com a Confederação Brasileira de Handebol (CBHb), para promoverem o Mundial. "Não realizar o evento seria desastroso para a imagem de Santa Catarina e do Brasil", definiu o secretário de Estado de Turismo, Cultura e Esporte, Cesar Souza Júnior.
O campeonato reunirá 24 seleções, que, inicialmente, serão divididas em quatro chaves, uma no Paraná e três em Santa Catarina. A atual campeã mundial é a Rússia, título conquistado em 2009, na China. Não haverá cobrança de ingresso para assistir às disputas, que serão transmitidas para mais de 100 países.
A primeira inspeção de representantes da Federação Internacional de Handebol está marcada para o dia 24 de março; a segunda será no mês de junho; no dia 2 de julho ocorrerá o sorteio de grupos do campeonato.
O jogo de abertura será dia 2 de dezembro, entre Brasil e uma seleção ainda a ser sorteada. A final do campeonato deverá ser em Jaraguá do Sul, que hoje tem a arena com maior capacidade no Estado. Os municípios de Blumenau, Brusque, Balneário Camboriú e Itajaí também são cotados para sediar confrontos. Entre as exigências para receber os jogos está a necessidade de os polos terem ginásios estruturados e rede hoteleira com instalações quatro e cinco estrelas, além de estarem próximos a aeroportos.
Rúgbi galês comemora 130 anos de história
O Pais de Gales, uma das chamadas home nations do rúgbi mundial, comemora hoje 130 anos de história. O marco é comemorado para relembrar a primeira partida de um selecionado galês.
A partida foi contra Inglaterra, em Blackheath. Os quase dois mil expectadores presentes assistiram os galeses levarem uma tunda do então experiente time inglês, famoso pela grande capacidade de correr com a bola de seus jogadores.
Gales levou 13 tries, mas somente 7 foram convertidos e ainda fizeram um drop goal. Pelas regras vigentes o placar foi 16-0. Só eram contados os tries convertidos.
Foi um inicio claudicante, mas a história galesa é vitoriosa e não é por nada que os galeses são os europeus mais fanáticos pelo esporte.
O Pais de Gales, uma das chamadas home nations do rúgbi mundial, comemora hoje 130 anos de história. O marco é comemorado para relembrar a primeira partida de um selecionado galês.
A partida foi contra Inglaterra, em Blackheath. Os quase dois mil expectadores presentes assistiram os galeses levarem uma tunda do então experiente time inglês, famoso pela grande capacidade de correr com a bola de seus jogadores.
Gales levou 13 tries, mas somente 7 foram convertidos e ainda fizeram um drop goal. Pelas regras vigentes o placar foi 16-0. Só eram contados os tries convertidos.
Foi um inicio claudicante, mas a história galesa é vitoriosa e não é por nada que os galeses são os europeus mais fanáticos pelo esporte.
Ashton está liberado para fazer seu "swallow dive"Avalie este post
A grande estrela do Six Nations até agora é o ponta Chris Ashton. Com duas rodadas conquistou duas marcas históricas. É o primeiro jogador que marcou quatro tries em uma única partida e ao mesmo tempo igualou a marca de Will Greenwood e Shane Williams como maiores artilheiros de uma única edição do Six Nations, seis tries cada um.
Chris Ashton mergulha no seu estilo para marcar, um lindo swallow dive
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A rodada mais importante do Six Nations
Inglaterra massacra Itália e conquista sua segunda vitória no Six Nations
Contudo, além do burburinho que as performances de Ashton vem causando, a forma como ele comemorou alguns de seus tries está causando polêmica.
A controvérsia gerada tem dois motivos. Explico. Com dois minutos de jogo contra Itália, Flood fura pelo meio da linha, faz dois contra um no fullback italiano e entrega para Ashton mergulhar de braços abertos com a bola numa das mãos, esse mergulho é chamado de swallow dive. A comemoração antecipada e a forma como Ashton mergulhou incomodou os italianos. Os mais puristas, os rugbiers da velha guarda condenaram com certeza.
Outro motivo para polêmica é a possibilidade de Ashton derrubar a bola e perder o try. Coisa que crucificaria o jogador. Martin Johnson chegou a conversar com o ele antes da partida contra Itália, já que o jogador havia feito o mergulho num dos dois tries marcados contra Gales na primeira rodada. O mesmo Johnson chegou a dar risada quando Ashton mergulhou pela terceira vez no seu último try no jogo contra Itália, mas pagou geral com Ashton e chegou a condenar publicamente o mergulho.
Chris Ashton chegou a admitir que mandou flores e uma nota de desculpas para Martin Jonhson.
As desculpas surtiram efeito, hoje o Telegraph da Inglaterra noticia que Johnson deu luz verde para o swallow dive.
É do jogador a melhor frase para definir o momento e a controvérsia. ”Marcar tries é o que eu quero fazer jogando rúgbi e eu não vejo porque eu não posso comemorar do jeito que eu quero. Minha mãe fica preocupada que eu derrube a bola e se meu pai estivesse aqui , ele ficaria bem chateado comigo fazendo o mergulho. Bem, bem chateado.”
Resta saber se as bolas vão chegar nas mãos dele para ele tentar mergulhar.
A grande estrela do Six Nations até agora é o ponta Chris Ashton. Com duas rodadas conquistou duas marcas históricas. É o primeiro jogador que marcou quatro tries em uma única partida e ao mesmo tempo igualou a marca de Will Greenwood e Shane Williams como maiores artilheiros de uma única edição do Six Nations, seis tries cada um.
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Contudo, além do burburinho que as performances de Ashton vem causando, a forma como ele comemorou alguns de seus tries está causando polêmica.
A controvérsia gerada tem dois motivos. Explico. Com dois minutos de jogo contra Itália, Flood fura pelo meio da linha, faz dois contra um no fullback italiano e entrega para Ashton mergulhar de braços abertos com a bola numa das mãos, esse mergulho é chamado de swallow dive. A comemoração antecipada e a forma como Ashton mergulhou incomodou os italianos. Os mais puristas, os rugbiers da velha guarda condenaram com certeza.
Outro motivo para polêmica é a possibilidade de Ashton derrubar a bola e perder o try. Coisa que crucificaria o jogador. Martin Johnson chegou a conversar com o ele antes da partida contra Itália, já que o jogador havia feito o mergulho num dos dois tries marcados contra Gales na primeira rodada. O mesmo Johnson chegou a dar risada quando Ashton mergulhou pela terceira vez no seu último try no jogo contra Itália, mas pagou geral com Ashton e chegou a condenar publicamente o mergulho.
Chris Ashton chegou a admitir que mandou flores e uma nota de desculpas para Martin Jonhson.
As desculpas surtiram efeito, hoje o Telegraph da Inglaterra noticia que Johnson deu luz verde para o swallow dive.
É do jogador a melhor frase para definir o momento e a controvérsia. ”Marcar tries é o que eu quero fazer jogando rúgbi e eu não vejo porque eu não posso comemorar do jeito que eu quero. Minha mãe fica preocupada que eu derrube a bola e se meu pai estivesse aqui , ele ficaria bem chateado comigo fazendo o mergulho. Bem, bem chateado.”
Resta saber se as bolas vão chegar nas mãos dele para ele tentar mergulhar.
Começou o Super 15!
Começou o novo Super 15, o antigo Super 14 ganhou um tento a mais com a entrada do Melbourne Rebels. [mais abaixo coloquei uma explicação desse novo e confuso sistema de campeonato bolado pela SANZAR] E a nova franquia estreou mal, amargou uma sonora derrota para o Waratahs de Sydney, 43-0. Foi um batismo cruel para equipe de Stirling Mortlock.
O Waratahs mostra pinta de candidato ao titulo, conta com estrelas australianas como Kurtley Beale, Lachie Turner, Drew Mitchell, Berrick Barnes, Luke Burgess, Phil Vaugh, Tatafu Polota-Nau, Al Baxter e outros para chegar lá.
Pelo grupo da Nova Zelândia, enfrentaram-se no Estádio Westpac de Wellington, o dono da casa Hurricanes e o Highlanders de Dunedin. Highlanders foi um visitante indesejado, venceu a partida, 9-14.
Foi um partida com muitos erros de handling e muitos erros de chutes, mas o que marcou foi a expulsão de Ma’a Nonu do Hurricanes. No primeiro tempo Nonu recebeu um cartão amarelo depois que o árbitro havia avisado que não iria admitir as repetidas infrações da equipe de Wellington na disputa dos rucks.
No segundo tempo, sem a menor noção, Nonu entrou de ombro no momento em que Jimmy Cowan , seu companheiro de seleção, chutava a bola. Resultado outro amarelo e um posterior vermelho.
Os outros jogos dessa rodada do Super 15 são:
Blues vs Crusaders
Brumbies vs Chiefs
Sharks vs Cheetahs
Lions vs Bulls
Reds vs Force
Sobre novo sistema de disputa do Super 15
Desde 1996 o Super 14 era disputado no sistema de pontos corridos, com jogos de ida e volta entre todas as equipes. Com a entrada do Melbourne Rebels como a décima quinta franquia, o sistema foi alterado pela SANZAR.
Agora o campeonato tem uma fase de grupos, ou conferencias nacionais. A conferencia sul africana é formada por Bulls de Pretoria, Sharks de Durban, Stormers da Cidade do Cabo, Lions de Joanesburgo e Cheetas de Bloemfontein.
Na conferência da Austrália estão, Waratahs de Sydney, Reds de Brisbaine, Western Force de Perth, Brumbies de Camberra e o estreante Rebels de Melbourne.
Pelo lado neozelandês participam, Blues de Auckland, Hurricanes de Wellington, Highlanders de Dunedin, Crusaders de Christchurch e o Chiefs de Hamilton.
As equipes fazem partidas de ida e volta dentro de suas conferências, são oito clássicos regionais para cada. Depois cada equipe enfrenta quatro das cinco equipes das outras conferencias, são quatro jogos em casa e quatro jogos em outro país, oito jogos inter-conferências para cada um.
O campeão de cada conferência automaticamente garante uma vaga na fase eliminatória. Mais ainda, os dois primeiros colocados na classificação geral ganham uma vaga direta para semi-final, a equipe campeã de sua conferência que fica na terceira posição da classificação geral vai para uma repescagem com o quarto, quinto e sexto colocados da classificação geral.
Ficaria assim a fase de play-offs:
Repescagem 1: 4º lugar vs 5º lugar
Repescagem 2: 3º lugar vs 6º lugar
Semi-final 1: 2º lugar vs Vencedor da repescagem com melhor colocação geral
Semi-final 2: 1º lugar vs Vencedor da repescagem com a colocação mais baixa na classificação geral.
A final é disputada entre os vencedores de cada semi-final, obviamente.
Começou o novo Super 15, o antigo Super 14 ganhou um tento a mais com a entrada do Melbourne Rebels. [mais abaixo coloquei uma explicação desse novo e confuso sistema de campeonato bolado pela SANZAR] E a nova franquia estreou mal, amargou uma sonora derrota para o Waratahs de Sydney, 43-0. Foi um batismo cruel para equipe de Stirling Mortlock.
O Waratahs mostra pinta de candidato ao titulo, conta com estrelas australianas como Kurtley Beale, Lachie Turner, Drew Mitchell, Berrick Barnes, Luke Burgess, Phil Vaugh, Tatafu Polota-Nau, Al Baxter e outros para chegar lá.
Pelo grupo da Nova Zelândia, enfrentaram-se no Estádio Westpac de Wellington, o dono da casa Hurricanes e o Highlanders de Dunedin. Highlanders foi um visitante indesejado, venceu a partida, 9-14.
Foi um partida com muitos erros de handling e muitos erros de chutes, mas o que marcou foi a expulsão de Ma’a Nonu do Hurricanes. No primeiro tempo Nonu recebeu um cartão amarelo depois que o árbitro havia avisado que não iria admitir as repetidas infrações da equipe de Wellington na disputa dos rucks.
No segundo tempo, sem a menor noção, Nonu entrou de ombro no momento em que Jimmy Cowan , seu companheiro de seleção, chutava a bola. Resultado outro amarelo e um posterior vermelho.
Os outros jogos dessa rodada do Super 15 são:
Blues vs Crusaders
Brumbies vs Chiefs
Sharks vs Cheetahs
Lions vs Bulls
Reds vs Force
Sobre novo sistema de disputa do Super 15
Desde 1996 o Super 14 era disputado no sistema de pontos corridos, com jogos de ida e volta entre todas as equipes. Com a entrada do Melbourne Rebels como a décima quinta franquia, o sistema foi alterado pela SANZAR.
Agora o campeonato tem uma fase de grupos, ou conferencias nacionais. A conferencia sul africana é formada por Bulls de Pretoria, Sharks de Durban, Stormers da Cidade do Cabo, Lions de Joanesburgo e Cheetas de Bloemfontein.
Na conferência da Austrália estão, Waratahs de Sydney, Reds de Brisbaine, Western Force de Perth, Brumbies de Camberra e o estreante Rebels de Melbourne.
Pelo lado neozelandês participam, Blues de Auckland, Hurricanes de Wellington, Highlanders de Dunedin, Crusaders de Christchurch e o Chiefs de Hamilton.
As equipes fazem partidas de ida e volta dentro de suas conferências, são oito clássicos regionais para cada. Depois cada equipe enfrenta quatro das cinco equipes das outras conferencias, são quatro jogos em casa e quatro jogos em outro país, oito jogos inter-conferências para cada um.
O campeão de cada conferência automaticamente garante uma vaga na fase eliminatória. Mais ainda, os dois primeiros colocados na classificação geral ganham uma vaga direta para semi-final, a equipe campeã de sua conferência que fica na terceira posição da classificação geral vai para uma repescagem com o quarto, quinto e sexto colocados da classificação geral.
Ficaria assim a fase de play-offs:
Repescagem 1: 4º lugar vs 5º lugar
Repescagem 2: 3º lugar vs 6º lugar
Semi-final 1: 2º lugar vs Vencedor da repescagem com melhor colocação geral
Semi-final 2: 1º lugar vs Vencedor da repescagem com a colocação mais baixa na classificação geral.
A final é disputada entre os vencedores de cada semi-final, obviamente.
Um rugbier brazuca no USA Sevens
Meu amigo, Brian Turnbull é sobrinho do legendário Collin Turnbull do Niterói e jogou comigo no SPAC. Um craque do futebol e do rúgbi no melhor estilo Charles Miller. Ele esteve em Las Vegas, vejam aqui algumas fotos e comentários do USA SEVENS do
Fui para Lãs Vegas no sábado 3am saindo de San Diego, chegamos às 8:30am (eu, Bettina e um casal de brasileiros amigos nossos). Eu e o Roge (ele e gaucho e jogou no Caxias Rugby) fomos direto para o SAM BOYD STADIUM assistir o dia todo de jogos e as mulheres foram para as compras...rsrsrs.
Chegando no estádio era Possível ver alguns campos ao redor onde aconteciam jogos e aquecimento de times. Estar num sábado de sol em Las Vegas respirando aquele ar de "rúgbi" foi simplesmente fantástico.
Chegamos a tempo do primeiro jogo e vimos uma Inglaterra muito forte, rápida. Com o estádio ainda vazio para o segundo jogo do dia, assistimos Pumas 21-19 França, pena para alguns franceses atrás de nos ficaram mais do bravos com a derrota, já sabiam que teriam que enfrentar a Inglaterra mais tarde.
Logo depois vieram os All Blacks, com toda a mística da camisa contra o Uruguai. Resultado, brincaram de jogar rúgbi, apesar do Uruguai ter sido muito valente. Dai para frente vimos os grandes e pequenos jogarem e o estádio com o tempo esquentando foi enchendo. Acredito que algo em torno de 70 a 80% do estádio foi tomado de torcedores e para nossa surpresa, torcedores de Fiji, Samoa (último campeão em Las Vegas ) e Quênia dominaram o estádio. Saindo para os bares do complexo eu me sentia em qualquer outro pais como Quenia ou outros como Fiji e Samoa, menos nos EUA.
O principal momento dos jogos na minha opinião, foi quando jogaram pelas quartas Samoa vs Fiji, o penúltimo jogo do sábado à noite. Fiji vencia o jogo, alias, um senhor jogo, também por conta das duas torcidas que dominavam o estádio. Quando terminavam o tempo regulamentar da partida soavam uma buzina que mais parecia o Titanic partindo. O placar estava 17-12 para Fiji e sabemos que o jogo não termina enquanto a bola não sai ou o time com a bola comete uma falta.
Pois bem, a buzina soou e Samoa estava 5 pontos atrás no placar e para pioarar estava nos eu campo de defesa. Foram ganhando terreno e com inúmeras fases, indo de um lado do outro, com um rúgbi simples, bonito e de qualidade. Quando estavam perto das 22 de Fiji – três minutos após da buzina - uma bola aberta da direita foi indo para esquerda, o ponta de Samoa vindo como um jato, bola aberta ate a ponta e com 2 metros da bandeira da linha de fundo, do lado esquerdo do campo veio um tackle monstro de um jogador de Fiji no “ponta-a-jato” samoano e a bola escapou de suas mãos, saindo pela laterla. Metade do estádio festeja e metade fica triste. A festa dos fijianos foi muito grande e depois de assistir os Spingboks vencerem a Austrália, sai convicto que ou África do Sull ou Fiji seriam campeões pelo rúgbi apresentado.
Outra coisa muito legal de se ver no estadio; todas as torcidas juntas e sem problemas de brigas.
Na semi-final, Fiji atropelou os All Blacks, 26-7, na outra os Springboks passaram pela Inglaterra, 17-10. Na final deu SPRINGBOKS, 24-14.
Outro resultado que domingo foi comentado, foi Quênia 24-21 Austrália, na semifinal da prata. Na final, Samoa derrotou Quênia, 26-15.
O que mais ouvi e vi cartazes lá no estádio e aos redores foi : "MANU SAMOA" - estavam em guerra mesmo.
Meu amigo, Brian Turnbull é sobrinho do legendário Collin Turnbull do Niterói e jogou comigo no SPAC. Um craque do futebol e do rúgbi no melhor estilo Charles Miller. Ele esteve em Las Vegas, vejam aqui algumas fotos e comentários do USA SEVENS do
Fui para Lãs Vegas no sábado 3am saindo de San Diego, chegamos às 8:30am (eu, Bettina e um casal de brasileiros amigos nossos). Eu e o Roge (ele e gaucho e jogou no Caxias Rugby) fomos direto para o SAM BOYD STADIUM assistir o dia todo de jogos e as mulheres foram para as compras...rsrsrs.
Chegando no estádio era Possível ver alguns campos ao redor onde aconteciam jogos e aquecimento de times. Estar num sábado de sol em Las Vegas respirando aquele ar de "rúgbi" foi simplesmente fantástico.
Chegamos a tempo do primeiro jogo e vimos uma Inglaterra muito forte, rápida. Com o estádio ainda vazio para o segundo jogo do dia, assistimos Pumas 21-19 França, pena para alguns franceses atrás de nos ficaram mais do bravos com a derrota, já sabiam que teriam que enfrentar a Inglaterra mais tarde.
Logo depois vieram os All Blacks, com toda a mística da camisa contra o Uruguai. Resultado, brincaram de jogar rúgbi, apesar do Uruguai ter sido muito valente. Dai para frente vimos os grandes e pequenos jogarem e o estádio com o tempo esquentando foi enchendo. Acredito que algo em torno de 70 a 80% do estádio foi tomado de torcedores e para nossa surpresa, torcedores de Fiji, Samoa (último campeão em Las Vegas ) e Quênia dominaram o estádio. Saindo para os bares do complexo eu me sentia em qualquer outro pais como Quenia ou outros como Fiji e Samoa, menos nos EUA.
O principal momento dos jogos na minha opinião, foi quando jogaram pelas quartas Samoa vs Fiji, o penúltimo jogo do sábado à noite. Fiji vencia o jogo, alias, um senhor jogo, também por conta das duas torcidas que dominavam o estádio. Quando terminavam o tempo regulamentar da partida soavam uma buzina que mais parecia o Titanic partindo. O placar estava 17-12 para Fiji e sabemos que o jogo não termina enquanto a bola não sai ou o time com a bola comete uma falta.
Pois bem, a buzina soou e Samoa estava 5 pontos atrás no placar e para pioarar estava nos eu campo de defesa. Foram ganhando terreno e com inúmeras fases, indo de um lado do outro, com um rúgbi simples, bonito e de qualidade. Quando estavam perto das 22 de Fiji – três minutos após da buzina - uma bola aberta da direita foi indo para esquerda, o ponta de Samoa vindo como um jato, bola aberta ate a ponta e com 2 metros da bandeira da linha de fundo, do lado esquerdo do campo veio um tackle monstro de um jogador de Fiji no “ponta-a-jato” samoano e a bola escapou de suas mãos, saindo pela laterla. Metade do estádio festeja e metade fica triste. A festa dos fijianos foi muito grande e depois de assistir os Spingboks vencerem a Austrália, sai convicto que ou África do Sull ou Fiji seriam campeões pelo rúgbi apresentado.
Outra coisa muito legal de se ver no estadio; todas as torcidas juntas e sem problemas de brigas.
Na semi-final, Fiji atropelou os All Blacks, 26-7, na outra os Springboks passaram pela Inglaterra, 17-10. Na final deu SPRINGBOKS, 24-14.
Outro resultado que domingo foi comentado, foi Quênia 24-21 Austrália, na semifinal da prata. Na final, Samoa derrotou Quênia, 26-15.
O que mais ouvi e vi cartazes lá no estádio e aos redores foi : "MANU SAMOA" - estavam em guerra mesmo.
Drive da Itália lembra o Bandeirantes dos anos 90Avalie este post
Aos 68 minutos da partida entre Inglaterra e Itália válida pela segunda rodada do Six Nations 2011 veio o try italiano, um consolo para os fowards, principalmente para os quatro reservas que entraram em campo.
Muita coordenação para executar o drive que resultou em try, especialidade do Bandeirantes
Foi uma jogada clássica, marca registrada do Bandeirantes Rugby Clube de São Paulo da década de 90.
Leia Mais
A rodada mais importante do Six Nations
O pênalti no campo de ataque é chutado para lateral que é cobrado no meio do alinhamento, bola de segurança depois de tantas bolas perdidas nesse fundamento durante o jogo.
Quem está nas pontas do alinhamento fecha a bola, o maul vira um drive, quase como uma formação de scrum fixo. Coordenados, com a bola na mão do hooker Fabio Ongaro, os italianos invadem o in goal inglês e marcam.
Mario Domingues, eterno capitão do Bandeirantes e da seleção brasileira cansou de marcar tries assim.
Aos 68 minutos da partida entre Inglaterra e Itália válida pela segunda rodada do Six Nations 2011 veio o try italiano, um consolo para os fowards, principalmente para os quatro reservas que entraram em campo.
Muita coordenação para executar o drive que resultou em try, especialidade do Bandeirantes
Foi uma jogada clássica, marca registrada do Bandeirantes Rugby Clube de São Paulo da década de 90.
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A rodada mais importante do Six Nations
O pênalti no campo de ataque é chutado para lateral que é cobrado no meio do alinhamento, bola de segurança depois de tantas bolas perdidas nesse fundamento durante o jogo.
Quem está nas pontas do alinhamento fecha a bola, o maul vira um drive, quase como uma formação de scrum fixo. Coordenados, com a bola na mão do hooker Fabio Ongaro, os italianos invadem o in goal inglês e marcam.
Mario Domingues, eterno capitão do Bandeirantes e da seleção brasileira cansou de marcar tries assim.
A rodada mais importante do Six Nations
Inglaterra vs França
Faltam dez dias para a próxima rodada do Six Nations e o burburinho já é grande, quando os últimos invictos da competição, Inglaterra e França, medem forças em Twickenham.
Leia Mais
No grande jogo do Six Nations até aqui, França vence Irlanda
País de Gales viaja para Edimburgo e vence a Escócia
Inglaterra massacra Itália e conquista sua segunda vitória no Six Nations
[VÍDEO] Drive da Itália lembra o Bandeirantes dos anos 90
Ashton está liberado para fazer seu "swallow dive"
Jogando em casa e com oito tries para elevar o espírito da equipe, os ingleses levam certa vantagem psicológica sobre a França. Apesar de ter vencido a Irlanda fora de casa, os “Bleus” apresentaram problemas de criação e, principalmente, mostraram fragilidade para defender fases executadas em velocidade.
Inglaterra – Contra Itália, Chris Ashton foi o primeiro homem a marcar quatro tries em uma única partida do Six Nations. Somando os dois tries marcados contra Gales na primeira rodada, Ashton coloca seu nome ao lado dos de Will Greenwood e Shane Williams na artilharia do 6N, eles são os únicos a marcarem seis tries em uma única edição do torneio. E pensar que ainda faltam três partidas.
Mesmo com todos esses predicados Ashton não é a maior preocupação do sistema defensivo da França. Dave Ellis, treinador de defesa francesa disse ao Mirror da Inglaterra, “Toby Flood sempre foi um bom jogador, mas ele emergiu como um abertura de primeira linha no nível internacional nessa temporada.”
“Ele tem ditado coisas e criado coisas e ele está causando problemas para os adversários”, completa esse inglês de Yorkshire que há mais de uma década faz parte do core técnico da seleção francesa de rúgbi.
Em 2002, Jonny Wilkinson vinha assombrando os adversários, mas foi anulado pelo asa francês Serge Betsen no Six Nations daquele ano. O capitão Thierry Dusautoir está sendo preparado para executar um papel semelhante. A idéia não é parar a flecha, mas quebrar o arco.
Ellis faz suspense sobre o assunto. “Para esse jogo em particular nós focamos [a defesa] em certas áreas especiais do jogo e se executarmos bem nós iremos vencer,” e complementa, “Esse foi o caso em 2002.”
Quando confrontado sobre o baixo rendimento da defesa contra a Irlanda no último final de semana Ellis é categórico,”Eu fico feliz de saber que os buracos observados por nosso adversário não estarão lá na próxima partida”.
França – Para os franceses, o segredo para vencer essa partida está nos fowards.
“Nós assistimos o jogo da Inglaterra contra a Itália. Eles jogaram um grande rúgbi, eles movimentaram a bola e foram perigosos. Mas a Itália jogou mal. Para nós o mais importante será ser forte nos fowards, porque quando eles andarem para trás será mais difícil para eles movimentar a bola pelo campo”, declarou a fera Sebastién Chabal.
A partida está sendo encarada pelos franceses como a mais importante do Six Nations, para eles quem vencer será o campeão do torneio.
Se for verdade, será um caminho duro para os franceses que precisam corrigir a pane que atingiu a equipe em determinados momentos da partida contra Irlanda, ainda mais jogando na maior casa do rúgbi inglês.
A velha rivalidade e o status de “melhores seleções européias da atualidade dão o tempero especial para essa partida.
Escócia vs Irlanda
Derrotados de forma acachapante por Gales no Millenium Stadium, os escoceses voltam para o Murrayfield e dessa vez encaram a Irlanda. Precisam juntar os cacos se quiserem perder o nada honroso titulo de “perdedores valorosos”.
A Irlanda foi derrotada em Dublin pela França, e apesar disso seus jogadores comemoraram o bom desempenho da equipe(?) e a volta dos tries.
Escócia – Na primeira rodada a equipe foi derrotada pela França e apesar de nunca conseguir ameaçar a vitória francesa, os escoceses apresentaram ótimos momentos em ataque. Já contra Gales, além dos usuais problemas de defesa, o ataque não se acertou e a Escócia foi totalmente dominada.
O discurso agora é de superação, “Eu estou cansado de ano apos ano ser tachado de perdedor valoroso, nós devemos nos superar em nome dos nossos torcedores”, disse Sean Lamont que entrou em campo com 20 minutos de partida contra Gales, substituindo Hugo Southwell que depois de ter enfiado a cara contra a bota de Lee Byrne precisou levar alguns pontos.
Irlanda – É engraçado como os momentos mudam os discursos, James Heaslip é um dos grandes jogadores da poderosa Irlanda. Uma poderosa Irlanda que não consegue acertar um bom padrão de jogo contra adversários de primeira linha desde 2009.
E Heaslip que marcou contra França disse “Nós temos um ótimo time e eu acredito que não estamos longe de jogar o melhor rúgbi desde que me juntei ao selecionado nacional”, isso foi em 2006.
Brian O’Driscoll que na Irlanda só é menos famoso que Bono Vox do U2, tem uma opinião um pouco diferente, ”Nós tivemos a chance de ganhar (um presente dado por Chabal faltando dois minutos para acabar a partida) e nós não conseguimos.”
“Nós falamos sobre como não conceder pênaltis desnecessários na semana anterior a partida (contra a França), porque isso iria colocar pontos contra nós, mas foi isso que aconteceu”
A Irlanda precisa ajustar os movimentos dentro e fora de campo. Porque uma seleção que está perto do seu máximo não perde tanto a posse de bola no meio das fases e também não comete tantos pênaltis porque não consegue acompanhar o adversário, muito menos perde a chance de vencer uma partida como fez a Irlanda no último ataque que realizou na partida.
Itália vs Pais de Gales
A Itália foi desmoralizada para Inglaterra, os oito tries devem doer como oito galos na cabeça dos jogadores italianos. Pior para eles é ver como os fowards perderam a efetividade em alguns fundamentos, principalmente no lateral, perderam seis deles. Um dos motivos que os fizeram ficar sem a bola e expuseram mais ainda as falhas defensivas no meio do campo. Não é Possível para um time de primeira linha levar um try de primeira fase, ou de um lateral perdido no campo de ataque. Nick Mallet não pode nem olhar para o banco de reservas, seus suplentes são muito inferiores aos titulares
Itália – “Só times medianos consideram a derrota um bom resultado, mesmo derrotas apertadas.” Essa frase foi dita pelo oitavo da seleção italiana, Sergio Parisse, antes da partida contra Inglaterra.
A frase ilustra o sentimento da equipe italiana para entrar para essa partida. Os oito tries levados, as falhas defensivas, os laterais simplesmente não funcionando e um banco de reservas muito inferior quebraram esse espírito. Se editássemos a partida com os melhores momentos da seleção italiana, só sobraria a jogada do try, um belo drive proveniente de um lateral, um dos poucos aproveitados.
Pais de Gales – James Hook entrou como abertura, como ele queria. Mostrou serviço como Gatland, técnico galês precisava. Jogou muito e mostrou que com certa liberdade para jogar ele vale o risco defensivo de tê-lo defendendo o meio do campo.
A vitória consistente contra a Escócia deu um novo gás para equipe deixar as derrotas para trás. Nada poderia ser mais perfeito para um plano de reabilitação do que uma partida contra a Itália já amaciada pelos ingleses.
Para se ter uma idéia do ambiente da equipe antes da partida contra Escócia a equipe veio ouvindo no ônibus “Under Pressure” do David Bowie.
Inglaterra vs França
Faltam dez dias para a próxima rodada do Six Nations e o burburinho já é grande, quando os últimos invictos da competição, Inglaterra e França, medem forças em Twickenham.
Leia Mais
No grande jogo do Six Nations até aqui, França vence Irlanda
País de Gales viaja para Edimburgo e vence a Escócia
Inglaterra massacra Itália e conquista sua segunda vitória no Six Nations
[VÍDEO] Drive da Itália lembra o Bandeirantes dos anos 90
Ashton está liberado para fazer seu "swallow dive"
Jogando em casa e com oito tries para elevar o espírito da equipe, os ingleses levam certa vantagem psicológica sobre a França. Apesar de ter vencido a Irlanda fora de casa, os “Bleus” apresentaram problemas de criação e, principalmente, mostraram fragilidade para defender fases executadas em velocidade.
Inglaterra – Contra Itália, Chris Ashton foi o primeiro homem a marcar quatro tries em uma única partida do Six Nations. Somando os dois tries marcados contra Gales na primeira rodada, Ashton coloca seu nome ao lado dos de Will Greenwood e Shane Williams na artilharia do 6N, eles são os únicos a marcarem seis tries em uma única edição do torneio. E pensar que ainda faltam três partidas.
Mesmo com todos esses predicados Ashton não é a maior preocupação do sistema defensivo da França. Dave Ellis, treinador de defesa francesa disse ao Mirror da Inglaterra, “Toby Flood sempre foi um bom jogador, mas ele emergiu como um abertura de primeira linha no nível internacional nessa temporada.”
“Ele tem ditado coisas e criado coisas e ele está causando problemas para os adversários”, completa esse inglês de Yorkshire que há mais de uma década faz parte do core técnico da seleção francesa de rúgbi.
Em 2002, Jonny Wilkinson vinha assombrando os adversários, mas foi anulado pelo asa francês Serge Betsen no Six Nations daquele ano. O capitão Thierry Dusautoir está sendo preparado para executar um papel semelhante. A idéia não é parar a flecha, mas quebrar o arco.
Ellis faz suspense sobre o assunto. “Para esse jogo em particular nós focamos [a defesa] em certas áreas especiais do jogo e se executarmos bem nós iremos vencer,” e complementa, “Esse foi o caso em 2002.”
Quando confrontado sobre o baixo rendimento da defesa contra a Irlanda no último final de semana Ellis é categórico,”Eu fico feliz de saber que os buracos observados por nosso adversário não estarão lá na próxima partida”.
França – Para os franceses, o segredo para vencer essa partida está nos fowards.
“Nós assistimos o jogo da Inglaterra contra a Itália. Eles jogaram um grande rúgbi, eles movimentaram a bola e foram perigosos. Mas a Itália jogou mal. Para nós o mais importante será ser forte nos fowards, porque quando eles andarem para trás será mais difícil para eles movimentar a bola pelo campo”, declarou a fera Sebastién Chabal.
A partida está sendo encarada pelos franceses como a mais importante do Six Nations, para eles quem vencer será o campeão do torneio.
Se for verdade, será um caminho duro para os franceses que precisam corrigir a pane que atingiu a equipe em determinados momentos da partida contra Irlanda, ainda mais jogando na maior casa do rúgbi inglês.
A velha rivalidade e o status de “melhores seleções européias da atualidade dão o tempero especial para essa partida.
Escócia vs Irlanda
Derrotados de forma acachapante por Gales no Millenium Stadium, os escoceses voltam para o Murrayfield e dessa vez encaram a Irlanda. Precisam juntar os cacos se quiserem perder o nada honroso titulo de “perdedores valorosos”.
A Irlanda foi derrotada em Dublin pela França, e apesar disso seus jogadores comemoraram o bom desempenho da equipe(?) e a volta dos tries.
Escócia – Na primeira rodada a equipe foi derrotada pela França e apesar de nunca conseguir ameaçar a vitória francesa, os escoceses apresentaram ótimos momentos em ataque. Já contra Gales, além dos usuais problemas de defesa, o ataque não se acertou e a Escócia foi totalmente dominada.
O discurso agora é de superação, “Eu estou cansado de ano apos ano ser tachado de perdedor valoroso, nós devemos nos superar em nome dos nossos torcedores”, disse Sean Lamont que entrou em campo com 20 minutos de partida contra Gales, substituindo Hugo Southwell que depois de ter enfiado a cara contra a bota de Lee Byrne precisou levar alguns pontos.
Irlanda – É engraçado como os momentos mudam os discursos, James Heaslip é um dos grandes jogadores da poderosa Irlanda. Uma poderosa Irlanda que não consegue acertar um bom padrão de jogo contra adversários de primeira linha desde 2009.
E Heaslip que marcou contra França disse “Nós temos um ótimo time e eu acredito que não estamos longe de jogar o melhor rúgbi desde que me juntei ao selecionado nacional”, isso foi em 2006.
Brian O’Driscoll que na Irlanda só é menos famoso que Bono Vox do U2, tem uma opinião um pouco diferente, ”Nós tivemos a chance de ganhar (um presente dado por Chabal faltando dois minutos para acabar a partida) e nós não conseguimos.”
“Nós falamos sobre como não conceder pênaltis desnecessários na semana anterior a partida (contra a França), porque isso iria colocar pontos contra nós, mas foi isso que aconteceu”
A Irlanda precisa ajustar os movimentos dentro e fora de campo. Porque uma seleção que está perto do seu máximo não perde tanto a posse de bola no meio das fases e também não comete tantos pênaltis porque não consegue acompanhar o adversário, muito menos perde a chance de vencer uma partida como fez a Irlanda no último ataque que realizou na partida.
Itália vs Pais de Gales
A Itália foi desmoralizada para Inglaterra, os oito tries devem doer como oito galos na cabeça dos jogadores italianos. Pior para eles é ver como os fowards perderam a efetividade em alguns fundamentos, principalmente no lateral, perderam seis deles. Um dos motivos que os fizeram ficar sem a bola e expuseram mais ainda as falhas defensivas no meio do campo. Não é Possível para um time de primeira linha levar um try de primeira fase, ou de um lateral perdido no campo de ataque. Nick Mallet não pode nem olhar para o banco de reservas, seus suplentes são muito inferiores aos titulares
Itália – “Só times medianos consideram a derrota um bom resultado, mesmo derrotas apertadas.” Essa frase foi dita pelo oitavo da seleção italiana, Sergio Parisse, antes da partida contra Inglaterra.
A frase ilustra o sentimento da equipe italiana para entrar para essa partida. Os oito tries levados, as falhas defensivas, os laterais simplesmente não funcionando e um banco de reservas muito inferior quebraram esse espírito. Se editássemos a partida com os melhores momentos da seleção italiana, só sobraria a jogada do try, um belo drive proveniente de um lateral, um dos poucos aproveitados.
Pais de Gales – James Hook entrou como abertura, como ele queria. Mostrou serviço como Gatland, técnico galês precisava. Jogou muito e mostrou que com certa liberdade para jogar ele vale o risco defensivo de tê-lo defendendo o meio do campo.
A vitória consistente contra a Escócia deu um novo gás para equipe deixar as derrotas para trás. Nada poderia ser mais perfeito para um plano de reabilitação do que uma partida contra a Itália já amaciada pelos ingleses.
Para se ter uma idéia do ambiente da equipe antes da partida contra Escócia a equipe veio ouvindo no ônibus “Under Pressure” do David Bowie.
No grande jogo do Six Nations até aqui, França vence Irlanda
A Irlanda perdeu por 25 x 22 para a França, mas as duas equipes ganharam sob o ponto de vista do espírito de luta e vontade de vencer. A França superou seus problemas defensivos e com consistência segurou o ataque irlandês, que por sua vez impôs uma velocidade na partida que há tempos não mostrava.
A reabertura do Lansdowne Road (Aviva Stadium) em Dublin foi coroada com um jogo inesquecível. As duas equipes jogaram no limite e com um final de jogo eletrizante, a França conseguiu segurar o ataque irlandês e venceu com méritos a partida.
Leia Mais
A rodada mais importante do Six Nations
A França teve em Parra e Rougerie seus principais responsáveis na armação e finalização, a Irlanda viu seu scrum fazer uma partida de alto nível, apesar de errar em momentos decisivos. Porém, voltou a ser o scrum que assombrou o 6 Nations há duas temporadas.
Desta vez O’Driscoll não brilhou, mas a volta de Heaslip deu consistência ao conjunto irlandês. Na próxima rodada, a França viaja para Londres, onde enfrentara a Inglaterra. Uma mini-decisão já na terceira rodada do 6 Nations. A Irlanda vai para Murrayfield, na Escócia, tentar a reabilitação.
A Irlanda perdeu por 25 x 22 para a França, mas as duas equipes ganharam sob o ponto de vista do espírito de luta e vontade de vencer. A França superou seus problemas defensivos e com consistência segurou o ataque irlandês, que por sua vez impôs uma velocidade na partida que há tempos não mostrava.
A reabertura do Lansdowne Road (Aviva Stadium) em Dublin foi coroada com um jogo inesquecível. As duas equipes jogaram no limite e com um final de jogo eletrizante, a França conseguiu segurar o ataque irlandês e venceu com méritos a partida.
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A rodada mais importante do Six Nations
A França teve em Parra e Rougerie seus principais responsáveis na armação e finalização, a Irlanda viu seu scrum fazer uma partida de alto nível, apesar de errar em momentos decisivos. Porém, voltou a ser o scrum que assombrou o 6 Nations há duas temporadas.
Desta vez O’Driscoll não brilhou, mas a volta de Heaslip deu consistência ao conjunto irlandês. Na próxima rodada, a França viaja para Londres, onde enfrentara a Inglaterra. Uma mini-decisão já na terceira rodada do 6 Nations. A Irlanda vai para Murrayfield, na Escócia, tentar a reabilitação.
País de Gales viaja para Edimburgo e vence a Escócia
O País de Gales venceu a Escócia por 24 x 6 mostrando finalmente um pouco de seu ótimo rugby.
As previsões eram de uma partida equilibrada, até com certa vantagem da equipe escocesa. Murrayfield estava lotado, mas quem deu show foi Shane Willians.
Leia Mais
A rodada mais importante do Six Nations
A equipe escocesa desta vez teve uma produção ofensiva muito timida e sua defesa teve dificuldades para conter os avanços de Gales. Mesmo quando teve momentos de posse de bola ofensiva, não soube finalizar, com isso ficou exposta aos contra-ataques e o resultado foi dois tries de Shane Willians e uma boa exibição de James Hook.
Jamie Roberts e Lee Byrne ja apresentaram um pouco mais do grande rugby que podem desenvolver, e foram peças importantes na primeira vitória de sua equipe na competição.
Na próxima rodada, Gales viaja para Roma onde enfrenta a Itália. A Escócia terá que superar a má exibição e enfrentará a Irlanda em Murrayfield com uma pressão maior de sua fanática torcida.
Assista à esta partida às 20h00 deste domingo na ESPN.
O País de Gales venceu a Escócia por 24 x 6 mostrando finalmente um pouco de seu ótimo rugby.
As previsões eram de uma partida equilibrada, até com certa vantagem da equipe escocesa. Murrayfield estava lotado, mas quem deu show foi Shane Willians.
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A rodada mais importante do Six Nations
A equipe escocesa desta vez teve uma produção ofensiva muito timida e sua defesa teve dificuldades para conter os avanços de Gales. Mesmo quando teve momentos de posse de bola ofensiva, não soube finalizar, com isso ficou exposta aos contra-ataques e o resultado foi dois tries de Shane Willians e uma boa exibição de James Hook.
Jamie Roberts e Lee Byrne ja apresentaram um pouco mais do grande rugby que podem desenvolver, e foram peças importantes na primeira vitória de sua equipe na competição.
Na próxima rodada, Gales viaja para Roma onde enfrenta a Itália. A Escócia terá que superar a má exibição e enfrentará a Irlanda em Murrayfield com uma pressão maior de sua fanática torcida.
Assista à esta partida às 20h00 deste domingo na ESPN.
Inglaterra massacra Itália e conquista sua segunda vitória no Six Nations
Usando velocidade, potência, criatividade a Inglaterra massacrou a Italia, em Londres, por 59 x 13. O nome da partida foi o ponta Chris Ashton, que marcou 4 tries.
O abertura Tobby Flood jogou bem mais uma vez e vem se consolidando como titular da poisção antes ocupada pelo consagrado Jonny Wilkinson. O scrum inglês encarou e teve vantagem sobre o poderoso scrum italiano, com isso a posse de bola ficou com a equipe da casa e foi decisivo para o resultado final.
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A rodada mais importante do Six Nations
Ashton está liberado para fazer seu "swallow dive"
Pelo lado italiano, o abertura Luciano Orquera defendeu muito mau, não conseguiu armar jogadas ofensivas, principalmente pelo péssimo lateral italiano. Se no scrum fixo a Italia é uma das melhores do mundo, no lateral a equipe teve desempenho abaixo da critica, e com isso não garantia a posse de bola para sua linha jogar.
Com a vitória a Inglaterra lidera o 6 Nations com duas vitórias e na próxima rodada enfrenta a França em casa num jogo que promete ser espetacular. A Italia tentara se recuperar do atropelamento de hoje em Roma contra Gales.
Assista à esta partida na madrugada deste sábado, às 0h, ou às 11h30 do domingo, na ESPN.
Usando velocidade, potência, criatividade a Inglaterra massacrou a Italia, em Londres, por 59 x 13. O nome da partida foi o ponta Chris Ashton, que marcou 4 tries.
O abertura Tobby Flood jogou bem mais uma vez e vem se consolidando como titular da poisção antes ocupada pelo consagrado Jonny Wilkinson. O scrum inglês encarou e teve vantagem sobre o poderoso scrum italiano, com isso a posse de bola ficou com a equipe da casa e foi decisivo para o resultado final.
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A rodada mais importante do Six Nations
Ashton está liberado para fazer seu "swallow dive"
Pelo lado italiano, o abertura Luciano Orquera defendeu muito mau, não conseguiu armar jogadas ofensivas, principalmente pelo péssimo lateral italiano. Se no scrum fixo a Italia é uma das melhores do mundo, no lateral a equipe teve desempenho abaixo da critica, e com isso não garantia a posse de bola para sua linha jogar.
Com a vitória a Inglaterra lidera o 6 Nations com duas vitórias e na próxima rodada enfrenta a França em casa num jogo que promete ser espetacular. A Italia tentara se recuperar do atropelamento de hoje em Roma contra Gales.
Assista à esta partida na madrugada deste sábado, às 0h, ou às 11h30 do domingo, na ESPN.
Irlanda recebe a França que promete ser um visitante indesejado
A Irlanda vai enfrentar a inevitável tarefa de receber uma seleção francesa voando em campo quando das duas seleções encontrarem-se Lansdowne Road, no domingo.
Depois da performance duvidosa da semana passada contra a Itália era de se esperar que o técnico irlandês, Declan Kidney, promovesse uma série de mudanças na equipe titular.
Leia Mais
Gales e Escócia jogam pela primeira vitória no Six Nations
Inglaterra repete equipe contra Itália para continuar no caminho da vitória
Não foi o caso, a única mudança da equipe é o retorno de James Heaslip, recuperado de uma lesão no tornozelo. Jogador emblemático, Heaslip trará mais confiança para equipe e jogadores como Gordon D’arcy e Tomas O’Leary terão uma chance de se redimir da má performance contra a Itália na semana passada.
Já a França vive um clima mais tranqüilo, vem de uma convincente vitória sobre um bom time da Escócia. É verdade que precisa melhorar a defesa que em determinados momentos da partida dormiu no ponto. O ataque vai muito bem obrigado, Maxime Médard, melhor em campo no último jogo vai de fullback para ponta, com a 15 entra o veloz Clement Pointrenaud, um fundo de respeito.
Mas a França não é só linha e a Irlanda vai sofrer um bocado com o pack francês e a contagem de penalties concedidos será crucial. Contra Itália foram 13.
Nicolas Mas, Willian Servat e Thomas Domingo tiveram uma boa performance contra a Escócia, essa primeira linha está afinada e são difíceis de conter. Do outro lado a primeira linha irlandesa que pode pelo menos ser chamada de inexperiente, Healy e Ross somam 18 jogos pela seleção. Rory Best de hooker vai precisar pagar um dobrado para garantir suas bolas.
Palpite: O melhor momento francês é claro, nas ultimas nove partidas venceu oito vezes a Irlanda. Dessa vez acho que não será diferente.
A ESPN tramite Irlanda vs França AO VIVO no domingo à partir das 14h55, com reprise na madrugada de segunda, 03h00.
A Irlanda vai enfrentar a inevitável tarefa de receber uma seleção francesa voando em campo quando das duas seleções encontrarem-se Lansdowne Road, no domingo.
Depois da performance duvidosa da semana passada contra a Itália era de se esperar que o técnico irlandês, Declan Kidney, promovesse uma série de mudanças na equipe titular.
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Não foi o caso, a única mudança da equipe é o retorno de James Heaslip, recuperado de uma lesão no tornozelo. Jogador emblemático, Heaslip trará mais confiança para equipe e jogadores como Gordon D’arcy e Tomas O’Leary terão uma chance de se redimir da má performance contra a Itália na semana passada.
Já a França vive um clima mais tranqüilo, vem de uma convincente vitória sobre um bom time da Escócia. É verdade que precisa melhorar a defesa que em determinados momentos da partida dormiu no ponto. O ataque vai muito bem obrigado, Maxime Médard, melhor em campo no último jogo vai de fullback para ponta, com a 15 entra o veloz Clement Pointrenaud, um fundo de respeito.
Mas a França não é só linha e a Irlanda vai sofrer um bocado com o pack francês e a contagem de penalties concedidos será crucial. Contra Itália foram 13.
Nicolas Mas, Willian Servat e Thomas Domingo tiveram uma boa performance contra a Escócia, essa primeira linha está afinada e são difíceis de conter. Do outro lado a primeira linha irlandesa que pode pelo menos ser chamada de inexperiente, Healy e Ross somam 18 jogos pela seleção. Rory Best de hooker vai precisar pagar um dobrado para garantir suas bolas.
Palpite: O melhor momento francês é claro, nas ultimas nove partidas venceu oito vezes a Irlanda. Dessa vez acho que não será diferente.
A ESPN tramite Irlanda vs França AO VIVO no domingo à partir das 14h55, com reprise na madrugada de segunda, 03h00.
II Campeonato Mineiro de Rúgbi
A Federação Mineira de Rugby anunciou nesta quinta-feira, em Belo Horizonte, o II Campeonato Mineiro de Rugby, que neste ano contará com 10 equipes:
Chave A: Leopardos RC (Uberlândia), Uberlândia RC, Taurus Rugby (Uberaba), BH Rugby e BH Rugby B;
Leia Mais
Saiu a tabela de jogos do Paulistão de Rugby Union
Chave B: Varginha RC, Inconfidentes RC (Ouro Preto), UFLA (Lavras), Juiz de Fora RFC e UFSJ (São João del Rei)
O estadual de Minas Gerais começa com rodada dupla em Belo Horizonte no dia 12 de Março (sábado): BH Rugby x Taurus; BH Rugby B x Leopardos RC.
A Federação Mineira de Rugby anunciou nesta quinta-feira, em Belo Horizonte, o II Campeonato Mineiro de Rugby, que neste ano contará com 10 equipes:
Chave A: Leopardos RC (Uberlândia), Uberlândia RC, Taurus Rugby (Uberaba), BH Rugby e BH Rugby B;
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Saiu a tabela de jogos do Paulistão de Rugby Union
Chave B: Varginha RC, Inconfidentes RC (Ouro Preto), UFLA (Lavras), Juiz de Fora RFC e UFSJ (São João del Rei)
O estadual de Minas Gerais começa com rodada dupla em Belo Horizonte no dia 12 de Março (sábado): BH Rugby x Taurus; BH Rugby B x Leopardos RC.
Mudança de última hora no meio do campo da Itália
O scrum-half Pablo Canavosio foi cortado de última hora do time titular da Itália que enfrentará a Inglaterra na partida do Six Nations.
Canavosio cedeu seu lugar ao estreante Fabio Semenzato depois de não se sentir 100% na última movimentação feita antes da partida.
Leia Mais
Uma lesão no último treino tira Andrew Sheridan da partida contra Itália
Inglaterra repete equipe contra Itália para continuar no caminho da vitória
“Antes do treinamento em Twickenham hoje à tarde, Pablo, demonstrando grande senso de responsabilidade com o time, nos informou que ainda sofre de fatiga generalizada e não se sente capaz de possívelmente ser usado por 80 minutos,” trecho da declaração do manager da Itália, Luigi Troiani.
Em resumo, será mais uma pedreira para outro estreante que entra em campo com um papel importante, Fabio Semenzato . O scrum-half do Benetton Treviso vai precisar impor seus fowards na partida e se entender bem com Kris Burton e atacar com vigor a linha inglesa.
O scrum-half Pablo Canavosio foi cortado de última hora do time titular da Itália que enfrentará a Inglaterra na partida do Six Nations.
Canavosio cedeu seu lugar ao estreante Fabio Semenzato depois de não se sentir 100% na última movimentação feita antes da partida.
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Uma lesão no último treino tira Andrew Sheridan da partida contra Itália
Inglaterra repete equipe contra Itália para continuar no caminho da vitória
“Antes do treinamento em Twickenham hoje à tarde, Pablo, demonstrando grande senso de responsabilidade com o time, nos informou que ainda sofre de fatiga generalizada e não se sente capaz de possívelmente ser usado por 80 minutos,” trecho da declaração do manager da Itália, Luigi Troiani.
Em resumo, será mais uma pedreira para outro estreante que entra em campo com um papel importante, Fabio Semenzato . O scrum-half do Benetton Treviso vai precisar impor seus fowards na partida e se entender bem com Kris Burton e atacar com vigor a linha inglesa.
Saiu a tabela de jogos do Paulistão de Rugby Union
O Campeonato Paulista de Rúgbi de 2011 começa em março, será disputado por pontos corridos, terá vinte jogos em turno e returno. São José defende o título contra Pasteur, Bandeirantes, Rio Branco e SPAC.
A Federação Paulista de Rúgbi colocou como obrigatório a presença de uma ambulância em cada partida, as equipes precisam apresentar uniformes 1 e 2 e quatro árbitros vão dirigir as partidas. Esse investimento em prol de um respeito pleno da súmula de jogos e campo de jogo é primordial para evolução do Paulistão no novo cenário do rúgbi brasileiro.
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II Campeonato Mineiro de Rúgbi
MARÇO
Dia 19
1. São José vs Pasteur
2. Band vs Rio Branco
Dia 26
3. Bandeirantes vs São José
4. Pasteur vs SPAC
ABRIL
Dia 09
5. SPAC vs São José
6. Rio Branco vs Pasteur
Dia 16
7. São José vs Rio Branco
8. SPAC vs Bandeirantes
Dia 30
9. Pasteur vs Bandeirantes
10. Rio Branco vs SPAC
MAIO
Dia 7
11. Pasteur vs São José Moraes
Dia 14
12. Rio Branco vs Bandeirantes
Dia 21
13. São José vs Bandeirantes
14. SPAC vs Pasteur
Dia 28
15. São José vs SPAC
JUNHO
Dia 4
16. Pasteur vs Rio Branco
Dia 18
17. Rio Branco vs São José
18. Bandeirantes vs SPAC
JULHO
Dia 2
19. Bandeirantes vs Pasteur
20. SPAC vs Rio Branco
O Campeonato Paulista de Rúgbi de 2011 começa em março, será disputado por pontos corridos, terá vinte jogos em turno e returno. São José defende o título contra Pasteur, Bandeirantes, Rio Branco e SPAC.
A Federação Paulista de Rúgbi colocou como obrigatório a presença de uma ambulância em cada partida, as equipes precisam apresentar uniformes 1 e 2 e quatro árbitros vão dirigir as partidas. Esse investimento em prol de um respeito pleno da súmula de jogos e campo de jogo é primordial para evolução do Paulistão no novo cenário do rúgbi brasileiro.
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II Campeonato Mineiro de Rúgbi
MARÇO
Dia 19
1. São José vs Pasteur
2. Band vs Rio Branco
Dia 26
3. Bandeirantes vs São José
4. Pasteur vs SPAC
ABRIL
Dia 09
5. SPAC vs São José
6. Rio Branco vs Pasteur
Dia 16
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8. SPAC vs Bandeirantes
Dia 30
9. Pasteur vs Bandeirantes
10. Rio Branco vs SPAC
MAIO
Dia 7
11. Pasteur vs São José Moraes
Dia 14
12. Rio Branco vs Bandeirantes
Dia 21
13. São José vs Bandeirantes
14. SPAC vs Pasteur
Dia 28
15. São José vs SPAC
JUNHO
Dia 4
16. Pasteur vs Rio Branco
Dia 18
17. Rio Branco vs São José
18. Bandeirantes vs SPAC
JULHO
Dia 2
19. Bandeirantes vs Pasteur
20. SPAC vs Rio Branco
Gales e Escócia jogam pela primeira vitória no Six Nations
O Murrayfield recebe a primeira partida da Escócia esse ano e dá as boas vindas para um País de Gales desesperado por acabar com a má fase.
As duas seleções perderam suas partidas de estreia, mas enquanto a Escócia perdeu para França fora de casa marcando três tries, Gales perdeu para Inglaterra em Cardiff e, mesmo com try marcado pelo ponta Morgan Stoddart não mostrou criatividade no ataque.
Leia Mais
Inglaterra repete equipe contra Itália para continuar no caminho da vitória
Irlanda recebe a França que promete ser um visitante indesejado
Gales vai enfrentar uma Escócia que sabe defender, e que com a entrada do centro Joe Ansbro ganhou opções de ataque, eles vão marcar tries na defesa galesa.
O tempo para acertar a equipe galesa está acabando para Warren Galtand, dessa vez ele tira Stephen Jones e coloca James Hook (que teve uma performance apagada contra Inglaterra jogando como fullback) vestindo a camisa 10 de abertura. A vaga aberta na posição de fullback será preenchida por Lee Byrne.
Hook claramente prefere jogar como abertura e vai fazer de tudo para impressionar e assim garantir sua vaga na Copa do Mundo como titular no meio do campo.
Outra mudança é a saída de Andy Powell lesionado, para entrada de Ryan Jones. Powell até hoje só mostrou serviço no nível domestico e continua devendo uma boa apresentação com a camisa dos Dragões Vermelhos.
Palpite: Time por time, Gales tem melhores jogadores. Contudo, desde 2009 a equipe não consegue acertar um plano de jogo com fluência e é useira e vezeira dos começos de partidas claudicantes para só entrar no jogo quando ele normalmente já está perdido.
A Escócia vive um momento melhor, vem mostrando força no pack e mais criatividade na linha. Jogando em casa devemos assistir a primeira vitória escocesa em 2011.
A ESPN transmite Escócia vs Gales em VT às 20h00 do domingo
O Murrayfield recebe a primeira partida da Escócia esse ano e dá as boas vindas para um País de Gales desesperado por acabar com a má fase.
As duas seleções perderam suas partidas de estreia, mas enquanto a Escócia perdeu para França fora de casa marcando três tries, Gales perdeu para Inglaterra em Cardiff e, mesmo com try marcado pelo ponta Morgan Stoddart não mostrou criatividade no ataque.
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Irlanda recebe a França que promete ser um visitante indesejado
Gales vai enfrentar uma Escócia que sabe defender, e que com a entrada do centro Joe Ansbro ganhou opções de ataque, eles vão marcar tries na defesa galesa.
O tempo para acertar a equipe galesa está acabando para Warren Galtand, dessa vez ele tira Stephen Jones e coloca James Hook (que teve uma performance apagada contra Inglaterra jogando como fullback) vestindo a camisa 10 de abertura. A vaga aberta na posição de fullback será preenchida por Lee Byrne.
Hook claramente prefere jogar como abertura e vai fazer de tudo para impressionar e assim garantir sua vaga na Copa do Mundo como titular no meio do campo.
Outra mudança é a saída de Andy Powell lesionado, para entrada de Ryan Jones. Powell até hoje só mostrou serviço no nível domestico e continua devendo uma boa apresentação com a camisa dos Dragões Vermelhos.
Palpite: Time por time, Gales tem melhores jogadores. Contudo, desde 2009 a equipe não consegue acertar um plano de jogo com fluência e é useira e vezeira dos começos de partidas claudicantes para só entrar no jogo quando ele normalmente já está perdido.
A Escócia vive um momento melhor, vem mostrando força no pack e mais criatividade na linha. Jogando em casa devemos assistir a primeira vitória escocesa em 2011.
A ESPN transmite Escócia vs Gales em VT às 20h00 do domingo
Uma lesão no último treino tira Andrew Sheridan da partida contra Itália
O pilar da Inglaterra, Andrew Sheridan, acabou de ser cortado da equipe que enfrentará a Itália no sábado pelo Six Nations.
O jogador sente muitas dores nas costas desde o treinamento de ontem, a decisão foi tomada pelo departamento médico hoje pela manhã.
Leia Mais
Inglaterra repete equipe contra Itália para continuar no caminho da vitória
Mudança de última hora no meio do campo da Itália
No seu lugar entrará o sortudo (?) pilar do London Irish, Alex Corbisiero. Corbisiero que é ítalo-americano, só se juntou ao time inglês essa semana como substituto do reserva Tim Payne, esse sim foi cortado do Six Nations com uma lesão mais grave. A formação da primeira linha inglesa para essa partida será uma das mais jovens em Test Matches de toda história, Hartley (24), Cole (23) e Corbisiero (22) deixam a media em 23 anos.
Agora Corbisiero vai debutar na seleção da Inglaterra, enfrentando a seleção da terra natal de um de seus pais.
A substituição na primeira linha é benéfica à Itália, a grande batalha dessa partida será travada no scrum, particularmente entre os primeiras linhas. A troca o experiente Sheridan pelo novato Corbisiero será explorada (inclusive aludindo sua descendência) e será interessante ver como ele irá se portar em campo.
Diferente das estréias de jogadores que normalmente são feitas num ambiente controlado, Corbisiero entrará em campo contra um dos packs mais fortes do mundo, que gosta do “chamego” ali na base e animados por uma bela apresentação na semana passada. A equipe acredita que pode ganhar e vai jogar com o coração.
Corbisiero jogou 2010 inteiro pelo segundo time da Inglaterra, chamado de England Saxons, com certeza sonhou com a seleção principal nos 365 dias do ano. O que com certeza ele nunca sonhou foi estreiar segurando um rojão do tamanho de Castrogiovani numa partida do Six Nations, mas quem é bom mesmo enfrenta o desafio.
O pilar da Inglaterra, Andrew Sheridan, acabou de ser cortado da equipe que enfrentará a Itália no sábado pelo Six Nations.
O jogador sente muitas dores nas costas desde o treinamento de ontem, a decisão foi tomada pelo departamento médico hoje pela manhã.
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Mudança de última hora no meio do campo da Itália
No seu lugar entrará o sortudo (?) pilar do London Irish, Alex Corbisiero. Corbisiero que é ítalo-americano, só se juntou ao time inglês essa semana como substituto do reserva Tim Payne, esse sim foi cortado do Six Nations com uma lesão mais grave. A formação da primeira linha inglesa para essa partida será uma das mais jovens em Test Matches de toda história, Hartley (24), Cole (23) e Corbisiero (22) deixam a media em 23 anos.
Agora Corbisiero vai debutar na seleção da Inglaterra, enfrentando a seleção da terra natal de um de seus pais.
A substituição na primeira linha é benéfica à Itália, a grande batalha dessa partida será travada no scrum, particularmente entre os primeiras linhas. A troca o experiente Sheridan pelo novato Corbisiero será explorada (inclusive aludindo sua descendência) e será interessante ver como ele irá se portar em campo.
Diferente das estréias de jogadores que normalmente são feitas num ambiente controlado, Corbisiero entrará em campo contra um dos packs mais fortes do mundo, que gosta do “chamego” ali na base e animados por uma bela apresentação na semana passada. A equipe acredita que pode ganhar e vai jogar com o coração.
Corbisiero jogou 2010 inteiro pelo segundo time da Inglaterra, chamado de England Saxons, com certeza sonhou com a seleção principal nos 365 dias do ano. O que com certeza ele nunca sonhou foi estreiar segurando um rojão do tamanho de Castrogiovani numa partida do Six Nations, mas quem é bom mesmo enfrenta o desafio.
Inglaterra repete equipe contra Itália para continuar no caminho da vitória
Inglaterra e Itália enfrentaram-se 11 vezes em partidas válidas pelo Six Nations, em todas as vezes a vitória foi inglesa.
Embalados pela vitória sobre Gales semana passada, os ingleses entrarão em campo com mais motivação para garantir a 12ª vitória e continuar na dianteira da campanha pelo título.
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Uma lesão no último treino tira Andrew Sheridan da partida contra Itália
Gales e Escócia jogam pela primeira vitória no Six Nations
Mudança de última hora no meio do campo da Itália
Irlanda recebe a França que promete ser um visitante indesejado
A partida será realizada em Twickenham, será a primeira das três partidas em casa da Inglaterra nessa edição do 6N, com a vitória fora de casa na primeira rodada os ingleses têm uma grande vantagem sobre seus concorrentes.
Martin Jonhson escalou a mesma equipe que venceu Galês para enfrentar a Azurri, não se mexe em time que está ganhando. Portanto mais uma vez Jonny Wilkinson vai assistir Toby Flood comandar as ações do meio de campo dos homens da rainha.
Pelo lado italiano o técnico Nick Mallet pode contar com mais dificuldades para sua equipe contra Inglaterra do que enfrentou contra Irlanda. O ponto forte da equipe está no seus fowards, mas a primeira linha inglesa é bem mais pesada e efetiva que a irlandesa que sofreu um bocado na mão de Martin Castrogiovanni e companhia limitada.
Palpite: Apesar de quase conseguir uma vitória histórica contra a Irlanda - só levou a virada no ultimo lance com pênalti salvador de Ronan O’Gara – não acredito que os ingleses sofram tanto para vencer a Itália, será uma vitória de mais de 15 pontos para os homens da rosa.
A ESPN transmitirá essa partida em VT, meia noite de sábado para domingo
Inglaterra e Itália enfrentaram-se 11 vezes em partidas válidas pelo Six Nations, em todas as vezes a vitória foi inglesa.
Embalados pela vitória sobre Gales semana passada, os ingleses entrarão em campo com mais motivação para garantir a 12ª vitória e continuar na dianteira da campanha pelo título.
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A partida será realizada em Twickenham, será a primeira das três partidas em casa da Inglaterra nessa edição do 6N, com a vitória fora de casa na primeira rodada os ingleses têm uma grande vantagem sobre seus concorrentes.
Martin Jonhson escalou a mesma equipe que venceu Galês para enfrentar a Azurri, não se mexe em time que está ganhando. Portanto mais uma vez Jonny Wilkinson vai assistir Toby Flood comandar as ações do meio de campo dos homens da rainha.
Pelo lado italiano o técnico Nick Mallet pode contar com mais dificuldades para sua equipe contra Inglaterra do que enfrentou contra Irlanda. O ponto forte da equipe está no seus fowards, mas a primeira linha inglesa é bem mais pesada e efetiva que a irlandesa que sofreu um bocado na mão de Martin Castrogiovanni e companhia limitada.
Palpite: Apesar de quase conseguir uma vitória histórica contra a Irlanda - só levou a virada no ultimo lance com pênalti salvador de Ronan O’Gara – não acredito que os ingleses sofram tanto para vencer a Itália, será uma vitória de mais de 15 pontos para os homens da rosa.
A ESPN transmitirá essa partida em VT, meia noite de sábado para domingo
O try mais bonito da rodada do Six Nations
Imanol Harinordoquy finalizou um lindo try na vitória da França sobre a Escócia, em Paris. A partida de estreia as duas seleções no Six Nations terminou com o placar, 34-21.
A jogada começou de um contra-ataque que penetrou pelo meio do campo. François Trinh-Duc conserta o passe mascado com maestria jogando a bola por baixo das próprias pernas, o timming do passe foi perfeito e deixou o Harinordoquy com espaço para manobrar um lindo corte para dentro da defesa escocesa e disparar para o meio do in goal.
Imanol Harinordoquy finalizou um lindo try na vitória da França sobre a Escócia, em Paris. A partida de estreia as duas seleções no Six Nations terminou com o placar, 34-21.
A jogada começou de um contra-ataque que penetrou pelo meio do campo. François Trinh-Duc conserta o passe mascado com maestria jogando a bola por baixo das próprias pernas, o timming do passe foi perfeito e deixou o Harinordoquy com espaço para manobrar um lindo corte para dentro da defesa escocesa e disparar para o meio do in goal.
Wilkinson não quer aposentar esquentando o banco
Considerado um dos heróis da Inglaterra no passado, o abertura campeão do mundo está tendo que se acostumar em “fazer a segunda voz” para seu antigo protegido Toby Flood.
Flood foi eleito “man of the match” na partida de abertura do Six Nations 2011 e foi titular nas últimas oito partidas da seleção inglesa.
Wilkinson faz discurso de aceitação zen budista. “É um inferno ficar no banco, mas ao mesmo tempo é muito importante. Aprendi algumas lições ficando na reserva,” declarou o jogador
“Minha vontade de jogar pela Inglaterra é a mesma como era na minha primeira partida. Estou agora num papel onde eu vou contribuir de forma diferente.”
Agora considerem que Wilkinson é conhecido por ser um perfeccionista extremado e treina de forma tão intensa e repetitiva que beira a obsessão.
Consigo imaginar com facilidade ele matando um leão por treino, e tenho cá para mim que ele sonha em encerrar a carreira de jogador da seleção na Copa do Mundo, em setembro na Nova Zelândia.
Não acredito muito nesse discurso, e você?
Considerado um dos heróis da Inglaterra no passado, o abertura campeão do mundo está tendo que se acostumar em “fazer a segunda voz” para seu antigo protegido Toby Flood.
Flood foi eleito “man of the match” na partida de abertura do Six Nations 2011 e foi titular nas últimas oito partidas da seleção inglesa.
Wilkinson faz discurso de aceitação zen budista. “É um inferno ficar no banco, mas ao mesmo tempo é muito importante. Aprendi algumas lições ficando na reserva,” declarou o jogador
“Minha vontade de jogar pela Inglaterra é a mesma como era na minha primeira partida. Estou agora num papel onde eu vou contribuir de forma diferente.”
Agora considerem que Wilkinson é conhecido por ser um perfeccionista extremado e treina de forma tão intensa e repetitiva que beira a obsessão.
Consigo imaginar com facilidade ele matando um leão por treino, e tenho cá para mim que ele sonha em encerrar a carreira de jogador da seleção na Copa do Mundo, em setembro na Nova Zelândia.
Não acredito muito nesse discurso, e você?
Uma análise do Sul Americano de Rugby Sevens 2011
A seleção feminina foi campeã invicta mais uma vez, aliás seria interessante saber qual é o scout dessa equipe nos últimos cinco anos.
Leia Mais
Argentina "rouba" nosso melhor jogador
Apesar de alguns momentos de nervosismo fora de campo, dentro das quatro linhas as coisas foram bem tranqüilas, mesmo na semi-final contra o Uruguai com placar magro, 5-0, o Brasil nunca foi ameaçado.
A seleção masculina para começar venceu o Paraguai, depois quebrou um tabu de 75 anos ao vencer a Argentina. Desde 1936 os Pumas não perdiam uma partida para uma equipe sul americana.
Na final da Taça de Prata venceu o Chile e, como havia vencido o Uruguai em Punta del Este no mês passado, eu peço a compreensão de todos com minha “licença poética”, mas o Brasil foi único país que conquistou a Tríplice Coroa do Mercosul e alem do mais conquistou a tão sonhada vaga para Panamericano
As surpresas
No caso feminino a grande surpresa foi o Peru, segundo o treinador do brasileiro João Nogueira, foi uma grata surpresa a enorme evolução da seleção peruana. Tática e tecnicamente foram bem, passaram de bando para equipe organizada em um ano.
No masculino a grande surpresa foi o Brasil, obviamente. Não tanto pelo desempenho geral, mas sim por vencer os Pumas, garantir a vaga o Pan e por conquistar pela primeira vez o terceiro lugar num Sul Americano deixando Chile a Paraguai comendo poeira. Pena foi ter perdido para o Uruguai e deixado escapar a chance de estar em Las Vegas ano que vem.
Melhores jogadores Brasileiros
Pelo lado feminino uma barbada, Mari Ramalho. Mesmo com a craque do time Paula Ishibashi retornando a sua melhor forma, a centro do Brasil teve, assim como em junho na Argentina, uma performance impressionante em ataque. Além de uma capacidade de fazer tries chocante e tackles precisos como sweeper.
Pelos lado masculino foi difícil escolher. Putim teve momentos de craque, fez um try importantíssimo e está voltando a velha forma. Felipe Claro sempre que esteve em campo mudou o jeito de jogar do Brasil e sempre foi um contraponto para o Tank. Com os dois em campo os adversários precisavam tomar conta de dois bons armadores, pena ele não ter sido aproveitado mais pelo técnico Mauricio Coelho.
Mesmo levando três cartões amarelos e errando alguns laterais que cederam posses de bola importantes, Tank foi a referencia do time. Liso como um bagre ensaboado, o jogador passava pelos tackles dos adversários. Impôs respeito a tal ponto que quando tinha a bola nas mãos os adversários diminuam o ímpeto para não levar um drible desconcertante. Teve momentos de gênio e chamou no peito as partidas contra os Pumas e contra o Uruguai.
Estrutura e Organização
A organização do torneio foi mais do que boa. Com zona mista para imprensa e atletas, sala de imprensa, apoio da assessoria de imprensa com material textual, resultados e fotos ficou fácil acompanhar os acontecimentos. O ponto negativo foi a falta de conexão com a internet que impossibilitou o uso do twitter e a postagem de notícias real time.
Alimentação para os atletas e staff, hotel e transporte para o campo funcionando com perfeição. Instalações e campo em ótimas condições de hospitalidade tanto para atletas como para torcedores, mostraram que um torneio de seven é uma ótima diversão para a família e um espetáculo visual atrativo e cheio de emoção.
A transmissão do torneio ao vivo e o total apoio político local foram a cereja do bolo. Em resumo, foi um evento digno da grandeza do Brasil, como eu escrevi antes, foi um divisor de águas.
Resultado para os patrocinadores
Coma transmissão ao vivo pela SportTv os dois grandes patrocinadores, Bradesco e Topper já estavam com um sorriso de orelha a orelha. O tempo de exposição das marcas foi grande e com certeza bem mais caro do que o que eles investiram até hoje com o CBRu. E como se não bastasse, o rúgbi foi notícia pela conquista da vaga no Pan e mais notícia ainda pela vitória contra os hermanos argentinos. Até o blog do Juca Kfouri salientou o feito e no restante da America do Sul também aconteceu um bom barulho. Para vocês terem idéia, amanhã deve sair uma matéria sobre a derrota dos Pumas no Jornal Âmbito Financiero, de Buenos Aires.
Conclusão
Sucesso em todos os aspectos.
Parabéns para a CBRu, para os atletas e para todos que acreditam nesse grande esporte. Eu particularmente preciso mais uma vez agradecer a Topper que forneceu o apoio financeiro para eu realizar a cobertura desse Sul Americano.
A seleção feminina foi campeã invicta mais uma vez, aliás seria interessante saber qual é o scout dessa equipe nos últimos cinco anos.
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Argentina "rouba" nosso melhor jogador
Apesar de alguns momentos de nervosismo fora de campo, dentro das quatro linhas as coisas foram bem tranqüilas, mesmo na semi-final contra o Uruguai com placar magro, 5-0, o Brasil nunca foi ameaçado.
A seleção masculina para começar venceu o Paraguai, depois quebrou um tabu de 75 anos ao vencer a Argentina. Desde 1936 os Pumas não perdiam uma partida para uma equipe sul americana.
Na final da Taça de Prata venceu o Chile e, como havia vencido o Uruguai em Punta del Este no mês passado, eu peço a compreensão de todos com minha “licença poética”, mas o Brasil foi único país que conquistou a Tríplice Coroa do Mercosul e alem do mais conquistou a tão sonhada vaga para Panamericano
As surpresas
No caso feminino a grande surpresa foi o Peru, segundo o treinador do brasileiro João Nogueira, foi uma grata surpresa a enorme evolução da seleção peruana. Tática e tecnicamente foram bem, passaram de bando para equipe organizada em um ano.
No masculino a grande surpresa foi o Brasil, obviamente. Não tanto pelo desempenho geral, mas sim por vencer os Pumas, garantir a vaga o Pan e por conquistar pela primeira vez o terceiro lugar num Sul Americano deixando Chile a Paraguai comendo poeira. Pena foi ter perdido para o Uruguai e deixado escapar a chance de estar em Las Vegas ano que vem.
Melhores jogadores Brasileiros
Pelo lado feminino uma barbada, Mari Ramalho. Mesmo com a craque do time Paula Ishibashi retornando a sua melhor forma, a centro do Brasil teve, assim como em junho na Argentina, uma performance impressionante em ataque. Além de uma capacidade de fazer tries chocante e tackles precisos como sweeper.
Pelos lado masculino foi difícil escolher. Putim teve momentos de craque, fez um try importantíssimo e está voltando a velha forma. Felipe Claro sempre que esteve em campo mudou o jeito de jogar do Brasil e sempre foi um contraponto para o Tank. Com os dois em campo os adversários precisavam tomar conta de dois bons armadores, pena ele não ter sido aproveitado mais pelo técnico Mauricio Coelho.
Mesmo levando três cartões amarelos e errando alguns laterais que cederam posses de bola importantes, Tank foi a referencia do time. Liso como um bagre ensaboado, o jogador passava pelos tackles dos adversários. Impôs respeito a tal ponto que quando tinha a bola nas mãos os adversários diminuam o ímpeto para não levar um drible desconcertante. Teve momentos de gênio e chamou no peito as partidas contra os Pumas e contra o Uruguai.
Estrutura e Organização
A organização do torneio foi mais do que boa. Com zona mista para imprensa e atletas, sala de imprensa, apoio da assessoria de imprensa com material textual, resultados e fotos ficou fácil acompanhar os acontecimentos. O ponto negativo foi a falta de conexão com a internet que impossibilitou o uso do twitter e a postagem de notícias real time.
Alimentação para os atletas e staff, hotel e transporte para o campo funcionando com perfeição. Instalações e campo em ótimas condições de hospitalidade tanto para atletas como para torcedores, mostraram que um torneio de seven é uma ótima diversão para a família e um espetáculo visual atrativo e cheio de emoção.
A transmissão do torneio ao vivo e o total apoio político local foram a cereja do bolo. Em resumo, foi um evento digno da grandeza do Brasil, como eu escrevi antes, foi um divisor de águas.
Resultado para os patrocinadores
Coma transmissão ao vivo pela SportTv os dois grandes patrocinadores, Bradesco e Topper já estavam com um sorriso de orelha a orelha. O tempo de exposição das marcas foi grande e com certeza bem mais caro do que o que eles investiram até hoje com o CBRu. E como se não bastasse, o rúgbi foi notícia pela conquista da vaga no Pan e mais notícia ainda pela vitória contra os hermanos argentinos. Até o blog do Juca Kfouri salientou o feito e no restante da America do Sul também aconteceu um bom barulho. Para vocês terem idéia, amanhã deve sair uma matéria sobre a derrota dos Pumas no Jornal Âmbito Financiero, de Buenos Aires.
Conclusão
Sucesso em todos os aspectos.
Parabéns para a CBRu, para os atletas e para todos que acreditam nesse grande esporte. Eu particularmente preciso mais uma vez agradecer a Topper que forneceu o apoio financeiro para eu realizar a cobertura desse Sul Americano.
Anderson Silva revela bronca de Seagal e reclama de vaias do público norte-americano
Após nocautear o rival Vitor Belfort com um chute frontal no queixo, na luta principal do UFC 126, o campeão Anderson Silva creditou o golpe que lhe garantiu a manutenção do cinturão entre os médios do evento ao ator Steven Seagal, mestre de Aikido.
Apesar do resultado final ter sido extremamente positivo, o mentor de Anderson no MMA não ficou completamente satisfeito: "Ele [Seagal] não gostou muito e me deu bronca, disse que o golpe poderia ter sido mais rápido. Me disse que, se fosse em outra circunstância, o chute não entraria com facilidade", revelou 'Spider', ao jornal Marca Brasil.
A forte ligação do brasileiro com Seagal, contudo, não foi capaz de mudar a imagem do lutador com o público norte-americano. Conhecido por suas declarações polêmicas e pelo seu estilo provocador dentro do octógono, Anderson é constantemente vaiado em seus combates fora do Brasil.
“Não sei por que me tratam assim, mas considero uma atitude normal dos fãs. Por tudo que represento para o esporte, esperava mais consideração dos americanos. Nem todos entendem o trabalho que temos e o quanto nos sacrificamos para fazer o show. Meu jeito irreverente não agrada a alguns, mas confesso que esperava mais respeito”, desabafou.
Soberano entre os meio-médios, o canadense Georges St-Pierre será o próximo adversário de Anderson Silva caso vença Jake Shields no UFC 129, dia 30 de Abril, em Toronto. Especula-se que o tão aguardado duelo, se confirmado, irá ocorrer em 27 de Agosto, no Rio de Janeiro.
Após nocautear o rival Vitor Belfort com um chute frontal no queixo, na luta principal do UFC 126, o campeão Anderson Silva creditou o golpe que lhe garantiu a manutenção do cinturão entre os médios do evento ao ator Steven Seagal, mestre de Aikido.
Apesar do resultado final ter sido extremamente positivo, o mentor de Anderson no MMA não ficou completamente satisfeito: "Ele [Seagal] não gostou muito e me deu bronca, disse que o golpe poderia ter sido mais rápido. Me disse que, se fosse em outra circunstância, o chute não entraria com facilidade", revelou 'Spider', ao jornal Marca Brasil.
A forte ligação do brasileiro com Seagal, contudo, não foi capaz de mudar a imagem do lutador com o público norte-americano. Conhecido por suas declarações polêmicas e pelo seu estilo provocador dentro do octógono, Anderson é constantemente vaiado em seus combates fora do Brasil.
“Não sei por que me tratam assim, mas considero uma atitude normal dos fãs. Por tudo que represento para o esporte, esperava mais consideração dos americanos. Nem todos entendem o trabalho que temos e o quanto nos sacrificamos para fazer o show. Meu jeito irreverente não agrada a alguns, mas confesso que esperava mais respeito”, desabafou.
Soberano entre os meio-médios, o canadense Georges St-Pierre será o próximo adversário de Anderson Silva caso vença Jake Shields no UFC 129, dia 30 de Abril, em Toronto. Especula-se que o tão aguardado duelo, se confirmado, irá ocorrer em 27 de Agosto, no Rio de Janeiro.
Ronaldo faz festa para Anderson Silva e tem Roberto Carlos de convidado
Aposentado oficialmente do futebol, Ronaldo promoveu uma festa na noite dessa quinta-feira em sua casa em São Paulo para recepcionar o lutador de MMA (sigla em inglês para reunião de lutas marciais), Anderson Silva. Ex-parceiro de Corinthians, Roberto Carlos também compareceu.
Silva venceu recentemente o brasileiro Vitor Belfort naquela que foi chamada de 'luta so século' e manteve o cinturão de campeão dos pesos-médios, no combate realizado em Las Vegas, nos Estados Unidos. O lutador é agenciado pelo ex-atacante, através de sua empresa 9ine, e tem ganhado status de estrela no país depois do confronto.
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Corinthians inicia pré-venda de camisa comemorativa a Ronaldo; veja foto
Agenciado por Ronaldo, Anderson Silva quer popularizar MMA com ajuda do Fenômeno
Ronaldo se revolta com imagens e promete 'medidas legais' contra fotógrafo
Ronaldo e Roberto Carlos deixaram o Corinthians por motivos diferentes, mas que tiveram o mesmo estopim: a eliminação precoce da Libertadores da América. O primeiro aposentou-se, enquanto o segundo acertou sua ida para o Anzhi, da Rússia.
Ex-volante do Corinthians, Edu também esteve presente no local, assim como William Machado, também ex-atleta e atual gerente de futebol do clube, e alguns artistas famosos, como Fernanda Paes Leme, Edu Guedes e Marco Luque.
Aposentado oficialmente do futebol, Ronaldo promoveu uma festa na noite dessa quinta-feira em sua casa em São Paulo para recepcionar o lutador de MMA (sigla em inglês para reunião de lutas marciais), Anderson Silva. Ex-parceiro de Corinthians, Roberto Carlos também compareceu.
Silva venceu recentemente o brasileiro Vitor Belfort naquela que foi chamada de 'luta so século' e manteve o cinturão de campeão dos pesos-médios, no combate realizado em Las Vegas, nos Estados Unidos. O lutador é agenciado pelo ex-atacante, através de sua empresa 9ine, e tem ganhado status de estrela no país depois do confronto.
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Ex-volante do Corinthians, Edu também esteve presente no local, assim como William Machado, também ex-atleta e atual gerente de futebol do clube, e alguns artistas famosos, como Fernanda Paes Leme, Edu Guedes e Marco Luque.
Presidente do UFC crava: 'MMA será o esporte mais popular do mundo'
O sucesso nas vendas de ingressos para o UFC 129, que acontece em Toronto, no Canadá, empolgou o presidente da marca, Dana White. O chefão concedeu entrevista coletiva nesta quinta-feira e fez uma aposta ousada: o MMA ainda vai ser o esporte mais popular do mundo.
“Estamos levando tudo para um nível acima. O UFC está ganhando uma proporção maior. Não tenho dúvidas de que vai ser o esporte mais popular do mundo. Não acredito que vou falar isso, mas vai chegar o dia em que vamos realizar, por exemplo, um evento em Las Vegas e outro na Austrália ao mesmo tempo. Estamos mesmo caminhando para isso”, afirmou White.
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Agenciado por Ronaldo, Anderson Silva quer popularizar MMA com ajuda do Fenômeno
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O UFC 129 quebrou todos os recordes de vendas do esporte. O evento, que acontece no dia 30 de abril, esgotou em poucos minutos os 42 mil ingressos colocados a venda, obrigando a organização a disponibilizar mais 13 mil entradas, novamente vendidas em pouco tempo. Será o maior público da história do UFC, totalizando um lucro 11 milhões de dólares só com ingressos.
“É verdadeiramente fenomenal o nosso sucesso em vender ingressos pelo mundo. Fizemos US$ 11 milhões com a venda de ingressos em Toronto, para o UFC 129. Eu sempre falo do tamanho que um evento desse tipo pode ter no Canadá e de como o UFC está crescendo internacionalmente. Foi excepcional termos vendido 55 mil ingressos. Um recorde. Mas, a pergunta é: mais quantas pessoas estavam procurando por ingressos? 25 mil? De repente 30 mil”, afirmou Dana White, que ainda mostrou o impacto que o evento causa na cidade que o recebe.
“O impacto econômico que o UFC terá na cidade de Toronto no fim de semana do UFC 129 será de cerca de US$ 40 milhões e isso porque estou sendo muito conservador. Apenas de impostos sobre os tíquetes teremos US$ 1,5 milhão”, disse.
Popularização – Querendo que o MMA seja o esporte mais popular do mundo, Dana White já pensa em ações para fazer isso acontecer. O chefão do UFC disse que pretende aumentar o número de programas do The Ultimate Fighter, reality show que tem como objetivo formar atletas. White já pensa em ações no Reino Unido, no Canadá e nas Filipinas.
“À medida que o esporte fica mais popular, mais talentos tendem a aparecer por todo o mundo. Vamos organizar The Ultimate Fighter no Reino Unido, no Canadá e nas Filipinas. Essa é uma forma de cultivarmos talentos”, disse. “Estamos trabalhando em alguns contratos que serão fechados nos próximos meses que colocarão o UFC em cerca de um bilhão de lares de todo mundo”, completou.
Dana White não deverá estar sozinho na sua luta para popularizar o MMA. Ao jornal O Globo, o brasileiro Anderson Silva, um dos grandes nomes do esporte, já havia afirmado que esta é a sua maior meta e que pretende usar o nome do ex-jogador de futebol Ronaldo, que agora o agencia, nesta missão.
O sucesso nas vendas de ingressos para o UFC 129, que acontece em Toronto, no Canadá, empolgou o presidente da marca, Dana White. O chefão concedeu entrevista coletiva nesta quinta-feira e fez uma aposta ousada: o MMA ainda vai ser o esporte mais popular do mundo.
“Estamos levando tudo para um nível acima. O UFC está ganhando uma proporção maior. Não tenho dúvidas de que vai ser o esporte mais popular do mundo. Não acredito que vou falar isso, mas vai chegar o dia em que vamos realizar, por exemplo, um evento em Las Vegas e outro na Austrália ao mesmo tempo. Estamos mesmo caminhando para isso”, afirmou White.
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“É verdadeiramente fenomenal o nosso sucesso em vender ingressos pelo mundo. Fizemos US$ 11 milhões com a venda de ingressos em Toronto, para o UFC 129. Eu sempre falo do tamanho que um evento desse tipo pode ter no Canadá e de como o UFC está crescendo internacionalmente. Foi excepcional termos vendido 55 mil ingressos. Um recorde. Mas, a pergunta é: mais quantas pessoas estavam procurando por ingressos? 25 mil? De repente 30 mil”, afirmou Dana White, que ainda mostrou o impacto que o evento causa na cidade que o recebe.
“O impacto econômico que o UFC terá na cidade de Toronto no fim de semana do UFC 129 será de cerca de US$ 40 milhões e isso porque estou sendo muito conservador. Apenas de impostos sobre os tíquetes teremos US$ 1,5 milhão”, disse.
Popularização – Querendo que o MMA seja o esporte mais popular do mundo, Dana White já pensa em ações para fazer isso acontecer. O chefão do UFC disse que pretende aumentar o número de programas do The Ultimate Fighter, reality show que tem como objetivo formar atletas. White já pensa em ações no Reino Unido, no Canadá e nas Filipinas.
“À medida que o esporte fica mais popular, mais talentos tendem a aparecer por todo o mundo. Vamos organizar The Ultimate Fighter no Reino Unido, no Canadá e nas Filipinas. Essa é uma forma de cultivarmos talentos”, disse. “Estamos trabalhando em alguns contratos que serão fechados nos próximos meses que colocarão o UFC em cerca de um bilhão de lares de todo mundo”, completou.
Dana White não deverá estar sozinho na sua luta para popularizar o MMA. Ao jornal O Globo, o brasileiro Anderson Silva, um dos grandes nomes do esporte, já havia afirmado que esta é a sua maior meta e que pretende usar o nome do ex-jogador de futebol Ronaldo, que agora o agencia, nesta missão.
Agenciado por Ronaldo, Anderson Silva quer popularizar MMA com ajuda do Fenômeno
O momento do MMA no Brasil é muito bom, principalmente após a luta entre Anderson Silva e Vitor Belfort, no UFC 126, que atraiu muitas atenções. Mesmo assim, o Spider ainda não está contente e quer popularizar ainda mais o esporte nas terras canarinhas. E, para isso, terá uma ajuda fenomenal: Ronaldo.
O atacante anunciou sua aposentadoria dos gramados na última segunda e agora vai tocar a sua nova empresa, a 9nine, que vai gerenciar a vida de atletas. E o primeiro e até agora único cliente de Ronaldo é justamente Anderson Silva.
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Ronaldo faz festa para Anderson Silva e tem Roberto Carlos de convidado
Ronaldo se revolta com imagens e promete 'medidas legais' contra fotógrafo
“O Ronaldo já está ajudando (a popularizar o MMA). E se conseguirmos, será o meu grande gol. Estamos fazendo a nossa parte e mostrando que o esporte é sério, exige treino e dedicação. É uma modalidade de contato mas não de violência gratuita. Acho o futebol violento. Veja as contusões, veja o que o Ronaldo já passou. Eu nunca tive lesão em luta”, afirmou Anderson Silva em entrevista ao jornal O Globo.
“No Brasil já sou reconhecido na rua, mas não como nos Estados Unidos. Lá o esporte é mais popular. Mas isso vai mudar”, completou.
Sobre sua relação com Ronaldo, o corintiano Anderson Silva revela que ainda nem conhece o seu novo agente pessoalmente, mas diz que até pediu, em vão, para que o atacante desistisse de sua aposentadoria.
“Sou fã do Ronaldo e fissurado pelo Corinthians. Não o conheço pessoalmente, mas nos falamos ao telefone algumas vezes. Cheguei a pedir para ele não se aposentar, mas não adiantou nada. Quando encontrá-lo vou dizer que agora, pelo menos, ele vai poder cuidar mais de mim”, afirmou Anderson Silva.
Ronaldo é o presidente da 9nine e tem 45% das ações da empresa. O ex-jogador já está negociando com craques como Neymar, Pato e Kaká. O objetivo é que o número de agenciados chegue a 20 atletas. O investimento até agora é de R$ 5 milhões, com meta de chegar a R$ 50 milhões nos próximos quatro anos. O curioso é que o Fenômeno ainda não investiu um centavo, apenas conseguiu o patrocínio da Hypermarcas.
O momento do MMA no Brasil é muito bom, principalmente após a luta entre Anderson Silva e Vitor Belfort, no UFC 126, que atraiu muitas atenções. Mesmo assim, o Spider ainda não está contente e quer popularizar ainda mais o esporte nas terras canarinhas. E, para isso, terá uma ajuda fenomenal: Ronaldo.
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“No Brasil já sou reconhecido na rua, mas não como nos Estados Unidos. Lá o esporte é mais popular. Mas isso vai mudar”, completou.
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“Sou fã do Ronaldo e fissurado pelo Corinthians. Não o conheço pessoalmente, mas nos falamos ao telefone algumas vezes. Cheguei a pedir para ele não se aposentar, mas não adiantou nada. Quando encontrá-lo vou dizer que agora, pelo menos, ele vai poder cuidar mais de mim”, afirmou Anderson Silva.
Ronaldo é o presidente da 9nine e tem 45% das ações da empresa. O ex-jogador já está negociando com craques como Neymar, Pato e Kaká. O objetivo é que o número de agenciados chegue a 20 atletas. O investimento até agora é de R$ 5 milhões, com meta de chegar a R$ 50 milhões nos próximos quatro anos. O curioso é que o Fenômeno ainda não investiu um centavo, apenas conseguiu o patrocínio da Hypermarcas.
Fedor desiste de aposentadoria: 'Sou capaz de fazer mais algumas lutas'
Um dos maiores nomes da história do MMA, Fedor Emelianenko desistiu da aposentadoria que estava cogitando após ser derrotado pelo brasileiro Antônio Pezão Silva. Com 34 anos, o russo declarou que ainda vai continuar lutando por mais algum tempo, antecipando sua decisão que era esperada para daqui duas semanas.
“Não vou declarar minha aposentadoria. Sou capaz de fazer mais algumas lutas”, afirmou Fedor à imprensa de Moscou.
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Belfort responde ao desafio de Wanderlei Silva: 'Ele pediu e, portanto, terá essa oportunidade'
Massacrado, Fedor cogita aposentadoria, e promotor vê retorno após 'espera'
Lúcio de Castro elogia ação pró-Haiti de brasileiro campeão do UFC
O russo cogitou se aposentar após ser declarado o perdedor da luta contra Pezão. Fedor tinha um sério dano na região do olho direito, e o juiz encerrou o combate entre o segundo e o terceiro assalto. Apesar disso, Evgeni Kogan, chefe da M-1 Global, sua promotora, já garante que o russo vai se recuperar rapidamente.
“Ele é muito forte para voltar a lutar logo”, disse Kogan. Os boatos de que Fedor havia quebrado um osso da órbita ocular foram desmentidos, assim como os que davam conta de que ele precisava ser hospitalizado por conta de lesões.
De volta ao circuito, Fedor pode até ser adversário de um brasileiro. O russo, que tem mais três lutas a realizar no contrato com a Strikeforce, deve enfrentar o perdedor do duelo entre Fabricio Werdum e Alistair Overeem, que acontece no dia 9 de abril e é válido pelas quartas de final do Grand Prix Mundial de pesos pesados da Strikeforce.
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De volta ao circuito, Fedor pode até ser adversário de um brasileiro. O russo, que tem mais três lutas a realizar no contrato com a Strikeforce, deve enfrentar o perdedor do duelo entre Fabricio Werdum e Alistair Overeem, que acontece no dia 9 de abril e é válido pelas quartas de final do Grand Prix Mundial de pesos pesados da Strikeforce.
Lúcio de Castro elogia ação pró-Haiti de brasileiro campeão do UFC
Durante o a primeira edição do Bate-Bola desta terça-feira, o comentarista Lúcio de Castro foi surpreendido por uma mensagem do campeão mundial peso pena do UFC, José Aldo Júnior.
Durante o comentário de Lúcio de Castro sobre sua passagem pelo Haiti, o lutador postou um comentário no mural do site da ESPN para mandar um abraço para Lúcio e lembrou que esteve junto com ele no país. Ao receber o recado pelo apresentador do BB1, João Carlos Albuquerque, o comentarista abriu o espaço para elogiar José Aldo.
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Belfort responde ao desafio de Wanderlei Silva: 'Ele pediu e, portanto, terá essa oportunidade'
O primeiro encontro entre Vitor Belfort e Wanderlei Silva dentro do octógono durou menos de um minuto. Em Outubro de 1998, o 'fenômeno' arrasou o 'cachorro louco' com uma série de socos potentes e venceu por nocaute. Desde então, os fãs de MMA aguardam ansiosamente por uma revanche.
"O Brasil está dominando o esporte", disse Belfort ao Sherdog.com. "Todo mundo gostaria de ver o Wanderlei tentando apagar aquela derrota. Ele pediu e, portanto, terá essa oportunidade. Eu estou pronto para enfrentar qualquer lutador que o UFC colocar na minha frente", completou.
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Aos 33 anos de idade, Belfort teve a chance de conquistar o cinturão dos médios do evento, mas falhou diante de Anderson Silva, considerado por muitos o melhor lutador peso-por-peso do mundo. Em forma, Vitor espera entrar em ação novamente o quanto antes: "Eu fiquei muito tempo parado, mas agora me sinto bem. Eu não quero esperar seis meses pelo próximo desafio".
Belfort se referia ao UFC Rio, que será disputado no dia 27 de Agosto. O presidente Dana White já manifestou interesse em contar com o atleta no card principal, possivelmente contra Wanderlei Silva: "Eu estarei preparado para fazer parte deste evento histórico, eu quero lutar no Brasil. Mas espero conseguir um combate antes disso", afirmou o 'fenômeno'.
Rumores apontavam que Wanderlei Silva iria encarar o norte-americano Brian Stann no UFC 130, mas a organização pode mudar seus planos em função do 'sinal verde' dado por Belfort. Em Maio, o adversário de Stann deverá ser o também brasileiro Jorge Santiago, atual campeão do Sengoku.
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Belfort se referia ao UFC Rio, que será disputado no dia 27 de Agosto. O presidente Dana White já manifestou interesse em contar com o atleta no card principal, possivelmente contra Wanderlei Silva: "Eu estarei preparado para fazer parte deste evento histórico, eu quero lutar no Brasil. Mas espero conseguir um combate antes disso", afirmou o 'fenômeno'.
Rumores apontavam que Wanderlei Silva iria encarar o norte-americano Brian Stann no UFC 130, mas a organização pode mudar seus planos em função do 'sinal verde' dado por Belfort. Em Maio, o adversário de Stann deverá ser o também brasileiro Jorge Santiago, atual campeão do Sengoku.
Massacrado, Fedor cogita aposentadoria, e promotor vê retorno após 'espera'
A derrota de Fedor Emelianenko para Antônio Pezão Silva pelas quartas-de-final do GP do Strikeforde pode ter sido a última batalha do russo nos ringues. O fim do duelo no terceiro assalto por decisão médica foi seguida por uma declaração o "Último Imperador" que surpreendeu todos presente no Izod Center.
"Talvez seja a última vez. Obrigado, Deus, por tudo. Passei um bom e longo tempo no esporte. Talvez seja a vontade de Deus", disse o russo, cogitando a aposentadoria.
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Pezão vence e antecipa aposentadoria de Fedor
O gordinho se aposentou
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Vadim Finkelchtein, empresário do "Último Imperador", comentou o episodio. "Acho que o Fedor apenas estava chateado. A decisão, claro, pertence a ele. Mas conhecendo-o como conheço, acho que ele ainda tem muita força e vai continuar", aposta Finkelchtein
Scott Coker, promotor do Strikeforce, não quer nem cogitar a aposentadoria do russo e pensa em encaixar Fedor entre as lutas reservas do torneio. "Ele pode voltar, dependendo do que um comitê decidir. Eu não faço parte desse comitê, mas o Fedor vai enfrentar bons lutadores ainda esse ano e pode voltar. Acho que nós veremos o Fedor de volta, mas precisamos esperar", afirmou Coker.
Um dos maiores nomes do MMA na história, Fedor teve sua primeira grande glória em março de 2003. Na ocasião, o russo conquistou o cinturão do Pride e permaneceu imbatível pelos sete anos seguintes.
Em 26 de junho de 2010 veio a primeira derrota desde o título do Pride, esta sofrida para Fabrício Werdum. Neste sábado, veio o massacre aplicado Pezão, com três anos a menos e 30kg mais pesado.
A derrota de Fedor Emelianenko para Antônio Pezão Silva pelas quartas-de-final do GP do Strikeforde pode ter sido a última batalha do russo nos ringues. O fim do duelo no terceiro assalto por decisão médica foi seguida por uma declaração o "Último Imperador" que surpreendeu todos presente no Izod Center.
"Talvez seja a última vez. Obrigado, Deus, por tudo. Passei um bom e longo tempo no esporte. Talvez seja a vontade de Deus", disse o russo, cogitando a aposentadoria.
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Scott Coker, promotor do Strikeforce, não quer nem cogitar a aposentadoria do russo e pensa em encaixar Fedor entre as lutas reservas do torneio. "Ele pode voltar, dependendo do que um comitê decidir. Eu não faço parte desse comitê, mas o Fedor vai enfrentar bons lutadores ainda esse ano e pode voltar. Acho que nós veremos o Fedor de volta, mas precisamos esperar", afirmou Coker.
Um dos maiores nomes do MMA na história, Fedor teve sua primeira grande glória em março de 2003. Na ocasião, o russo conquistou o cinturão do Pride e permaneceu imbatível pelos sete anos seguintes.
Em 26 de junho de 2010 veio a primeira derrota desde o título do Pride, esta sofrida para Fabrício Werdum. Neste sábado, veio o massacre aplicado Pezão, com três anos a menos e 30kg mais pesado.
Pezão vence e antecipa aposentadoria de Fedor
Estou colocando abaixo um resumo do Strikeforce de ontem, mas prometo escrever meu próximo post analisando esta luta entre Pezão e Fedor.
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Massacrado, Fedor cogita aposentadoria, e promotor vê retorno após 'espera'
Só lamento, desde já, a aposentadoria do lutador mais temido que já vi subir em um ringue.
Pezão vence e aposenta Fedor
*Por: Alan Oliveira/PVT
Teve início na madrugada de hoje o tão badalado GP dos pesados do Strikeforce, com lutas reserva e as duas principais apontando os primeiros semifinalistas do torneio. O evento ocorreu em Nova Jersey, nos EUA.
No card preliminar, Jason McLean venceu Kevin Roddy por decisão dividida, numa luta entre pesos pena. Na luta seguinte, entre os também pena Anthony Leone e Josh LaBerge, vitória do segundo por interrupção do árbitro.
Na lutas entre médios, Sam Oropeza venceu Don Carlo-Clauss por nocaute técnico. Em seguida, o brasileiro Igor Gracie dominou John Salgado no chão no 1º round, repetiu o domínio no segundo até encaixar um katagatame que colocou Salgado para dormir, dando ao Gracie a vitória em sua estréia no evento.
A última luta do card preliminar foi em peso combinado. John Cholish finalizou Marc Stevens com uma chave de joelho no 2º round.
Na primeira luta do card principal, Valentijn Overeem explorou a deficiência do veterano do K-1, Ray Sefo, colocando-o para baixo e vencendo com estrangulamento no início do 1º round. Na outra luta reserva do GP, Chad Griggs e Gianpiero Villante fizeram luta emocionante e rápida, vencida por Griggs por nocaute. Logo após, Shane Del Rosario finalizou Lavar Johnson com um arm lock.
As lutas seguintes definiram os primeiro semifinalistas. Sergei Kharitonov mostrou melhor trocação do que Andrei Arlovski, encaixando alguns socos que levaram Andrei a um nocaute brutal e rápido, aos 2:49 do 1º round. Ele espera o vencedor de Josh Barnett x Brett Rogers.
Na luta principal da noite, vimos um capítulo de destaque na história do MMA. Antônio Pezão Silva enfrentou o favorito ao título do torneiro, o lendário russo Fedor Emelianenko.
Fedor partiu para cima no 1º round, mas não intimidou Pezão, e teve seus vários socos respondidos pelo brasileiro. A luta chegou a ir para o chão, mas não demorou a voltar para a trocação. No segundo round, o panorama mudou. Pezão colocou para baixo, e começou o domínio sobre o russo. Pezão conseguiu a montada e desferir vários golpes sobre Fedor, que deu as costas para se defender e quase foi pego num mata-leão. O brasileiro manteve-se por cima surpreendeu a todos dando uma surra no lendário russo, acertando duríssimos golpes, até atacar com um justo katagatame. Vendo que Fedor bravamente resistiria à pressão, Pezão entra na meia-guarda do adversário, e tenta uma chave de joelho, respondida com uma chave de pé, mas o round termina.
Podia-se ver no Fedor no corner com o olho direito completamente fechado, e rosto com muitas marcas dos golpes de Pezão. Os médicos nada poderiam fazer além de encerrar a luta ali mesmo, antes do round final, e o anúncio da vitória do brasileiro chocou a todos no ginásio, e ao redor do mundo. Mesmo no Brasil, a torcida a favor do russo era enorme, talvez maior. E vimos história com a vitória épica de Pezão, a segunda derrota “de fato” do russo na sua brilhante carreira. E vimos história, se Fedor confirmar o que disse na entrevista ainda no octagon, pós-luta:
“Eu dei tudo de mim nesse cage hoje. Obrigado a todos meus fãs e a Deus. Hoje talvez tenha sido a última vez em que me viram lutar” disse Fedor, para surpresa de todos, inclusive da sua tradutora que, ao passar as palavras do “Último Imperador” para o inglês, parecia ler uma carta de suicídio. Ao público, incrédulo, restou gritar: “Obrigado, Fedor!”.
Pezão sabe que fez história, mas não quer parar por aqui. Ele aguarda o vencedor de Alistair Overeem x Fabrício Werdum para seguir rumo ao título do GP, numa caminhada para tornar-se lenda. E já começou bem, destronando aquele que para muitos é a maior lenda do MMA.
Strikeforce: Fedor vs Silva
East Rutherford, Nova Jersey, Estados Unidos
12/02/2011
Jason McLean derrotou Kevin Roddy na decisão dividida dos juízes;
Josh LaBerge venceu Anthony Leone por interrupção médica ao final do 1º rd.
Sam Oropeza.venceu Don Carlo-Clauss por nocaute técnico aos 4:10min do 1º rd.
Igor Gracie finalizou John Salgado com katagatame aos 3:04min do 2ºrd.;
John Cholish finalizou Marc Stevens com uma chave de joelho aos 3:57min do 2ºrd;
Valentijn Overeem finalizou Ray Sefo com um estrangulamento a 1:37min do 1rd.;
Chad Griggs derrotou Gian Villante por nocaute técnico aos 2:49min do 1ºrd.;
Shane del Rosario finalizou Lavar Johnson com um arm-lock aos 4:31min do 1R;
Sergei Kharitonov nocauteou Andrei Arlovski aos 2:49min do 1ºrd.;
Antonio “Pezão” Silva derrotou Fedor Emelianenko por interrupção médica ao final do 2ºrd.
Estou colocando abaixo um resumo do Strikeforce de ontem, mas prometo escrever meu próximo post analisando esta luta entre Pezão e Fedor.
Leia Mais
Massacrado, Fedor cogita aposentadoria, e promotor vê retorno após 'espera'
Só lamento, desde já, a aposentadoria do lutador mais temido que já vi subir em um ringue.
Pezão vence e aposenta Fedor
*Por: Alan Oliveira/PVT
Teve início na madrugada de hoje o tão badalado GP dos pesados do Strikeforce, com lutas reserva e as duas principais apontando os primeiros semifinalistas do torneio. O evento ocorreu em Nova Jersey, nos EUA.
No card preliminar, Jason McLean venceu Kevin Roddy por decisão dividida, numa luta entre pesos pena. Na luta seguinte, entre os também pena Anthony Leone e Josh LaBerge, vitória do segundo por interrupção do árbitro.
Na lutas entre médios, Sam Oropeza venceu Don Carlo-Clauss por nocaute técnico. Em seguida, o brasileiro Igor Gracie dominou John Salgado no chão no 1º round, repetiu o domínio no segundo até encaixar um katagatame que colocou Salgado para dormir, dando ao Gracie a vitória em sua estréia no evento.
A última luta do card preliminar foi em peso combinado. John Cholish finalizou Marc Stevens com uma chave de joelho no 2º round.
Na primeira luta do card principal, Valentijn Overeem explorou a deficiência do veterano do K-1, Ray Sefo, colocando-o para baixo e vencendo com estrangulamento no início do 1º round. Na outra luta reserva do GP, Chad Griggs e Gianpiero Villante fizeram luta emocionante e rápida, vencida por Griggs por nocaute. Logo após, Shane Del Rosario finalizou Lavar Johnson com um arm lock.
As lutas seguintes definiram os primeiro semifinalistas. Sergei Kharitonov mostrou melhor trocação do que Andrei Arlovski, encaixando alguns socos que levaram Andrei a um nocaute brutal e rápido, aos 2:49 do 1º round. Ele espera o vencedor de Josh Barnett x Brett Rogers.
Na luta principal da noite, vimos um capítulo de destaque na história do MMA. Antônio Pezão Silva enfrentou o favorito ao título do torneiro, o lendário russo Fedor Emelianenko.
Fedor partiu para cima no 1º round, mas não intimidou Pezão, e teve seus vários socos respondidos pelo brasileiro. A luta chegou a ir para o chão, mas não demorou a voltar para a trocação. No segundo round, o panorama mudou. Pezão colocou para baixo, e começou o domínio sobre o russo. Pezão conseguiu a montada e desferir vários golpes sobre Fedor, que deu as costas para se defender e quase foi pego num mata-leão. O brasileiro manteve-se por cima surpreendeu a todos dando uma surra no lendário russo, acertando duríssimos golpes, até atacar com um justo katagatame. Vendo que Fedor bravamente resistiria à pressão, Pezão entra na meia-guarda do adversário, e tenta uma chave de joelho, respondida com uma chave de pé, mas o round termina.
Podia-se ver no Fedor no corner com o olho direito completamente fechado, e rosto com muitas marcas dos golpes de Pezão. Os médicos nada poderiam fazer além de encerrar a luta ali mesmo, antes do round final, e o anúncio da vitória do brasileiro chocou a todos no ginásio, e ao redor do mundo. Mesmo no Brasil, a torcida a favor do russo era enorme, talvez maior. E vimos história com a vitória épica de Pezão, a segunda derrota “de fato” do russo na sua brilhante carreira. E vimos história, se Fedor confirmar o que disse na entrevista ainda no octagon, pós-luta:
“Eu dei tudo de mim nesse cage hoje. Obrigado a todos meus fãs e a Deus. Hoje talvez tenha sido a última vez em que me viram lutar” disse Fedor, para surpresa de todos, inclusive da sua tradutora que, ao passar as palavras do “Último Imperador” para o inglês, parecia ler uma carta de suicídio. Ao público, incrédulo, restou gritar: “Obrigado, Fedor!”.
Pezão sabe que fez história, mas não quer parar por aqui. Ele aguarda o vencedor de Alistair Overeem x Fabrício Werdum para seguir rumo ao título do GP, numa caminhada para tornar-se lenda. E já começou bem, destronando aquele que para muitos é a maior lenda do MMA.
Strikeforce: Fedor vs Silva
East Rutherford, Nova Jersey, Estados Unidos
12/02/2011
Jason McLean derrotou Kevin Roddy na decisão dividida dos juízes;
Josh LaBerge venceu Anthony Leone por interrupção médica ao final do 1º rd.
Sam Oropeza.venceu Don Carlo-Clauss por nocaute técnico aos 4:10min do 1º rd.
Igor Gracie finalizou John Salgado com katagatame aos 3:04min do 2ºrd.;
John Cholish finalizou Marc Stevens com uma chave de joelho aos 3:57min do 2ºrd;
Valentijn Overeem finalizou Ray Sefo com um estrangulamento a 1:37min do 1rd.;
Chad Griggs derrotou Gian Villante por nocaute técnico aos 2:49min do 1ºrd.;
Shane del Rosario finalizou Lavar Johnson com um arm-lock aos 4:31min do 1R;
Sergei Kharitonov nocauteou Andrei Arlovski aos 2:49min do 1ºrd.;
Antonio “Pezão” Silva derrotou Fedor Emelianenko por interrupção médica ao final do 2ºrd.
Wanderlei Silva faz as pazes com Alejarra e desafia Belfort: 'Agora não tem para onde correr'
Afastado do octógono desde Julho de 2010 em função de uma cirurgia no joelho direito, um dos maiores nomes do MMA brasileiro está próximo do retorno. Wanderlei Silva, o 'cachorro louco', vai enfrentar o perigoso Brian Stann na edição 130 do UFC, em Las Vegas, no dia 28 de Maio.
E, na preparação para o combate contra o norte-americano, uma 'novidade'. Após meses de troca de acusações e até mesmo processo judicial, o preparador físico Rafael Alejarra voltou a fazer parte da equipe de Wanderlei.
Leia Mais
Jon Jones afirma que não aceitaria enfrentar Anderson Silva no momento
Veja clipe com imagens de todas as lutas que rolaram no card principal do histórico UFC 126
VÍDEO EXCLUSIVO: Anderson critica Belfort e não se empolga com possível duelo contra St-Pierre
VÍDEO: Anderson nocauteia Belfort no 1º round em luta histórica no UFC
Belfort responde ao desafio de Wanderlei Silva: 'Ele pediu e, portanto, terá essa oportunidade'
"O que me fez feliz foi poder conversar olho no olho com o Wanderlei de novo, poder abraçar ele. A gente se gosta. Ele sabe que tem um amigo aqui", afirmou Alejarra, em entrevista à revista Tatame.
Através de sua página oficial no Twitter (@wandfc), o 'cachorro louco' também comentou sobre o encontro de paz que teve com o treinador: "Vimos que um não deve nada ao outro. Eu disse aqui que ele moveu uma ação contra mim, e agora tenho a atitude de homem de dizer que ele a retirou".
Antes de se desconectar da rede social, na noite de quinta-feira, Wanderlei não perdeu a oportunidade de mandar um recado ao desafeto Vitor Belfort, derrotado por Anderson Silva no último sábado na disputa pelo cinturão dos médios do UFC: "E aí, Belfort, agora você não tem para onde correr".
Afastado do octógono desde Julho de 2010 em função de uma cirurgia no joelho direito, um dos maiores nomes do MMA brasileiro está próximo do retorno. Wanderlei Silva, o 'cachorro louco', vai enfrentar o perigoso Brian Stann na edição 130 do UFC, em Las Vegas, no dia 28 de Maio.
E, na preparação para o combate contra o norte-americano, uma 'novidade'. Após meses de troca de acusações e até mesmo processo judicial, o preparador físico Rafael Alejarra voltou a fazer parte da equipe de Wanderlei.
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"O que me fez feliz foi poder conversar olho no olho com o Wanderlei de novo, poder abraçar ele. A gente se gosta. Ele sabe que tem um amigo aqui", afirmou Alejarra, em entrevista à revista Tatame.
Através de sua página oficial no Twitter (@wandfc), o 'cachorro louco' também comentou sobre o encontro de paz que teve com o treinador: "Vimos que um não deve nada ao outro. Eu disse aqui que ele moveu uma ação contra mim, e agora tenho a atitude de homem de dizer que ele a retirou".
Antes de se desconectar da rede social, na noite de quinta-feira, Wanderlei não perdeu a oportunidade de mandar um recado ao desafeto Vitor Belfort, derrotado por Anderson Silva no último sábado na disputa pelo cinturão dos médios do UFC: "E aí, Belfort, agora você não tem para onde correr".
Jon Jones afirma que não aceitaria enfrentar Anderson Silva no momento
Ainda dentro do octógono, Jon Jones comemorava sua vitória sobre Ryan Bader, no UFC 126, quando o apresentador Joe Rogan anunciou que ele irá enfrentar o brasileiro Maurício 'Shogun' Rua pelo título dos meio-pesados na edição 128 do evento, em 19 de Março.
"Estou abraçando esse momento e tentando não me intimidar com nada disso. Estou ansioso. Estou tentando visualizar que nenhuma luta é tão grande, e que eu não luto contra uma pessoa e sim contra um corpo. Me sinto muito bem", disse 'Bones' ao programa "It's Time", da Sherdog Radio.
Leia Mais
Veja clipe com imagens de todas as lutas que rolaram no card principal do histórico UFC 126
VÍDEO: Rashad Evans diz que Jon Jones irá 'amassar' o brasileiro Maurício Shogun
Shogun vs Jon Jones. O maior desafio do brasileiro no UFC?
Jon Jones arrasa Ryan Bader e vai enfrentar o brasileiro Shogun pelo cinturão do UFC
Wanderlei Silva faz as pazes com Alejarra e desafia Belfort: 'Agora não tem para onde correr'
O atleta de apenas 23 anos reconhece que o atual campeão será seu maior desafio na carreira, mas esbanjou confiança: "Shogun é fantástico, dominou o Pride quando tinha a mesma idade do que eu. Mas agora é a minha vez. Vou estudar muito, sei que posso fazer história no UFC".
Porém, quando o assunto chegou em Anderson Silva, a euforia do norte-americano sumiu. Lutar contra o 'Spider' não está nos planos de Jones: "Nesse caso, não aceitaria. Certamente, agora não. Quando você vai encarar o melhor peso-por-peso do mundo, precisa de muito tempo de preparação e estudo. Contra o Shogun, não tenho nada a perder, é diferente", afirmou.
Ainda dentro do octógono, Jon Jones comemorava sua vitória sobre Ryan Bader, no UFC 126, quando o apresentador Joe Rogan anunciou que ele irá enfrentar o brasileiro Maurício 'Shogun' Rua pelo título dos meio-pesados na edição 128 do evento, em 19 de Março.
"Estou abraçando esse momento e tentando não me intimidar com nada disso. Estou ansioso. Estou tentando visualizar que nenhuma luta é tão grande, e que eu não luto contra uma pessoa e sim contra um corpo. Me sinto muito bem", disse 'Bones' ao programa "It's Time", da Sherdog Radio.
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O atleta de apenas 23 anos reconhece que o atual campeão será seu maior desafio na carreira, mas esbanjou confiança: "Shogun é fantástico, dominou o Pride quando tinha a mesma idade do que eu. Mas agora é a minha vez. Vou estudar muito, sei que posso fazer história no UFC".
Porém, quando o assunto chegou em Anderson Silva, a euforia do norte-americano sumiu. Lutar contra o 'Spider' não está nos planos de Jones: "Nesse caso, não aceitaria. Certamente, agora não. Quando você vai encarar o melhor peso-por-peso do mundo, precisa de muito tempo de preparação e estudo. Contra o Shogun, não tenho nada a perder, é diferente", afirmou.
Sonnen volta a atacar Anderson Silva e vê proteção ao brasileiro no UFC
Chael Sonnen voltou a atacar o atual campeão dos pesos médios do UFC, Anderson Silva, ainda inconformado com sua derrota no último confronto como desafiante ao cinturão. Ao comentar o desempenho de Anderson na luta, que aconteceu em agosto de 2010, o norte-americano acusou, na última terça-feira, a arbitragem de favorecer o brasileiro na luta do UFC 117.
"Se ele tivesse me acertado com um décimo dos golpes que eu o atingi, o árbitro o teria tirado de cima de mim o mais rápido possível. Eu acertei ele o suficiente para que a luta fosse parada cinco vezes, em cinco rounds diferentes", reclamou.
Após chamar Vitor Belfort de saco de pancadas e tentar intimidar Anderson Silva alegando conhecer todos os seus movimentos, devido ao chute que aplicou para nocautear Belfort, Sonnen voltou a comentar a luta que perdeu para o atual campeão. "Eu parei de lutar porque o som dos meus socos na cabeça dele faziam um barulho tão alto que mais pareciam com o de um sino, e eu pensei que o round e a luta tinha acabado" ironizou.
Sonnen completou dizendo que teria parado de bater em Anderson por "pena e tédio" e que o triângulo que Anderson Silva aplicou para derrotá-lo só aconteceu por ele ter acreditado que a luta já havia acabado.
O norte-americano perdeu a chance de sua revanche, que estava marcada para o UFC 126, após a confirmação de doping no exame feito depois do combate e teve sua vaga preenchida por Belfort. Não há uma previsão para o acontecimento de uma revanche entre Chael Sonnen e Anderson Silva.
Chael Sonnen voltou a atacar o atual campeão dos pesos médios do UFC, Anderson Silva, ainda inconformado com sua derrota no último confronto como desafiante ao cinturão. Ao comentar o desempenho de Anderson na luta, que aconteceu em agosto de 2010, o norte-americano acusou, na última terça-feira, a arbitragem de favorecer o brasileiro na luta do UFC 117.
"Se ele tivesse me acertado com um décimo dos golpes que eu o atingi, o árbitro o teria tirado de cima de mim o mais rápido possível. Eu acertei ele o suficiente para que a luta fosse parada cinco vezes, em cinco rounds diferentes", reclamou.
Após chamar Vitor Belfort de saco de pancadas e tentar intimidar Anderson Silva alegando conhecer todos os seus movimentos, devido ao chute que aplicou para nocautear Belfort, Sonnen voltou a comentar a luta que perdeu para o atual campeão. "Eu parei de lutar porque o som dos meus socos na cabeça dele faziam um barulho tão alto que mais pareciam com o de um sino, e eu pensei que o round e a luta tinha acabado" ironizou.
Sonnen completou dizendo que teria parado de bater em Anderson por "pena e tédio" e que o triângulo que Anderson Silva aplicou para derrotá-lo só aconteceu por ele ter acreditado que a luta já havia acabado.
O norte-americano perdeu a chance de sua revanche, que estava marcada para o UFC 126, após a confirmação de doping no exame feito depois do combate e teve sua vaga preenchida por Belfort. Não há uma previsão para o acontecimento de uma revanche entre Chael Sonnen e Anderson Silva.
Shogun vs Jon Jones. O maior desafio do brasileiro no UFC?
A foto acima trata-se do assunto mais comentado do fim de semana, fora, é claro, a luta entre Anderson e Vitor.
Leia Mais
Veja clipe com imagens de todas as lutas que rolaram no card principal do histórico UFC 126
Jon Jones afirma que não aceitaria enfrentar Anderson Silva no momento
Depois de vencer Ryan Bader, Jon Jones soube, ainda no octagon, que enfrentaria Mauricio Shogun pelo título dos meio-pesados do UFC, no dia 19 de março.
Rashad Evans, então desafiante de Shogun, se machucou e abriu essa vaga.
Jones aceitou de imediato e terá o maior desafio de sua carreira.
E para Shogun? Este será seu mais difícil adversário?
Na opinião deste blogueiro, não.
Shogun já tem sua história no vale tudo, fez lutas incríveis no Meca, no Pride e no UFC.
Já enfrentou todos os tipos de adversários e adversidades, e provou que é um talento acima da média.
Sou da opinião ainda de que ele é o melhor meio-pesado da história, mesmo que sua história talvez sequer tenha chegado à metade.
Shogun fez a melhor luta que eu já vi, contra Rogério Minotouro, no Pride.
Ele conquistou o Pride GP vencendo Quinton Jackson, Minotouro, Alistair Overeem e Ricardo Arona, em um período de cerca de seis meses.
O brilhantismo de sua carreira é indiscutível.
E quanto a Jon Jones?
Confesso que não vejo merecimento em sua oportunidade de disputar o cinturão.
Acho que ele deveria ser testado contra o time de frente do UFC antes disso.
Time de frente entenda-se como Rampage, Lyoto, Rashad, Minotouro, Thiago Silva, e outros atletas que estão entre os tops 10 da categoria.
Mas ele tem talento.
Um ground and Pound muito duro, uma boa variedade de golpes, etc.
Só que faltou mesmo se testar contra os tops.
Seu maior desafio foi Ryan Bader, e ele realmente se apresentou muito bem...
Shogun é o número 1 do mundo em sua categoria.
Ele conquistou sua consagração quando tinha exatamente 23 anos, a mesma idade de Jon Jones atualmente.
Será que o americano consegue repetir a façanha do curitibano e se consagrar nessa idade?
Façam suas apostas.
A foto acima trata-se do assunto mais comentado do fim de semana, fora, é claro, a luta entre Anderson e Vitor.
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Jon Jones afirma que não aceitaria enfrentar Anderson Silva no momento
Depois de vencer Ryan Bader, Jon Jones soube, ainda no octagon, que enfrentaria Mauricio Shogun pelo título dos meio-pesados do UFC, no dia 19 de março.
Rashad Evans, então desafiante de Shogun, se machucou e abriu essa vaga.
Jones aceitou de imediato e terá o maior desafio de sua carreira.
E para Shogun? Este será seu mais difícil adversário?
Na opinião deste blogueiro, não.
Shogun já tem sua história no vale tudo, fez lutas incríveis no Meca, no Pride e no UFC.
Já enfrentou todos os tipos de adversários e adversidades, e provou que é um talento acima da média.
Sou da opinião ainda de que ele é o melhor meio-pesado da história, mesmo que sua história talvez sequer tenha chegado à metade.
Shogun fez a melhor luta que eu já vi, contra Rogério Minotouro, no Pride.
Ele conquistou o Pride GP vencendo Quinton Jackson, Minotouro, Alistair Overeem e Ricardo Arona, em um período de cerca de seis meses.
O brilhantismo de sua carreira é indiscutível.
E quanto a Jon Jones?
Confesso que não vejo merecimento em sua oportunidade de disputar o cinturão.
Acho que ele deveria ser testado contra o time de frente do UFC antes disso.
Time de frente entenda-se como Rampage, Lyoto, Rashad, Minotouro, Thiago Silva, e outros atletas que estão entre os tops 10 da categoria.
Mas ele tem talento.
Um ground and Pound muito duro, uma boa variedade de golpes, etc.
Só que faltou mesmo se testar contra os tops.
Seu maior desafio foi Ryan Bader, e ele realmente se apresentou muito bem...
Shogun é o número 1 do mundo em sua categoria.
Ele conquistou sua consagração quando tinha exatamente 23 anos, a mesma idade de Jon Jones atualmente.
Será que o americano consegue repetir a façanha do curitibano e se consagrar nessa idade?
Façam suas apostas.
Nocauteado, Belfort recebeu premiação igual à de Anderson Silva
A divulgação dos valores pagos aos lutadores do UFC 126 apontou que Anderson Silva só recebeu a mesma cifra que o derrotado Vitor Belfort por ter recebido o prêmio de melhor nocaute da noite.
Belfort recebeu 275 mil dólares (aproximadamente 459 mil reais) pelo combate, e poderia ter recebido mais 100 mil se tivesse vencido a principal luta da noite, chegando aos 375 mil dólares.
Leia Mais
Chael Sonnen chama Belfort de 'saco de pancadas' e promete 'mastigar' Anderson Silva
Jon Jones arrasa Ryan Bader e vai enfrentar o brasileiro Shogun pelo cinturão do UFC
VÍDEO: Anderson nocauteia Belfort no 1º round em luta histórica no UFC
Atual dono do cinturão dos pesos médios, Anderson Silva venceu sua oitava defesa de título e recebeu 200 mil dólares da organização, 75 mil a menos que o nocauteado. A diferença só foi suprimida devido aos 75 mil dólares a mais do prêmio de melhor nocaute da noite vencido pelo “Spider”.
Outro destaque da noite, o Jon Jones, que desafiará o brasileiro Maurício Shogun pelo cinturão dos meio pesados no UFC 128, em março, recebeu 140 mil dólares de premiação após derrotar Ryan Bader, que recebeu apenas 20 mil dólares. A chance de disputar o título surgiu para Jones após Rashad Evans ter contundido o joelho.
A divulgação dos valores pagos aos lutadores do UFC 126 apontou que Anderson Silva só recebeu a mesma cifra que o derrotado Vitor Belfort por ter recebido o prêmio de melhor nocaute da noite.
Belfort recebeu 275 mil dólares (aproximadamente 459 mil reais) pelo combate, e poderia ter recebido mais 100 mil se tivesse vencido a principal luta da noite, chegando aos 375 mil dólares.
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Atual dono do cinturão dos pesos médios, Anderson Silva venceu sua oitava defesa de título e recebeu 200 mil dólares da organização, 75 mil a menos que o nocauteado. A diferença só foi suprimida devido aos 75 mil dólares a mais do prêmio de melhor nocaute da noite vencido pelo “Spider”.
Outro destaque da noite, o Jon Jones, que desafiará o brasileiro Maurício Shogun pelo cinturão dos meio pesados no UFC 128, em março, recebeu 140 mil dólares de premiação após derrotar Ryan Bader, que recebeu apenas 20 mil dólares. A chance de disputar o título surgiu para Jones após Rashad Evans ter contundido o joelho.
Rafaela Silva fatura ouro para o Brasil no Grand Prix de judô
A brasileira Rafaela Silva deu uma medalha de ouro ao Brasil no primeiro dia do Grand Prix de judô da Alemanha, em Düsseldorf. Ela conquistou o primeiro lugar na categoria leve (57 kg), com vitórias sobre as atuais campeãs olímpica e mundial em sua caminhada.
A carioca passou pela búlgara Ivelina Ilieva por ippon, pela húngara Hedvig Karakas por yuko e pela alemã Miryam Roper, novamente por ippon. Na semifinal, superou a italiana Giulia Quintavalle, que ganhou o ouro olímpico em Pequim, por yuko.
Na final, a vítima foi a campeã mundial Kaori Matsumoto, do japão, que foi derrotada com um wazari por Rafaela.
A brasileira Rafaela Silva deu uma medalha de ouro ao Brasil no primeiro dia do Grand Prix de judô da Alemanha, em Düsseldorf. Ela conquistou o primeiro lugar na categoria leve (57 kg), com vitórias sobre as atuais campeãs olímpica e mundial em sua caminhada.
A carioca passou pela búlgara Ivelina Ilieva por ippon, pela húngara Hedvig Karakas por yuko e pela alemã Miryam Roper, novamente por ippon. Na semifinal, superou a italiana Giulia Quintavalle, que ganhou o ouro olímpico em Pequim, por yuko.
Na final, a vítima foi a campeã mundial Kaori Matsumoto, do japão, que foi derrotada com um wazari por Rafaela.
Judoca Luciano Corrêa é operado e deve voltar em quatro meses
Após sofrer uma luxação no ombro esquerdo no último final de semana, o judoca brasileiro Luciano Corrêa foi submetido a uma intervenção cirúrgica nesta quinta-feira, em São Paulo.
A operação de reconstrução dos ligamentos foi realizada pelo médico da Confederação Brasileira de Judô, Breno Schor. A cirurgia foi marcada de imediato para antecipar o retorno do atleta, campeão mundial da categoria meio-pesado em 2007, aos tatames.
Além de reparar o dano, Schor explicou que aproveitou para sanar uma lesão antiga do judoca na mesma região. "Optamos por operar o Luciano o mais precocemente possível para que ele possa retornar aos treinos em até três meses. Na artroscopia pudemos reconstituir os ligamentos e também reparamos uma lesão antiga que ele tinha", afirmou.
Luciano Corrêa deverá recuperar a condição física ideal em quatro meses e sua primeira competição deve ser o Grand Slam do Rio de Janeiro, marcado para junho.
Após sofrer uma luxação no ombro esquerdo no último final de semana, o judoca brasileiro Luciano Corrêa foi submetido a uma intervenção cirúrgica nesta quinta-feira, em São Paulo.
A operação de reconstrução dos ligamentos foi realizada pelo médico da Confederação Brasileira de Judô, Breno Schor. A cirurgia foi marcada de imediato para antecipar o retorno do atleta, campeão mundial da categoria meio-pesado em 2007, aos tatames.
Além de reparar o dano, Schor explicou que aproveitou para sanar uma lesão antiga do judoca na mesma região. "Optamos por operar o Luciano o mais precocemente possível para que ele possa retornar aos treinos em até três meses. Na artroscopia pudemos reconstituir os ligamentos e também reparamos uma lesão antiga que ele tinha", afirmou.
Luciano Corrêa deverá recuperar a condição física ideal em quatro meses e sua primeira competição deve ser o Grand Slam do Rio de Janeiro, marcado para junho.
Rafael Silva conquista o ouro em etapa da Copa do Mundo em Budapeste
O Brasil ganhou medalhas no masculino e no feminino neste domingo. Na Copa do Mundo de Oberwart-AUT, Maria Portela (70kg) ficou com a prata. Já Rafael Silva (+100kg) conquistou o ouro em Budapeste-HUN. Para completar, Luciano Correa (100 kg) foi o quinto colocado na Hungria.
Maria Portela iniciou a campanha com ippon (2 wazari) sobre a croata Marija Cosic. Na sequência, a brasileira bateu a canadense Kelita Zupancic por wazari e venceu por ippon a colombiana Yuri Alvear. Na final, no entanto, ela perdeu por ippon para a sul-coreana Ye-Sul Hwang.
Na Hungria, Rafael Silva começou com triunfo por wazari diante do turco Remzi Kocaturk e fez o mesmo sobre o francês Adrien Pin. Em seguida, ele bateu o russo Renat Saidov por ippon e, na semifinal, passou por Nodar Metreveli, da Geórgia, por yuko. Na final, o brasileiro superou o esloveno Matjaz Ceraj por ippon.
Já Luciano Correa, também na Copa do Mundo de Budapeste, passou perto da medalha. Na semifinal, ele perdeu para Tuvshinbayar Naidan, da Mongólia, por ippon. Na disputa pela medalha de bronze, o judoca acabou derrotado pelo camaronês Franck Moussima.
Rafael Silva foi o primeiro brasileiro e ganhar o ouro neste final de semana, mas no sábado três judocas do País já haviam subido ao pódio. Na Áustria, Ketleyn Quadros (57kg) e Érika Miranda (52kg) ficaram com a prata. Na Hungria, Felipe Kitadai (60kg) garantiu o bronze.
O brasileiro Rafael Silva derrotou o esloveno Matjaz Ceraj e conquistou o ouro na categoria acima de 100kg da etapa de Budapeste da Copa do Mundo, neste domingo. Outros judocas do país fizeram bonito na capital da Hungria. Felipe Kitadai conquistou o bronze na categoria até 60 kg.
Já na prova feminina de Oberwart (Áustria), a delegação brasileira foi um dos grandes destaques. Erika Miranda (-52kg), Ketleyn Quadros (-57kg) e Maria Portela (-70kg) conquistaram a prata.
O Brasil ganhou medalhas no masculino e no feminino neste domingo. Na Copa do Mundo de Oberwart-AUT, Maria Portela (70kg) ficou com a prata. Já Rafael Silva (+100kg) conquistou o ouro em Budapeste-HUN. Para completar, Luciano Correa (100 kg) foi o quinto colocado na Hungria.
Maria Portela iniciou a campanha com ippon (2 wazari) sobre a croata Marija Cosic. Na sequência, a brasileira bateu a canadense Kelita Zupancic por wazari e venceu por ippon a colombiana Yuri Alvear. Na final, no entanto, ela perdeu por ippon para a sul-coreana Ye-Sul Hwang.
Na Hungria, Rafael Silva começou com triunfo por wazari diante do turco Remzi Kocaturk e fez o mesmo sobre o francês Adrien Pin. Em seguida, ele bateu o russo Renat Saidov por ippon e, na semifinal, passou por Nodar Metreveli, da Geórgia, por yuko. Na final, o brasileiro superou o esloveno Matjaz Ceraj por ippon.
Já Luciano Correa, também na Copa do Mundo de Budapeste, passou perto da medalha. Na semifinal, ele perdeu para Tuvshinbayar Naidan, da Mongólia, por ippon. Na disputa pela medalha de bronze, o judoca acabou derrotado pelo camaronês Franck Moussima.
Rafael Silva foi o primeiro brasileiro e ganhar o ouro neste final de semana, mas no sábado três judocas do País já haviam subido ao pódio. Na Áustria, Ketleyn Quadros (57kg) e Érika Miranda (52kg) ficaram com a prata. Na Hungria, Felipe Kitadai (60kg) garantiu o bronze.
O brasileiro Rafael Silva derrotou o esloveno Matjaz Ceraj e conquistou o ouro na categoria acima de 100kg da etapa de Budapeste da Copa do Mundo, neste domingo. Outros judocas do país fizeram bonito na capital da Hungria. Felipe Kitadai conquistou o bronze na categoria até 60 kg.
Já na prova feminina de Oberwart (Áustria), a delegação brasileira foi um dos grandes destaques. Erika Miranda (-52kg), Ketleyn Quadros (-57kg) e Maria Portela (-70kg) conquistaram a prata.
Medalhista olímpica, Ketleyn Quadros ganha prata na Copa do Mundo
Medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim-2008, a brasileira Ketleyn Quadros (57kg) voltou a se destacar na tarde deste sábado. Na Copa do Mundo de Oberwart, na Áustria, a judoca de 23 anos conquistou a prata ao lado da compatriota Érika Miranda (52kg).
Ketleyn iniciou a campanha na Áustria com um triunfo por ippon sobre a local Anja Mayr. Em seguida, ela venceu por yuko a sul-coreana Jan-Di Kim e por ippon (2 wazari) a húngara Kantinka Szabo. Após bater a holandesa Shareen Richardson por yuko, perdeu a decisão diante da japonesa Aiko Sato por ippon.
Já Érika começou com vitória por wazari contra a chinesa Cancan He. Na sequência, a brasileira bateu a polonesa Zuzana Pawlikowska por ippon, a tcheca Lucie Chytra por yuko e a ucraniana Mariia Buiok por ippon. Na final, no entanto, perdeu por ippon para a belga Ilse Heylen.
Já na Copa do Mundo de Budapeste, Felipe Kitadai (60kg) foi bronze. Após ganhar do britânico Ashley Mackenzie por yuko, ele venceu por ippon o canadense Frazer Will, o cazaque Askhat Telmanov e o mexicano Castillo Nabor. Derrotado por ippon pelo armênio Hovhannes Davtyan, o brasileiro bateu o alemão Tobias Englmaier por ippon na luta pelo terceiro lugar.
Medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Pequim-2008, a brasileira Ketleyn Quadros (57kg) voltou a se destacar na tarde deste sábado. Na Copa do Mundo de Oberwart, na Áustria, a judoca de 23 anos conquistou a prata ao lado da compatriota Érika Miranda (52kg).
Ketleyn iniciou a campanha na Áustria com um triunfo por ippon sobre a local Anja Mayr. Em seguida, ela venceu por yuko a sul-coreana Jan-Di Kim e por ippon (2 wazari) a húngara Kantinka Szabo. Após bater a holandesa Shareen Richardson por yuko, perdeu a decisão diante da japonesa Aiko Sato por ippon.
Já Érika começou com vitória por wazari contra a chinesa Cancan He. Na sequência, a brasileira bateu a polonesa Zuzana Pawlikowska por ippon, a tcheca Lucie Chytra por yuko e a ucraniana Mariia Buiok por ippon. Na final, no entanto, perdeu por ippon para a belga Ilse Heylen.
Já na Copa do Mundo de Budapeste, Felipe Kitadai (60kg) foi bronze. Após ganhar do britânico Ashley Mackenzie por yuko, ele venceu por ippon o canadense Frazer Will, o cazaque Askhat Telmanov e o mexicano Castillo Nabor. Derrotado por ippon pelo armênio Hovhannes Davtyan, o brasileiro bateu o alemão Tobias Englmaier por ippon na luta pelo terceiro lugar.
Judoca Sarah Menezes pensa grande: "Não adianta competir pensando apenas em lutar bem"
Guerreira, disciplinada e inteligente. Segundo Rosicléia Campos, técnica da seleção brasileira de Judô, assim é Sarah Menezes. Para a jovem judoca do Piauí, não adianta competir pensando em lutar bem: “A gente já pensa na medalha”, falou à repórter da ESPN Marcela Rafael.
Sarah sabe que é talentosa e tem facilidade em aprender. Apesar da confiança, a judoca é humilde: “Toda minha experiência, eu divido com meus colegas. Procuro mostrar para que eles cresçam junto comigo”.
Guerreira, disciplinada e inteligente. Segundo Rosicléia Campos, técnica da seleção brasileira de Judô, assim é Sarah Menezes. Para a jovem judoca do Piauí, não adianta competir pensando em lutar bem: “A gente já pensa na medalha”, falou à repórter da ESPN Marcela Rafael.
Sarah sabe que é talentosa e tem facilidade em aprender. Apesar da confiança, a judoca é humilde: “Toda minha experiência, eu divido com meus colegas. Procuro mostrar para que eles cresçam junto comigo”.
Brasil conquista mais duas medalhas no judô, em Paris, mas segue sem ouro
Tiago Camilo e Mayra Aguiar deram mais duas medalhas para o Brasil no Grand Slam de Paris, a abertura da temporada 2011 do Circuito Mundial. Camilo ficou com a prata entre os médios, enquanto a meio-pesado Mayra ganhou o bronze. No sábado, Sarah Menezes já havia conquistado o bronze no peso ligeiro. Luciano Correa, no meio pesado, foi quinto. Sem ouro, a seleção nacional contou com sete judocas de um total de 521 atletas de 81 países na competição.
"Trouxemos para Paris apenas atletas que tiveram medalhas em Grand Slam e Mundiais em 2010 e o resultado mostra o acerto dessa estratégia. A comissão técnica pode se concentrar em cada um deles e em seus adversários. Todos tiveram uma participação muito boa, mesmo aqueles que ao conquistaram medalha", avaliou o coordenador técnico da Confederação Brasileira de Judô, Ney Wilson.
Leia Mais
Sarah Menezes fatura bronze em Grand Slam de judô
Tiago Camilo fez, em Paris, sua segunda final consecutiva em Grand Slam, depois da prata em Tóquio em dezembro de 2010. O brasileiro tem ainda, desde que subiu de categoria (do 81kg para o 90kg), bronze no Rio de Janeiro (2009), Moscou (2009) e Paris (2010). "Hoje temos toda a estrutura da Confederação Brasileira de Judô para apenas pensar em treinar e competir bem. Não falta nada para nós e estamos perto da condição perfeita. Os resultados são a prova disso", resume Camilo.
Tiago Camilo venceu todas suas lutas por ippon: contra Max Schirnhofer (AUT), Valentyn Grekov (UCR), Varlam Liparteliani (GEO) e Romain Buffet (FRA), até perder para Daiki Nishiyama por ippon na decisão do ouro. "A final foi equilibrada e, faltando um minuto, tentei arriscar e entrar um ouchigari. Acabei sofrendo um contragolpe. Judô é assim, é preciso tomar decisões rápidas. Fiz isso durante toda a competição, sempre buscando o ippon, o que mais sei e gosto de fazer", comentou Camilo.
"Vou avaliar a melhor estratégia de participação nas próximas competições. Estou subindo no ranking. Mas isso é consequecia dos meus treinos e lutas. Sei que competindo feliz e solto vou chegar onde quero. Voltei a lutar com a alegria de antes e os ippons estão saindo", completou o médio.
No feminino, mais uma medalha conquistada nos tatames do Ginásio de Bercy, a primeira de Mayra Aguiar na tradicional competição. "Como dizia a Edinanci, minha antecessora no meio-pesado, a gente tem que ser que nem piolho, estar sempre nas cabeças", brincou a jovem judoca, referindo-se ao fato de figurar sempre entre as primeiras de sua categoria e, com isso, estar entre as dez mais bem colocadas do ranking mundial.
Até perder para a francesa Audrey Tcheumeu por yuko na semifinal, Mayra tinha vencido todas por ippon contra Jennifer Kuijpers (HOL), Kaliema Antomarchi (CUB) e a americana Kayla Harrison.
"Esse ginásio aqui parece um campo de futebol! É mesmo especial conseguir uma medalha em Paris", disse Mayra, que ganhou a 'revanche' da final do Mundial de Tóquio ao bater Harrison, que lhe tirou o ouro no Japão. "Agora está dois a dois. Ela me venceu na Copa do Mundo de SP e no Mundial e eu ganhei no Pan 2010 e aqui. Foram lutas duras, como também contra a francesa na semifinal", completou a judoca gaúcha.
Luciano Correa terminou na quinta colocação, a mesma posição que alcançou em Paris em 2008, 2009 e 2010. O meio-pesado campeão mundial de 2007 começou ganhando de Cyrille Maret (FRA) por punição no golden score (prorrogação de três minutos depois de empate nos cinco minutos regulamentares). Depois venceu o alemão bronze em Paris 2010, Dimitri Peters, por ippon, mas perdeu nas quartas-de-final para o holandês Henk Groll, vice-campeão mundial em 2009 e 2010 e bronze em Pequim 2008. "Fico um pouco chateado por continuar batendo na trave para ganhar uma medalha. Mas sei que é um resultado que dá pontos importantes no ranking mundial", disse Luciano.
Delegação ganhará reforço e segue na França para disputas europeias
Daniel Hernandes venceu na estréia contra Abubakr Rakhmanov (TJK) mas foi derrotado em seguida por Marius Paskevicius (LTU). Leandro Cunha, Tiago Camilo, Luciano Correa, Daniel Hernandes e Erika Miranda seguem na França para treinamento até o final de semana. Na quinta-feira, o grupo recebe o reforço de Taciana Lima, Andressa Fernandes, Rafaela Silva, Ketleyn Quadros, Mariana Silva, Camila Minakawa, Maria Portela, Maria Suellen Altheman, Felipe Kitadai, Breno Alves, Alex Pombo, Bruno Mendonça, Victor Penalber, Nacif Elias, Leonardo Leite, Rafael Silva e David Moura para participar das Copas do Mundo de Budapeste (masculino), Viena e Praga (feminino), e do Grand Prix de Dusseldorf.
Os atletas serão acompanhados pelos treinadores Rosicleia Campos, Luiz Shinohara e Carlos Hespanha e pelos fisioterapeutas Julio Barrichello e Camila Oliveira. Mayra Aguiar e Sarah Menezes embarcam para o Brasil já na segunda (7/2). Tiago Camilo, Daniel Hernandes e Leandro Cunha voltam para o Brasil na quinta-feira (10/2).
Tiago Camilo e Mayra Aguiar deram mais duas medalhas para o Brasil no Grand Slam de Paris, a abertura da temporada 2011 do Circuito Mundial. Camilo ficou com a prata entre os médios, enquanto a meio-pesado Mayra ganhou o bronze. No sábado, Sarah Menezes já havia conquistado o bronze no peso ligeiro. Luciano Correa, no meio pesado, foi quinto. Sem ouro, a seleção nacional contou com sete judocas de um total de 521 atletas de 81 países na competição.
"Trouxemos para Paris apenas atletas que tiveram medalhas em Grand Slam e Mundiais em 2010 e o resultado mostra o acerto dessa estratégia. A comissão técnica pode se concentrar em cada um deles e em seus adversários. Todos tiveram uma participação muito boa, mesmo aqueles que ao conquistaram medalha", avaliou o coordenador técnico da Confederação Brasileira de Judô, Ney Wilson.
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Sarah Menezes fatura bronze em Grand Slam de judô
Tiago Camilo fez, em Paris, sua segunda final consecutiva em Grand Slam, depois da prata em Tóquio em dezembro de 2010. O brasileiro tem ainda, desde que subiu de categoria (do 81kg para o 90kg), bronze no Rio de Janeiro (2009), Moscou (2009) e Paris (2010). "Hoje temos toda a estrutura da Confederação Brasileira de Judô para apenas pensar em treinar e competir bem. Não falta nada para nós e estamos perto da condição perfeita. Os resultados são a prova disso", resume Camilo.
Tiago Camilo venceu todas suas lutas por ippon: contra Max Schirnhofer (AUT), Valentyn Grekov (UCR), Varlam Liparteliani (GEO) e Romain Buffet (FRA), até perder para Daiki Nishiyama por ippon na decisão do ouro. "A final foi equilibrada e, faltando um minuto, tentei arriscar e entrar um ouchigari. Acabei sofrendo um contragolpe. Judô é assim, é preciso tomar decisões rápidas. Fiz isso durante toda a competição, sempre buscando o ippon, o que mais sei e gosto de fazer", comentou Camilo.
"Vou avaliar a melhor estratégia de participação nas próximas competições. Estou subindo no ranking. Mas isso é consequecia dos meus treinos e lutas. Sei que competindo feliz e solto vou chegar onde quero. Voltei a lutar com a alegria de antes e os ippons estão saindo", completou o médio.
No feminino, mais uma medalha conquistada nos tatames do Ginásio de Bercy, a primeira de Mayra Aguiar na tradicional competição. "Como dizia a Edinanci, minha antecessora no meio-pesado, a gente tem que ser que nem piolho, estar sempre nas cabeças", brincou a jovem judoca, referindo-se ao fato de figurar sempre entre as primeiras de sua categoria e, com isso, estar entre as dez mais bem colocadas do ranking mundial.
Até perder para a francesa Audrey Tcheumeu por yuko na semifinal, Mayra tinha vencido todas por ippon contra Jennifer Kuijpers (HOL), Kaliema Antomarchi (CUB) e a americana Kayla Harrison.
"Esse ginásio aqui parece um campo de futebol! É mesmo especial conseguir uma medalha em Paris", disse Mayra, que ganhou a 'revanche' da final do Mundial de Tóquio ao bater Harrison, que lhe tirou o ouro no Japão. "Agora está dois a dois. Ela me venceu na Copa do Mundo de SP e no Mundial e eu ganhei no Pan 2010 e aqui. Foram lutas duras, como também contra a francesa na semifinal", completou a judoca gaúcha.
Luciano Correa terminou na quinta colocação, a mesma posição que alcançou em Paris em 2008, 2009 e 2010. O meio-pesado campeão mundial de 2007 começou ganhando de Cyrille Maret (FRA) por punição no golden score (prorrogação de três minutos depois de empate nos cinco minutos regulamentares). Depois venceu o alemão bronze em Paris 2010, Dimitri Peters, por ippon, mas perdeu nas quartas-de-final para o holandês Henk Groll, vice-campeão mundial em 2009 e 2010 e bronze em Pequim 2008. "Fico um pouco chateado por continuar batendo na trave para ganhar uma medalha. Mas sei que é um resultado que dá pontos importantes no ranking mundial", disse Luciano.
Delegação ganhará reforço e segue na França para disputas europeias
Daniel Hernandes venceu na estréia contra Abubakr Rakhmanov (TJK) mas foi derrotado em seguida por Marius Paskevicius (LTU). Leandro Cunha, Tiago Camilo, Luciano Correa, Daniel Hernandes e Erika Miranda seguem na França para treinamento até o final de semana. Na quinta-feira, o grupo recebe o reforço de Taciana Lima, Andressa Fernandes, Rafaela Silva, Ketleyn Quadros, Mariana Silva, Camila Minakawa, Maria Portela, Maria Suellen Altheman, Felipe Kitadai, Breno Alves, Alex Pombo, Bruno Mendonça, Victor Penalber, Nacif Elias, Leonardo Leite, Rafael Silva e David Moura para participar das Copas do Mundo de Budapeste (masculino), Viena e Praga (feminino), e do Grand Prix de Dusseldorf.
Os atletas serão acompanhados pelos treinadores Rosicleia Campos, Luiz Shinohara e Carlos Hespanha e pelos fisioterapeutas Julio Barrichello e Camila Oliveira. Mayra Aguiar e Sarah Menezes embarcam para o Brasil já na segunda (7/2). Tiago Camilo, Daniel Hernandes e Leandro Cunha voltam para o Brasil na quinta-feira (10/2).
Sarah Menezes fatura bronze em Grand Slam de judô
A judoca brasileira Sarah Menezes conquistou neste sábado a medalha de bronze no Grand Slam de Paris, uma das provas mais tradicionais do esporte. A atleta venceu três lutas seguidas na categoria até 48kg e só parou na semifinal, diante da japonesa Haruna Asami, campeã do mundo, que ficou com o ouro. A prata ficou com a húngara Eva Csernoviczki.
Com esta vitória, Sarah acumulou sua quarta medalha seguida em grandes eventos mundiais do judô, desde setembro de 2010. Foi bronze no Mundial, no Grand Slam de Tóquio e no Masters de Baku. Dessa forma, ela segue somando pontos importantes no ranking mundial, que vale vaga na Olimpíada de Londres, em 2012.
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Brasil conquista mais duas medalhas no judô, em Paris, mas segue sem ouro
"Foram quatro bronzes. Não me incomodo de continuar ficando em terceiro se a medalha de ouro estiver guardada para sair em Londres em 2012! Agora vou sair de férias para cuidar do meu corpo e descansar", afirmou Sarah, de 20 anos, após subir ao pódio neste sábado.
"Vim para Paris para melhorar a minha quinta colocação do ano passado, o que é importante no ranking. Consegui meu objetivo", festejou, empolgada com o resultado. "Ganhar medalha aqui é diferente mesmo. A torcida entende, grita é demais".
Também competiram neste sábado os meio-leves Erika Miranda e Leandro Cunha, que não conseguiram chegar ao pódio. Vice-campeão mundial, Cunha venceu sua primeira luta, mas foi derrotada na sequência pelo japonês Masaki Fukuoka. Erika também caiu em seu segundo confronto, diante da belga Ilse Heylen, bronze nos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004.
Outros quatro judocas brasileiros entrarão em ação neste domingo, segundo e último dia de competições em Paris: Mayra Aguiar (78kg), Tiago Camilo (90kg), Luciano Correa (meio-pesado) e Daniel Hernandes (peso pesado).
A judoca brasileira Sarah Menezes conquistou neste sábado a medalha de bronze no Grand Slam de Paris, uma das provas mais tradicionais do esporte. A atleta venceu três lutas seguidas na categoria até 48kg e só parou na semifinal, diante da japonesa Haruna Asami, campeã do mundo, que ficou com o ouro. A prata ficou com a húngara Eva Csernoviczki.
Com esta vitória, Sarah acumulou sua quarta medalha seguida em grandes eventos mundiais do judô, desde setembro de 2010. Foi bronze no Mundial, no Grand Slam de Tóquio e no Masters de Baku. Dessa forma, ela segue somando pontos importantes no ranking mundial, que vale vaga na Olimpíada de Londres, em 2012.
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"Foram quatro bronzes. Não me incomodo de continuar ficando em terceiro se a medalha de ouro estiver guardada para sair em Londres em 2012! Agora vou sair de férias para cuidar do meu corpo e descansar", afirmou Sarah, de 20 anos, após subir ao pódio neste sábado.
"Vim para Paris para melhorar a minha quinta colocação do ano passado, o que é importante no ranking. Consegui meu objetivo", festejou, empolgada com o resultado. "Ganhar medalha aqui é diferente mesmo. A torcida entende, grita é demais".
Também competiram neste sábado os meio-leves Erika Miranda e Leandro Cunha, que não conseguiram chegar ao pódio. Vice-campeão mundial, Cunha venceu sua primeira luta, mas foi derrotada na sequência pelo japonês Masaki Fukuoka. Erika também caiu em seu segundo confronto, diante da belga Ilse Heylen, bronze nos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004.
Outros quatro judocas brasileiros entrarão em ação neste domingo, segundo e último dia de competições em Paris: Mayra Aguiar (78kg), Tiago Camilo (90kg), Luciano Correa (meio-pesado) e Daniel Hernandes (peso pesado).
Seleção brasileira de judô embarca para torneio na França
O Brasil embarcou na noite desta quarta-feira para a França, onde disputa o Grand Slam de Paris no final de semana, primeiro evento da categoria na temporada que conta pontos para o ranking mundial e olímpico da modalidade. O Brasil será representado em Paris por Sarah Menezes (48kg), Erika Miranda (52kg), Mayra Aguiar (78kg), Leandro Cunha (66kg), Tiago Camilo (81kg), Luciano Corrêa (100kg) e Daniel Hernandes (+100kg).
A medalha de ouro no Grand Slam de Paris vale 300 pontos na lista, enquanto a prata 180 e o bronze 120. A janela de classificação para as Olimpíadas de Londres vai até 30 de abril de 2012. Atualmente o Brasil possui 18 judocas dentro do critério de classificação estabelecido pela Federação Internacional de Judô. Disputam os Jogos as 14 mulheres e os 22 homens mais bem colocados no ranking.
Segundo a programação oficial do evento, no sábado lutam os judocas das categorias 48kg, 52kg, 57kg, 63kg, 60kg, 66kg e 73kg. No domingo, competem 70kg, 78kg, +78kg, 81kg, 90kg, 100kg e +100kg.
"Vamos com uma equipe menor, mas com atletas que têm conquistado resultados importantes e que estarão brigando por pontos no ranking em Paris. Depois do Campeonato Mundial, o grand slam é um evento chave no nosso planejamento para as Olimpíadas de Londres 2012", diz o coordenador técnico Internacional da Confederação Brasileira de Judô, Ney Wilson.
Campeã mundial Sub 20, vice-campeã mundial sênior e eleita pelo Comitê Olímpico Brasileiro como a melhor atleta do ano no judô, Mayra Aguiar sabe que terá um grande desafio em Paris. "O Grand Slam de Paris é um dos eventos mais difíceis da temporada. Na minha categoria, especialmente, existem ótimas judocas, principalmente francesas", contou Mayra.
Para o meio-leve Leandro Cunha, competir em Paris é sempre especial. "É o torneio mais charmoso da temporada e lutar em Paris é diferente. A torcida lota o ginásio e, mesmo já tendo competido algumas vezes, é sempre especial", diz Cunha, vice-campeão em Paris em 2007.
O Brasil embarcou na noite desta quarta-feira para a França, onde disputa o Grand Slam de Paris no final de semana, primeiro evento da categoria na temporada que conta pontos para o ranking mundial e olímpico da modalidade. O Brasil será representado em Paris por Sarah Menezes (48kg), Erika Miranda (52kg), Mayra Aguiar (78kg), Leandro Cunha (66kg), Tiago Camilo (81kg), Luciano Corrêa (100kg) e Daniel Hernandes (+100kg).
A medalha de ouro no Grand Slam de Paris vale 300 pontos na lista, enquanto a prata 180 e o bronze 120. A janela de classificação para as Olimpíadas de Londres vai até 30 de abril de 2012. Atualmente o Brasil possui 18 judocas dentro do critério de classificação estabelecido pela Federação Internacional de Judô. Disputam os Jogos as 14 mulheres e os 22 homens mais bem colocados no ranking.
Segundo a programação oficial do evento, no sábado lutam os judocas das categorias 48kg, 52kg, 57kg, 63kg, 60kg, 66kg e 73kg. No domingo, competem 70kg, 78kg, +78kg, 81kg, 90kg, 100kg e +100kg.
"Vamos com uma equipe menor, mas com atletas que têm conquistado resultados importantes e que estarão brigando por pontos no ranking em Paris. Depois do Campeonato Mundial, o grand slam é um evento chave no nosso planejamento para as Olimpíadas de Londres 2012", diz o coordenador técnico Internacional da Confederação Brasileira de Judô, Ney Wilson.
Campeã mundial Sub 20, vice-campeã mundial sênior e eleita pelo Comitê Olímpico Brasileiro como a melhor atleta do ano no judô, Mayra Aguiar sabe que terá um grande desafio em Paris. "O Grand Slam de Paris é um dos eventos mais difíceis da temporada. Na minha categoria, especialmente, existem ótimas judocas, principalmente francesas", contou Mayra.
Para o meio-leve Leandro Cunha, competir em Paris é sempre especial. "É o torneio mais charmoso da temporada e lutar em Paris é diferente. A torcida lota o ginásio e, mesmo já tendo competido algumas vezes, é sempre especial", diz Cunha, vice-campeão em Paris em 2007.
Prefeitura de São Caetano dispensa 720 atletas para reestudar gastos
A prefeitura de São Caetano do Sul (SP) dispensou 720 dos 986 atletas que recebiam o seu apoio no início desta semana. Os atletas demitidos tinham contrato até dezembro do ano passado, mas, visando a uma revisão dos gastos da pasta de esporte, o órgão decidiu não renovar com esportistas de algumas modalidades. Os judocas Carlos Honorato e Edinanci Silva, e o lutador de taekwondo Diogo Silva, foram alguns dos prejudicados pela decisão.
Com um corte de R$ 1 milhão, a prefeitura retirou o apoio a alguns esportes olímpicos, como judô, boxe e taekwondo. Apenas as modalidades que contam com patrocínio próprio, como ginástica olímpica, atletismo e futsal serão mantidas. Com a municipalização de 16 times, a pasta pretende dar mais apoio ao esporte de base e comunitário, investindo nas modalidades de base.
No momento, a prefeitura faz a reavaliação dos gastos e traça os planos para o ano de 2011, sendo que algumas modalidades olímpicas poderão voltar a receber o apoio, enquanto outras serão extintas. O objetivo é incentivar os clubes municipais, aumentando o número de professores e de funcionários que irão atender a população.
Uma das equipes mais fortes nos Jogos Abertos do Interior, São Caetano garantiu que continuará investindo pesado nas modalidades disputadas no torneio paulista. A equipe do ABC paulista venceu perdeu apenas uma das últimas 14 edições da competição.
A prefeitura de São Caetano do Sul (SP) dispensou 720 dos 986 atletas que recebiam o seu apoio no início desta semana. Os atletas demitidos tinham contrato até dezembro do ano passado, mas, visando a uma revisão dos gastos da pasta de esporte, o órgão decidiu não renovar com esportistas de algumas modalidades. Os judocas Carlos Honorato e Edinanci Silva, e o lutador de taekwondo Diogo Silva, foram alguns dos prejudicados pela decisão.
Com um corte de R$ 1 milhão, a prefeitura retirou o apoio a alguns esportes olímpicos, como judô, boxe e taekwondo. Apenas as modalidades que contam com patrocínio próprio, como ginástica olímpica, atletismo e futsal serão mantidas. Com a municipalização de 16 times, a pasta pretende dar mais apoio ao esporte de base e comunitário, investindo nas modalidades de base.
No momento, a prefeitura faz a reavaliação dos gastos e traça os planos para o ano de 2011, sendo que algumas modalidades olímpicas poderão voltar a receber o apoio, enquanto outras serão extintas. O objetivo é incentivar os clubes municipais, aumentando o número de professores e de funcionários que irão atender a população.
Uma das equipes mais fortes nos Jogos Abertos do Interior, São Caetano garantiu que continuará investindo pesado nas modalidades disputadas no torneio paulista. A equipe do ABC paulista venceu perdeu apenas uma das últimas 14 edições da competição.
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